THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

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Alergia A Lacticínios/ Alergia Á Lactose

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Da minha experiencia com mais de 1000 doentes nos últimos anos, cheguei à conclusão que os lacticínios são o alimento mais nocivo da dieta Norte Americana. Não me canso de dizer aos meus pacientes que o leite materno é para os bebés e o leite de vaca para os bezerros. Nós não parecemos, não pensamos, não crescemos, não nos portamos como vacas, então para quê beber o seu leite?

 A introdução do leite de vaca na alimentação de uma criança provoca uma serie de problemas, como cólicas e diarreias.

 Porque é que falhamos na observação deste “pormenor”? Na fase de crescimento de uma criança que consome produtos lácteos, poderão surgir: problemas respiratórios; amigdalites; gripes; congestão nasal crónica; ranho no nariz; otites e asma. Assim como: dores de cabeça; insónia; hiperactividade. Os país assumem a existência de alergias ignorando o facto de que pode estar relacionado com a alimentação.

 Com o crescimento da criança, o uso continuado de lacticínios poderá provocar o aparecimento de problemas de pele como eczemas, e no caso das raparigas ciclos de menstruação irregulares acompanhado de dores fortes. A criança pode-se sentir cansada, sonolenta, com peso a mais e apresentar manchas escuras debaixo dos olhos. Os sintomas vão-se alterando com o tempo, mas o efeito do consumo continuado de lacticínios provocará vários problemas ao longo da vida.

Os problemas comuns relacionados com o consumo de lacticínios são: sinusite; enxaquecas; otites, sonolência, tosse, tudo sintomas que surgem mais à noite ou ao acordar. No sexo feminino assistimos ainda a sintomas como: extra sensibilidade no peito, descargas vaginais, quistos nos ovários, fadiga, cancro da mama, etc.

 As dores de estômago foram rotuladas pelos médicos como Sindroma do Cólon Irritado. Os doentes pensam que é uma doença, enquanto os médicos arranjaram um nome para justificar um sintoma do qual não sabem a origem, tratando-o com medicamentos. A eliminação dos produtos lácteos ajudam a curar estes sintomas.

Texto da Dr.ª Helen V. Farrel, retirado do livro “Doctors look at Macrobiotics”

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Written by thericeexperience

Junho 6, 2011 at 12:12 pm

Publicado em Alimentos Processados

O Açucar Provoca Efeitos Devastadores No Organismo

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Somos ou não responsáveis pelos nossos actos? Será a alimentação um factor importante? O livro de Barbara Reed Stitt “Food & Behaviour” relata a sua experiencia, enquanto responsável pela supervisão de criminosos, no tribunal municipal de Ohio durante 20 anos. Estudou cuidadosamente a relação entre a dieta e o comportamento, levando-nos a crer que muito podia ser feito nos estabelecimentos prisionais, ao nível da nutrição.

No começo do século, o consumo médio de açúcar branco por pessoa/ano era de 2 kilos, em contraste com os 60 kilos de consumo médio anual, que se verificam hoje em dia.

Custa-me a acreditar neste dado estatístico. A pessoas não imaginam como podem comer 50/100/150 kilos de açúcar ano. É frequente perguntar, “Como é possível, se consumo apenas 4 colheres de chá por dia?”. Mas a verdade é que, apenas uma pequena percentagem vem do açucareiro. 80% de comidas processadas. Nas últimas décadas, a industria alimentar tem aumentado a quantidade de açúcar utilizada, promovendo um consumo excessivo e indiscriminado. Nos cereais do pequeno-almoço, 60 % do seu peso é açúcar; ½ L de Coca-Cola tem 12 colheres de chá de açúcar; 30% do ketchup é açúcar; 30% do Fast Food é açúcar. Sem contar com os medicamentos que chegam a conter 70% de açúcar. Desta forma não é difícil perceber porque consumimos tanto açúcar.

Devido ao consumo excessivo de açúcar, os níveis de glicose sofrem desequilíbrios extremos, tanto por excesso como por ausência. O pâncreas liberta insulina em excesso para baixar esses níveis. Estas diferenças assustadoras de glicose resultam em hipo glicemia. Não admira que 50% dos americanos sofram desta doença.

