THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

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Doenças Degenerativas Vs Alimentação Saudável

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A prova de ligação entre a dieta e a maior parte das doenças degenerativas que afectam o homem moderno crescem de dia para dia, e em áreas como a medicina cardiovascular, não existem dúvidas. Para aqueles que desejam estar informados sobre o conhecimento cientifico, que demonstra que uma mudança de dieta pode alterar o prognostico das doenças degenerativas como o cancro, osteoporose, arteriosclerose, problemas cardíacos, pressão arterial elevada, diabetes, artrites, eu aconselho-os a ler o livro Mc Dougall´s Medicine. De qualquer forma, os que lideram o conhecimento da nutrição moderna podem ajudar as pessoas a ultrapassar muitas doenças. A Macrobiótica é a única dieta responsável por um elevado número de recuperações anedóticas, consideradas incuráveis pela medicina moderna.
Durante um longo período, os médicos voltaram as costas ao papel da nutrição na recuperação. Apesar das recuperações anedóticas através da Macrobiótica, não existe até à data nenhuma documentação científica que as prove. Nesta altura, eu encontro-me a preparar um artigo para um jornal médico a documentar sete casos de uma completa regressão de estados avançados de cancro, considerados incuráveis pela medicina. Mesmo assim não podemos considerar sete casos um numero muito elevado, mas é espantoso porque são casos raros de recuperação total.
Se alguém quer ser saudável, então faz sentido seguir a dieta mais saudável possível. A Macrobiótica oferece às pessoas mais do que uma dieta, oferece as ferramentas para descobrir o poder dos diferentes alimentos, desenvolvendo a destreza de saber o que comer para atingir determinado objectivo. Qualquer pessoa em sintonia com a cultura ocidental que ler este texto pela primeira vez, vai chegar à mesma conclusão que eu cheguei no início, “Isto é tudo uma treta.” De qualquer forma, convido-o a experimentar a Macrobiótica durante dois a três meses, através da sua dieta standard e em seguida experimentar comer um gelado. Desta forma consegue perceber o efeito do gelado no seu corpo e mente. A dieta correcta depende do indivíduo e é uma fascinante aventura descobrir os alimentos ideais para determinada pessoa.
Esta experiencia fascinante e valiosa é bastante gratificante, de qualquer forma não recomendável a doentes terminais. Nestas situações é importante consultar um orientador Macrobiótico com experiencia e seguir as suas sugestões a 100%. Todas os doentes terminais que conheci que recuperaram de doenças graves, seguiram uma dieta estrita, sem devaneios de qualquer espécie, até a doença estar bastante bem superada. Pela minha experiencia e pesquisa, as pessoas que furam a dieta, ou que pensam que sabem mais do que a Macrobiótica tomando vitaminas, não se deram bem. Depois da pessoa não ter sinais da doença durante um ano, pode furar ocasionalmente, mas a Macrobiótica tem de ser mantida como dieta regular, se a saúde for o principal objectivo.

Texto ‘The Rice Experience’ baseado no livro “Doctors Look at Macrobiotics”, da Drª Vivien Newbold.

Written by thericeexperience

Novembro 7, 2010 at 11:49 pm

As Causas E Sintomas Das Doenças

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Estar grato por tudo é um dos pontos chave na macrobiótica. Por vezes damos por nós a perder tempo a queixar-nos, desejando ser outra pessoa, na frustração que sentimos em viver e lidar com a nossa existência. Se ao invés, expressarmos repetidamente gratidão pelas coisas de que nos queixamos, aprendendo a fazer as mudanças necessárias, a nossa perspectiva muda radicalmente. De repente os problemas são vistos como desafios, que quando transpostos, produzem infinita felicidade. Quero partilhar com vocês um problema que aconteceu comigo.

Passados dois meses de comer muitos alimentos fora da dieta base, biscoitos macrobióticos, nozes, amêndoas, algum queijo, etc, um pequeno caroço apareceu no meu peito esquerdo. Inicialmente estava chocada, aterrorizada e revoltada. Será que este caroço se iria transformar num cancro, no intuito de corrigir os meus hábitos? Depois de fazer uma mamografia que indicou que a possibilidade de cancro era remota, obtive aconselhamento macrobiótico que me orientou para uma dieta restrita. O nódulo desapareceu, mas sempre que abria a dieta para alimentos mais ricos o nódulo reaparecia e com dores fortes. Nos primeiros meses eu estava furiosa, ressentida e revoltada. Eu não podia comer fora da dieta sem que o nódulo não soasse um alarme de desconforto pela minha atitude.

