THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

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MISO NO VALE DA LAMA

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O ano de 2014 acabou com uma grande produção de Miso Doce e Miso Salgado.

Tudo começou com uma oferta de feijão de soja nacional, cortesia do Sr. Jacinto e o desafio lançado pela Ana para realizarmos este projecto em conjunto. Seguiu-se a encomenda do Koji, produzido com carinho pela Maria José, das barricas de madeira que o Sr. Manuel criou na sua Tanuaria tradicional e das taças de Barro preparadas pela Tia Alda.

Nos dias 14 e 15 de Dezembro gerou-se a energia necessária e, com a ajuda da Xana, Patrícia e Cátia, enchemos os recipientes com este alimento dos deuses, que agora fermenta até ao próximo outono, momento em que alguns dos potes serão abertos e testados.

Dias antes abrimos o miso que tinha sido preparado na primavera anterior, e adivinhem lá… estava óptimo!!

Agradecimentos: À Ana pela parceria e amizade; Ao Sr. Jacinto, pela oferta do feijão de soja e apoio dado ao projecto; Ao Vale da Lama por disponibilizar o espaço e os meios para realizar o projecto; À Maria José por toda a ajuda e informação disponibilizada e pela produção de Koji; À Xana, Patrícia e Cátia, pela participação, apoio e motivação dados ao projecto; a todos aqueles que de alguma forma apoiaram e contribuíram para a sua realização.

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Written by thericeexperience

Janeiro 9, 2015 at 5:00 pm

Passo A Passo

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macro_galaxy_by_zy0rg-d67ifmzCada vez mais olhamos à nossa volta e apercebemo-nos que cada um de nós procura algo de diferente, que não tem de ser, necessariamente, novo ou material. Algo que nos complemente, que nos ligue, que nos foque. A nossa tarefa é complicada porque os padrões de vida que criamos no nosso dia-a-dia, afastam-nos cada vez mais do que é realmente real, verdadeiro, belo e natural. Acordamos e repetimos vezes sem conta as mesmas acções, os mesmos hábitos, pensamos nas mesmas coisas da mesma forma, criando os padrões que nos mantêm presos.

Para nós, não existe dúvida de que toda esta máquina política, institucional, estatal, informacional, financeira, não existe para melhorar nem resolver os nossos problemas. Não é necessário ser muito inteligente para olhar à nossa volta e analisar o que de bom aconteceu nos últimos 10 anos. Muito pouco ou quase nada. E das coisas boas que aconteceram, nenhuma delas foi criada por políticos, instituições, Estado, televisão ou bancos mas sim criada por nós, os que procuram, os que sentem, os que vivem. A única verdade que conhecemos é que cada vez mais estamos presos a esta malta que nos adora porque nos controla e nos suga a única coisa de jeito que temos, que é a nossa vida. Deixámos de viver uns para os outros, deixámos de ser simpáticos, meigos, afáveis, compreensivos, respeitadores e passámos a ser uns bichos cheios de medo, egocêntricos, agressivos, desconfiados, sabichões e doentes.

Esta vida que temos e que vivemos necessita de um corpo físico, que é a melhor dádiva dada pela natureza a cada um de nós. Este corpo merece ser respeitado, através de boa nutrição, de descanso, de bons pensamentos e de boas acções. Chegando a este estado de discernimento ganhamos mais autonomia e independência para ver as coisas com outros olhos porque deixa de haver apego àquilo que pensamos que somos, partindo para novas abordagens em relação a tudo o que nos rodeia. O que era deixa de ser, o que é assim passa a ser de outra forma, etc. porque tudo é relativo. Faz parte do processo de individuação (não individualização), respeitar as regras, as burocracias que “eles” inventam, mas viver bem fora desse caos, desenvolvendo um ambiente próprio, em sintonia com a pessoa. E porque a tecnologia tem coisas boas, sugerimos o visionamento de um pequeno vídeo que mostra o planeta terra de uma perspectiva diferente.

VER DOCUMENTÁRIO

Written by thericeexperience

Março 26, 2014 at 9:22 am

2014 Percepção E Consciencia

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imagesNestas alturas de fim de ano aproveitamos para estabelecer metas para o ano seguinte. Há uns que decidem emagrecer, outros aprender a fazer surf, outros decidem melhorar a alimentação, outros até que mantêm tudo igual porque a transformação acarreta situações inesperadas e desconfortáveis. Tudo é possível.

A transformação induzida pode provocar desconforto nas nossas vidas, é uma forma de estímulo que já não estamos habituados. Faz-nos passar por situações complicadas que requerem vontade, força e garra para as ultrapassar. Como exemplo, temos a mudança de alimentação. É necessário a pessoa acreditar e estar realmente focada em: mudar 80 % da cozinha, investir alguns euros para aprender a cozinhar “melhor”, estar aberto a diferentes conceitos sobre o funcionamento do corpo com malta que não tem curso de nutrição. Enfim, aprender a ser o seu próprio médico. Quem já passou por isto sabe o que custa mas sabe, também, o que é sentir autonomia em relação ao futuro. Os hospitais deixam de fazer tanto sentido, assim como os médicos, os antibióticos, as horas dos comprimidos, o medo de vírus, etc.