Baixos níveis de glicose provocam a desnutrição das células, levando a um sentimento de fraqueza geral. Mas as células do cérebro encontram-se especialmente desnutridas. Assim que os níveis de açucares baixam, o cerebelo – área do cérebro responsável pelo pensamento; aprendizagem; e pelo comportamento social – cessa gradualmente, desviando a energia que resta para o tronco cerebral, que controla os nossos comportamentos mais primitivos como: vontade de comer; desejo sexual; instintos de agressividade/defesa, funções básicas do corpo.

A dificuldade do cérebro em se nutrir, em estados de hipo glicemia, pode levar a comportamentos estranhos do indivíduo como: tremores; irritabilidade; confusão; neurose; psicose; esquizofrenia; depressão; ataques de pânico, etc. Sintomas mais do que presentes nas sociedades modernas.

A relação existente entre a hipoglicemia e doenças mentais, ajuda a perceber a relação existente entre o crime e a dieta. Muitos dos oficiais que supervisionam criminosos, relatam historias que provam esta inter-relação, visto que os actos praticados, normalmente estão longe do normal comportamento humano, que revelam falta de percepção da realidade.

Os problemas do foro psicológico têm uma relação directa com o consumo de açúcar. A julgar pelo seu consumo, não admira que as doenças mentais afectem mais de metade dos portugueses. Quanto maior o consumo de açúcar, maior o consumo de ansiolíticos e derivados. Quem ganha com este estado de apatia? A Industria Farmacêutica.

Baseado no livro de Barbara Reed Stitt “Food and Behaviour”

Written by thericeexperience

Abril 20, 2011 at 12:59 pm

O Maior Segredo Da Industria Alimentar

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Quando surgem escândalos que põem em causa o normal funcionamento da sociedade, pode observar-se a preparação dos grandes grupos de interesse para o que eles classificam de  batalhas, mas que sabemos serem meras batalhas de retorica. O discurso dos intervenientes nesses escândalos promove sempre a culpabilização de terceiros, nunca havendo viva alma que se responsabilize pelas suas acções. Vivemos numa sociedade de anjos e inocentes que lutam por um mundo mais justo, mais verde, com mais lucros e prémios. Caso o escândalo ganhe expressão, a opinião pública é controlada pela televisão, rádio, jornais e Internet. Se passar despercebido, o caso é abafado e silenciado. Devido à quantidade de informação publicada diariamente, é impossível para o comum individuo acompanhar todos os acontecimentos, por isso o silêncio parece ser das melhores formas de ultrapassar escândalos. Quem ainda não ouviu falar na expressão “é só esperar que a poeira assente”?

Factos revelados por Michael Moore, Wikileaks, Zeitgeist, ou até o assustador filme de Oliver Stone, “W”, mesmo que não sejam inteiramente verdade, fazem-nos questionar sobre a forma como todo este sistema funciona. O intenso ritmo da sociedade moderna, limita a nossa capacidade de julgar e estabelecer raciocínios sobre os mais variados acontecimentos, relacioná-los e discuti-los.

Na opinião dos autores do Blogue este pequeno vídeo do Youtube, revela um conjunto de factos relacionados com a alimentação que devia servir de base para a nossa educação. Há que aprender a dizer não à comida processada e industrializada. Esta indústria destrói as famílias, os países, o planeta há demasiado tempo. Já basta.

VER VÍDEO

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Agosto 28, 2010 at 4:06 pm

Será O Leite De Vaca Um Bom Alimento Para As Crianças?

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1   Por ser muito rico em proteínas, grande parte delas constituídas por caseína (proteína do leite), o leite de vaca coagula no estômago quando se mistura com os sucos gástricos, causando graves problemas de digestão, massacrando o estômago. Aquecer antes do consumo pode servir para que a coagulação seja mais suave, durante o processo digestivo, mas ainda assim é demasiado agressivo para o sistema digestivo de uma criança. O leite materno também coagula no estômago, mas de uma forma muito mais suave, não representando nenhum perigo para a criança, pelo que é facilmente digerido.