Com o tempo, acabei por reconhecer como o nódulo era precioso, funcionava como um alarme pessoal que surgia sempre que eu fugia da dieta. Comecei por dizer a mim própria “Obrigada, pequeno nódulo, por tudo o que me tens ensinado. Estou disposta a aprender e preparada para mudar.”

Alguns meses mais tarde, li o livro de Louise Hay´s, You Can Heal Your Life. Adaptando um dos parágrafos, ganhei o hábito de repetir todos os dias a frase, “eu adoro-me, alimentarei o meu corpo apenas com os alimentos que necessita, e o meu corpo responderá com saúde, beleza, flexibilidade e energia”. De qualquer forma eu continuava a comer fora da dieta mas cada vez com menos frequência e menos intensidade. Considero este meu problema inexistente, comparado com pessoas que estão a morrer com doença terminais, mas descobri que os mesmos factores básicos podiam ser aplicados. Estes doentes, tal como eu, detestavam os seus corpos por estarem doentes e a maneira como se autoavaliavam era destrutiva, ressentida e revoltada.

Outro princípio básico da Macrobiótica é assumir a responsabilidade total por tudo o que criamos, positivo e negativo, incluindo doenças, acidentes, dificuldades de relacionamento, ganhos no jogo, etc. A principal diferença entre a medicina moderna e a medicina oriental, não são as ciências que cada uma delas utiliza, mas o contexto em que são praticadas. O médico normal vê o doente como um inocente, vitima das circunstâncias, sem qualquer tipo de responsabilidade pelo seu estado, dedicando pouca atenção à raiz do problema. A responsabilidade de cura da doença, depende única e exclusivamente do médico, o ser pensante. A única atitude possível para o doente, é comportar-se como uma vítima, desamparada, pronta a receber instruções.

Esta atitude tem surgido no ocidente, sendo cada vez mais aplicada em todos os aspectos da vida. Sempre que alguma coisa corre mal, as pessoas olham à sua voltam e tentam arranjar alguém ou alguma coisa que possam culpabilizar. Por exemplo, no meu trabalho como médico de urgência, quando pergunto a um adolescente, “Como fizeste este corte?” muitas vezes responde, “a porta bateu-me” em vez de, “Fui contra à porta e cortei-me.”. Da mesma forma, as pessoas olham para terceiros, quer seja doutor, padre, marido, ou orientador Macrobiótico, de forma a responsabiliza-los pela sua condição. È costume ouvimos dizer “pus-me nas mãos dos melhores médicos deste país.” Essencialmente, a pessoa abandonou a responsabilidade por si mesma, entregando-a a alguém. A maior parte dos doentes pensa que através da Macrobiótica, basta comer um certo tipo de comidas para que a cura aconteça. Tentam depositar a sua recuperação num orientador Macrobiótico, da mesma forma que fazem com os médicos convencionais, mastigando muito bem a comida sem perder tempo a pensar. O que precisam de fazer é assumir a responsabilidade de ter criado a doença e traçar medidas de forma a ultrapassa-la.

Todas as pessoas que tenho conhecido que ultrapassarem doenças graves, tomaram a responsabilidade total pela sua doença, aumentaram o seu conhecimento e entendimento e se hoje estão vivos, podem dar graças a elas próprias.

Texto de Dra. Vivien Newbold do livro “Doctor´s Look at Macrobiotics”

Written by thericeexperience

Outubro 3, 2010 at 4:16 pm

Publicado em Doenças

Lesões Musculares/Cãibras Nas Pernas

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Dores musculares nas pernas/cãibras ocorrem durante ou imediatamente depois de fazer exercício, enquanto estamos relaxados, a descansar na cama, ou quando estamos sentados numa posição desconfortável, são comuns e não estão directamente relacionadas com nenhum problema de saúde.

Quando surgem podem resultar em reacção ao consumo de medicamentos, mais do tipo diurético. Lesões constantes com endurecimento dos músculos e fraqueza física e mental podem ser sinais de problemas circulatórios ou inflamação ao nível das células.

De acordo com a macrobiótica, as lesões musculares/cãibras nas pernas são causadas pelo consumo excessivo de açúcares, fruta, lacticínios, medicamentos, drogas, alimentos que provocam a acidificação do sangue, isto é, excesso de consumo de comida Yin.

Os alimentos acima descritos são Yin e provocam a expansão dentro do nosso corpo. Como exemplo, temos o excesso de fruta que pode levar à ocorrência de diarreia, isto é, expansão ou dilatação do intestino. Desta forma, a qualidade expansiva dos alimentos provoca a expansão dos músculos. Em reacção à excessiva expansão, os músculos contraem-se originando a lesão/cãibra da perna. Os fluidos que percorrem o interior das células, devido à acidez sanguínea (devido do consumo dos alimentos acima mencionados), libertam cálcio (elemento Yang) de dentro das células. Essas mesmas células retêm o sódio que por ser também Yang provocam a contracção quando é dado o sinal de movimento, originando a lesão/cãibra. Fadiga, preocupações, demasiado trabalho, comer demais e beber demais ajudam na formação de uma situação sanguínea ácida contribuindo também para a lesão/cãibra.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado no livro ‘Healing from head to toe’ de Herman Aihara

Imagem ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Junho 25, 2010 at 12:38 pm

Publicado em Doenças

Fadiga/Cansaço

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A fadiga é uma doença,   um sinal do nosso corpo a avisar que não estamos bem. A fadiga crónica pode-nos indicar ou conduzir para a doença.

De acordo com a Macrobiótica, a causa da fadiga surge da falta de oxigénio e fornecimento deficiente de glicose às células, consequência da acidificação sanguínea. Uma dieta rica em proteínas animais e açúcar refinado contribui para a acidez, provocando problemas nos rins.  

A falta de oxigénio nas células origina o ambiente perfeito para a proliferação de fungos e bactérias, levando a um fornecimento insuficiente de glicose. A causa do surgimento de fungos e bactérias deve-se a baixos níveis de sódio nos fluidos do corpo, devido a rins fracos. A proporção correcta de sódio no nosso corpo debilita esses micro-organismos.  

A Macrobiótica pode ajudar a resolver problemas de fadiga, já que diminui a possibilidade desses microrganismos se desenvolverem. Como o sódio tem a capacidade de impedir a proliferação de bactérias nos fluidos do corpo, o aumento do consumo de sal pode ser a solução, mas isoladamente não é suficiente. Não significa que devamos aumentar a quantidade de sal usado nas nossas refeições. Deve-se, sim, excluir todo o tipo de alimentos de origem animal, que prejudicam o funcionamento dos rins e promovem o consumo de líquidos, dois extremos que afectam este órgão.

Os rins controlam a quantidade de sódio dos fluidos corporais. Se os rins estiverem fracos, o corpo não consegue reter o sal, independentemente da quantidade que for consumida. Por isso, em primeiro lugar, é importante fortalecer os rins.

Cerca de80 a90% da população mundial sofre de problemas renais. A ingestão de fármacos e vitaminas, tratamentos anti-stress, idas a spas ou mais horas de descanso não acabam com a fadiga, uma vez que o problema não é resolvido na raiz.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado no livro ‘Healing from head to toe’, de Herman Aihara e Cornelia Aihara

Written by thericeexperience

Junho 20, 2010 at 2:17 pm

Publicado em Doenças

Casos De Radiação Tratados Com Alimentação Natural

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RADIAÇÃO – RÚSSIA

Uma delegação do Instituto do mestre japonês Michio Kushi visitou a Rússia, com o intuito de trabalhar directamente com a União Chernobyl, organização envolvida em ajudar as vítimas do acidente nuclear. 

Os doutores e cientistas associados a esta organização mostraram-se bastante interessados nos potenciais da macrobiótica em reduzir os efeitos da radiação nas pessoas. Existem muitos estudos que provam que o miso e as algas ajudam o corpo a libertar as partículas radioactivas. Facto interessante aconteceu na altura do acidente em 1986, quando os stocks de miso e algas esgotou em praticamente todas as lojas de produtos naturais na Europa. Penso que as pessoas estavam bastante bem informadas da capacidade destes produtos. Ao seguir uma alimentação natural equilibrada, minimizamos o efeito das toxinas do meio ambiente. Quando a nossa ecologia interna está equilibrada, a nossa capacidade de lidar com o stress do ambiente, aumenta. 