2    A criança alimentada com leite materno cresce mais forte e mais saudável do que uma criança amamentada com leite de vaca, no entanto este ultimo fornece à criança quatro vezes mais proteína do que o leite materno. De acordo com o livro “nursing your baby” de E. Karen Pryor, “a criança utiliza a proteína do leite materno com um aproveitamento de quase 100%. Depois de alguns dias de vida, virtualmente toda a proteína do leite materno torna-se parte do bebé; A criança alimentada com leite de vaca, utiliza a proteína com uma eficiência de 50%, desperdiçando os outros 50%”. Karen explica que a proteína desperdiçada provoca graves problemas, já que ”eliminar proteína não assimilada é trabalho a mais desempenhado pelos rins. Este processo de eliminação é muito violento para os órgãos sensíveis de uma criança”.

3   O leite da vaca contem muito mais gordura saturada do que o leite materno. Contribui para o aumento do colesterol, e dá origem a  má circulação de sangue na criança, provocando problemas de saúde.

4   O leite da vaca é pasteurizado com o objectivo de destruir micro organismos. Este processo elimina também bactérias lácteas e vitaminas presentes no leite materno.

5   O leite de vaca é para os bezerros. Um bezerro bebé pesa 65 kg após nascimento. Pesa 120 kg um mês depois. Por esta altura já caminha. Este desenvolvimento requer um rápido crescimento da estrutura óssea forte, para o bezerro enfrentar o seu dia a dia. Este desenvolvimento só é possível devido à quantidade de cálcio que o leite de vaca tem em relação ao leite humano (4 vezes mais). O leite materno é muito rico em fósforo, elemento muito importante no desenvolvimento do cérebro e nervos. Contrariamente à vaca, a criança desenvolve o cérebro e o sistema nervoso primeiro. Dai os leites proporcionarem diferentes niveis de crescimento. Quando o leite de vaca serve como alimento para uma criança, ela tem tendência a crescer rápido, como o bezerro, mas em termos de mentalidade, não desenvolve tanto como se for alimentada de leite materno.

6   As vitaminas do complexo B, que também são muito importantes para o desenvolvimento do cérebro, são fornecidas pelo leite materno e não pelo leite de vaca, especialmente o pasteurizado.

7   O leite de vaca é normalmente identificado como causador de alergias e de problemas de digestão, devido aos elevados níveis de proteína.

8   Um dos aspectos mais importantes do leite materno é fornecer ao organismo da criança os nutrientes que fortificam o seu sistema imunitário. De acordo com Jym Moon no seu livro ‘A Macrobiotic Expalantion of Pathological Calcification’,”Durante os primeiros dias depois do nascimento, o leite materno é conhecido como colostro. O colostro humano contem menos ferro, gordura e lactose do que o leite maturo – mas mais proteína, vitamina A e vitamina E. Estas diferenças são muito importantes em relação às necessidades nutritivas da criança. Não existe nenhum leite que simule o colostro humano. O colostro é a primeira fonte de anticorpos disponível para o recém nascido, e tem sido demonstrado que amamentar uma criança nesta fase com leite de vaca, representa a diferença entre assimilar anticorpos ou produzir alergias.

9   O tracto intestinal de um recém nascido é ligeiramente ácido, em contraste com o tracto intestinal de uma criança alimentada com leite de vaca, que é alcalino. Este factor é muito importante, uma vez que o PH do intestino afecta o tipo de bactérias que aí se desenvolvem. Estas bactérias são vitais, porque determinam a capacidade que o estômago tem em digerir alimentos. Numa criança alimentada com leite de vaca o estômago é contagiado por bactérias indesejáveis, enquanto que o alimentado com leite materno beneficia da existência do único tipo de bactéria benéfico, o lactobacillus bífido.

Written by thericeexperience

Julho 12, 2010 at 12:17 am

Publicado em Alimentos Processados

Leite (Não) É Juventude

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leite1O consumo de leite de animais pelos ocidentais é um hábito estabelecido desde a antiguidade, que surge descrito no velho e no novo testamento. Porem, não se encontra qualquer referência à utilização do leite de animais para alimentar crianças. John H. Tobe defende que esse consumo simplesmente não existiu na altura em que foi escrita a bíblia. Assume que ficou chocado quando descobriu que um homem chamado Underwood foi o primeiro a alimentar crianças com leite de vaca, em 1793.

Uma vez que no ocidente o solo não era ideal para a agricultura, os povos nómadas desta região do globo foram obrigados a manter-se em constante movimento. Para subsistirem, desenvolveram a produção de leite e carne, visto que a agricultura exige que sejam respeitados ciclos naturais e permanência num espaço geográfico fértil.

Os países do oriente nunca viram o leite como um alimento principal e cedo se habituaram a cultivar os seus grãos e vegetais, aproveitando a riqueza dos solos e as chuvas abundantes.

O uso do leite e lacticínios desenvolveu-se em zonas onde era difícil trabalhar a agricultura. O facto da agricultura promover a fixação do homem numa determinada zona geográfica, permitiu que a civilização florescesse através do desenvolvimento de comunidades de agricultores.

Só nos tempos modernos, portanto, muito recentemente, é que o uso do leite de vaca se tornou um alimento considerado essencial e comum na nossa alimentação. John H. Tobe assume que o leite de vaca não foi, nem nunca vai ser, um alimento perfeito para os humanos. Defende que o meio litro de consumo aconselhado permitiu que se tornasse num negócio de milhões.

De acordo com estatísticas publicadas pelo governo dos EUA, em 1967 os americanos consumiam 40 biliões de kilos de leite e lacticínios, correspondente a 28% do consumo alimentar, sendo 20% de carne. Não é de espantar que sejam estes os dois produtores a investir mais dinheiro em publicidade.

Para fazer face à procura elevada de leite, as vacas estão confinadas a espaços de crescimento demasiado pequenos, sendo alimentadas com hormonas e antibióticos, farinhas de milho e carne, obrigadas a crescer rápido e a produzir mais do que conseguem num ambiente natural. Muitas mulheres são aconselhadas a não consumir leite durante o período de gravidez, pelo perigo que os químicos do leite representam para a criança.

O ‘food yearbook of agriculture’, publicado em 1959 pelo governo Americano, diferencia o leite materno, sempre fresco e livre de bactérias, com o leite de vaca, cheio de parasitas, sujeito a processos químicos e tratamentos anti-naturais, como a pasteurização. Desenvolvida por Pasteur, a pasteurização é um método através do qual as bactérias são mortas segundo um processo de aquecimento, o que permitiu que, a partir de 1864 o leite fosse transportado, evitando a sua rápida decomposição. No entanto, o processo de Pasteurização não é suficiente para garantir que o leite seja um produto seguro para crianças.

O consumo de leite tem vindo a aumentar devido a três razões:

1 – É rico em proteína e cálcio. Alheios a isso não ficam os nutricionistas, que sempre que descobrem um alimento rico em determinado nutriente, influenciam a opinião pública, levando a um aumento do consumo desse alimento, na esperança que o corpo o assimile. Era bom que o corpo humano funcionasse como um frasco, onde os elementos fossem despejados e assimilados. Será que já ouviram um nutricionista a falar de transmutação? A vaca tem os ossos bem maiores que os nossos e não consome cálcio, será que a erva tem cálcio?

O mito da proteína e da obsessão da proteína, publicita a ideia de que quanto mais, melhor. Errado! Quanto menos melhor. O consumo exagerado de proteína sobrecarrega o fígado e os rins, gerando um estado de stress entre os órgãos. (Em breve publicaremos um texto sobre a proteína).

2 – A indústria do leite e carne exerce uma pressão enorme sobre a sociedade, através da televisão, rádio, imprensa escrita e internet, junto de adultos e crianças. Quem é que nunca ouviu a expressão ‘tem mais leite do que cacau’?

3 – O consumo excessivo de leite provoca um crescimento anormal. Não é por acaso que os americanos são considerados um povo de estatura alta, já que consomem quantidades anormais de leite. Quem é que ainda não reparou que os jovens com 14 anos são bastante mais desenvolvidos que os jovens de 14 anos de há 20 anos atrás?

Texto ‘The Rice Experience’, baseado em ‘Basic Macrobiotics’, de  Herman Aihara

Written by thericeexperience

Maio 6, 2010 at 11:58 pm

Publicado em Alimentos Processados