Desde 1950, as fabricas de armamento soviético despejam o lixo no lago Karachay em chelyabinsk, uma cidade industrial, 1.670km a este de Moscovo. Muitos dos habitantes começaram a apresentar sintomas de cancro por radiação. Em 1985 Lidia Yamchuck e Hanif Sharimardanov, médicos em chelyabinsk, mudaram os tratamentos de doentes que sofriam problemas de exposição à radiação, Leucemia, linfoma, etc. Incorporaram a sopa de miso na dieta dos pacientes, “o miso tem ajudado alguns dos nossos pacientes, com cancro terminal, a sobreviver. O sangue melhorou a partir do momento em começaram a consumir sopa de miso”.

 RADIAÇÃO – JAPÃO 

Na altura do primeiro lançamento da bomba atómica, em Agosto de 1945, dois hospitais sobreviveram por pouco à destruição total, a cerca de 2km de Nagasaki. Os ciêntistas americanos declararam a zona inabitável por 75 anos. Numa universidade hospital, 3000 pacientes sofreram de leucemia e queimaduras radioactivas. A dieta seguida neste hospital, tinha por base, açúcares, arroz branco e produtos derivados de farinha branca.

Outro hospital, St. Francis Hospital, era gerido pelo médico Shinishiro Akizuki. Este hospital situava-se ainda mais perto do epicentro da explosão e nenhum paciente ou trabalhador sofreu de doenças relacionadas com radiação. Doutor Akizuki alimentou os seus doentes e trabalhadores a arroz integral, sopa de miso, vegetais e algas, todos os dias. A igreja católica e os habitantes de Nagasaki apelidaram o acontecimento de milagre. Entretanto, o doutor Akizuki e os seus trabalhadores ignoraram os avisos americanos e continuaram a visitar a cidade de Nagasaki de sandálias, com o objectivo de prestar auxilio aos necessitados.

 Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Maio 16, 2010 at 12:07 am

Publicado em Doenças, Ecologia, Tratamentos

A Alimentação Natural Cura Animais De Estimação

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A saúde dos nossos animais de estimação depende, tal como a nossa, daquilo que assimilam, nomeadamente, daquilo que comem. A qualidade e quantidade dos alimentos é extremamente importante para que os animais se mantenham saudáveis. Pensamos que, ao comprar as melhores rações que encontramos nas lojas de animais, estamos a fazer o melhor pelos nossos  animais de companhia, mas se pararmos para pensar, não deixamos de questionar este pressuposto. Não é estranho que, cada vez mais, os animais sofram doenças iguais às nossas?  E mais estranho ainda, que sejam tratados e medicados tal como nós ou com medicamentos e processos ainda mais violentos?

Na natureza, quando um animal fica doente, faz jejum, que não é mais do que uma resposta instintiva ao estado em que se encontra. O jejum permite que o organismo invista todas as suas energias no combate à doença, uma vez que não tem que a dispender no processo digestivo. Além disso, se o organismo estiver mais fraco, a doença manifesta-se com menos intensidade, e o organismo tem maiores probabilidades de conseguir combatê-la e eliminá-la.

Ainda, na natureza, os animais não sofrem a quantidade e variedade de doenças que os animais de estimação sofrem. E certamente não procuram um veterinário sempre que ficam doentes. Eles agem instintivamente para dar resposta às necessidades biológicas que o seu organismo lhes pede, através do jejum, purgas e da escolha de alimentos adequados.

Assim como há alternativas aos hábitos alimentares que percebemos não serem benéficos para a nossa saúde, também há alternativas às rações vendidas nas lojas de animais e às carnes, vegetais e cereais produzidos sem qualquer relação com a ordem natural do universo.

O Princípio Unificador encara a realidade de um ponto de vista holístico e sistémico, acreditando que tudo funciona numa relação de interdependência. Prevê que tudo o que tem uma frente, tem um dorso, e percebe que uma alimentação desequilibrada dá origem a um organismo desequilibrado, proporcionando o aparecimento de doenças.

Todos os estados são transitórios, e o equilíbrio é a tendência natural das coisas, da natureza, do universo. O chamado instinto não é mais do que a manifestação natural do princípio homeostático que caracteriza os animais (a natureza, os sistemas), razão pela qual, na natureza, o médico e o veterinário estão dentro de cada ser vivo, de cada um de nós (e não são a grande instituição da actualidade).

 

Segue um caso prático, que corrobora as ideias aqui expostas.

Conhecemos uma gata que, em 2008 foi submetida a três operações – mastectomias, por lhe ter sido diagnosticado um cancro na cadeia mamária. Tratando-se de operações com remoção de grandes quantidades de tecido mamário, são extremamente violentas para o animal, além de ser prescrita uma ‘boa’ dose de medicamentos (antibiótico, anti-inflamatório e analgésico), sem dúvida fundamentais para a recuperação do animal, mas que, a longo prazo, debilitam profundamente o seu sistema imunitário e a sua condição geral de saúde. A doença e a sequência de três operações com esta violência deixaram-na enfraquecida, sem energia nem disponibilidade para brincar ou estar com pessoas, nem mesmo os donos, envelhecida, com uma crescente quantidade de pelos brancos no focinho e corpo, e com os músculos cada vez mais atrofiados. Os donos, não contentes com a condição da gata, procuraram saber a relação entre a alimentação e a doença nos animais, nomeadamente o cancro. Encontraram informação muito interessante e mudaram radicalmente a forma de alimentar a gata. Os resultados foram incríveis! Sussintamente, a gata, hoje com 15 anos de idade, voltou a brincar e a correr, ganhou de novo vontade em estar com os donos, perdeu os pelos brancos, e adora a sua alimentação nova.

Antes, a gata era alimentada com rações secas e húmidas de veterinário, e a mudança ocorreu a partir do momento em que passou a comer cereais integrais, vegetais e carne biológica, numa proporção adequada à espécie e doença.

As autoras a partir das quais os donos aprenderam a tratar a gata através da alimentação chamam-se Anitra Frazier e Norma Eckroate. Publicaram o livro ‘The Natural Cat: The Comprehensive Guide to Optimum Care’, onde podemos aprender acerca das características e hábitos dos gatos,  qual a sua alimentação ideal, como curar todo o tipo de problemas e doenças, etc. Muita informação está disponível on-line.

A saúde a felicidade dos animais de estimação é da inteira responsabilidade dos seus donos.  Se não houver uma mudança na forma como são alimentados, vão sofrer todo o tipo de doenças derivadas da comida de má qualidade que é vendida como comida ideal. Cabe-nos a nós fazer a diferença!

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Maio 11, 2010 at 10:25 am

Publicado em Doenças

A Causa Das Doenças

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Hoje em dia, temos tendência para pensar que a doença é causada externamente por bactérias, vírus, químicos, etc. Na verdade isto é uma pequena parte da resposta. Enquanto algumas bactérias podem fazer com que algumas pessoas adoeçam, a mesma bactéria pode não causar nenhum efeito noutras pessoas.

É importante perceber que a fonte da doença tem dois lados. A causa do doença está dentro e fora do corpo. Na verdade, a causa mais importante acaba por ser a condição física da pessoa, que é o factor mais importante para a nossa saúde. A causa da doença inclui fraqueza física, por se comer e beber em demasia, demasiado sexo, excesso de trabalho e desequilibrio emocional devido à constante má disposição, preocupação, medo ou mesmo boa disposição excessiva.

Mesmo sofrendo influência destes factores, a medicina oriental costuma atribuir como principal causa da doença, uma dieta desequilibrada. É a comida que constrói o nosso corpo. A constituição física básica e a nossa condição física presente é determinada pela comida que ingerimos. Num nível mais simples, os que estão doentes por estarem demasiado Yang devem comer alimentos mais Yin, durante um certo período de tempo, enquanto aqueles que estão demasiado Yin devem-se alimentar com alimentos mais Yang, durante um certo período de tempo. A melhor forma de prevenção da doença é fazer uma dieta equilibrada, com boa comida e moderação.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado em ‘Healing ourselves’ de Naboru Muramoto
 

Written by thericeexperience

Maio 9, 2010 at 12:59 pm

Publicado em Consciencia, Doenças, Filosofia