 Cabe a nós que passámos por esses processos, acreditar, espalhar a semente da autonomia, criando uma rede de “médicos” que de uma forma sensata, humilde, simples e eficaz, evitam cada vez mais as deslocações aos centros de saúde. Eu e tu, mais fortes a cada mês, cada ano que passa, autónomos e invencíveis. Vamos ganhar confiança e participar cada vez mais na rede, agora, até com a capacidade de formar outras pessoas. Tudo depende de ti, da tua vontade.

Não é por acaso que hoje em dia, cada vez mais, são os desafios que surgem, em vez de serem provocados. Os que surgem já são tantos que dificilmente deixam energia de sobra para provocarmos outros, aqueles que nos fazem crescer. O cansaço geral tem também uma base nutricional forte. A alimentação cada vez tem menos qualidade, apesar de abundante. Justificamo-nos com o tempo que achamos que não temos, embora o cansaço e a falta de capacidade de viver seja a principal razão. Vivemos fechados numa caixa, onde a nossa percepção se encontra limitada pelas notícias que “eles” publicam, pela Internet, pelo Futebol, pelo consumismo. O uso da nossa energia está altamente condicionado pela corrida ao dinheiro, em que somos obrigados a participar activamente.

Todos estes instrumentos que nos aprisionam e controlam existem. Nós divertimo-nos com eles mas temos a consciência que a nossa vida tem de depender cada vez menos deles, de forma a abrirmos a nossa consciência. Desta forma, esperamos que o ano de 2014 seja o ano de transformação induzida por aqueles que ousam viver o mais livre possível das instituições que nos mantêm dependentes. Como dizia Gil Scott-Heron “a revolução não vai passar na TV” por isso, provoca a tua revolução, ajuda a criar a rede, acredita…

 Para começares a perceber um pouco do funcionamento da economia, presta bem atenção ao novo filme de Costa Gravas. Repara também que a musica deixou de ser interventiva, assim como os filmes. Ninguém na música escreve sobre a crise financeira, assim como poucos são os filmes que a abordam. Este filme de Costa Gravas expõe o que realmente se passa nas nossas costas. Pela entrevista percebes muita coisa

VER ENTREVISTA

A malta do The Rice Experience mantém-se disponível para continuar a partilhar ideias, assim como ajudar quem quer que ouse começar a mudança nutricional. Induz a tua própria transformação e um 2014 cheio de transformações induzidas….

Written by thericeexperience

Janeiro 3, 2014 at 3:31 pm

Sugestões Para Uma Vida Mais Saudável

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Parece que o mundo ainda não acabou, mas de certeza que a quantidade de preppers aumentou bastante, assim como técnicas e estratégias para o dia do caos. Brincadeiras à parte, parece que vamos ter de continuar a viver, que chatice.

Não queríamos deixar o ano de 2012 sem desejar um óptimo 2013, com algumas sugestões que achamos importantes.
Àqueles que precisam de um empurrãozinho e que sentem uma oportunidade de recomeço num princípio de ano, aqui ficam as nossas sugestões:
1 – Aceita o facto de que és responsável pela tua saúde e pela tua vida.
Esta responsabilidade vai-te tornar mais forte e centrado.
2 – Introduz na tua dieta, cereais integrais bem cozinhados, vegetais, raízes e leguminosas.
3 – Reduz o consumo de carne e proteína animal e evita açúcar, lacticínios e alimentos processados.
4 – Mastiga bem os alimentos, nunca menos que 50 vezes.
5 – Pratica exercício físico diário. Aumentas a flexibilidade, vitalidade, agilidade e evitas a estagnação.
6 – Recupera a tua velocidade natural praticando respirações diárias.
7 – Reconecta-te com a natureza. Cultiva um jardim, passeia num parque, cozinha. Traz plantas para casa.
8 – Junta-te a um grupo onde possas partilhar as tuas experiencias.
9 – Esquece as doenças, os vírus, as bactérias. Aprende a ser o teu próprio médico.

Podes continuar a contar connosco para aulas de cozinha, orientação alimentar, duvidas, etc.

A equipa de The Rice Experience deseja-te um excelente ano de 2013.

Written by thericeexperience

Janeiro 3, 2013 at 2:10 pm

Os Melhores Restaurantes vs Comida Caseira

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Gourmet, Tailandês, Nepalês, Pizzeria, Buffets, Sushi, Chinês, Molecular, Tradicional, Marisqueiras, Tascas, Japonês, Vegetariano. Só falta mesmo um restaurante crudivoro.

Após a escolha do consumidor alvo, os restaurantes preocupam-se apenas com o sabor da comida. Quanto mais intenso e marcante melhor. Não há critério na escolha dos meios que ‘injustificam’ os fins. As razões que nos levam a gastar parte do nosso curto salário, e a ginástica orçamental que fazemos para não abdicarmos deste luxo, é uma batalha que travamos para saciar os impulsos alimentares, mesmo sabendo que comer em casa tem mais qualidade e é muito mais barato.

O principio invisível do “quero ser surpreendido” garantem-nos pelo menos duas horas de glória, que acabam assim que chega a conta. Normalmente concluímos que comemos bem, mas a voz da consciência questiona o valor monetário da “conta”. Mesmo assim, a procura desesperada pelo hype do próximo restaurante leva-nos a acreditar que somos todos escravos de novos sabores. É inevitável que durante o dia, a nossa imaginação desperte o desejo de novos paladares, alimentos e bebidas.

Somos guiados por uma vontade obsessiva de comer algo que tape esta ansiedade ‘mental’ do sabor. Temos tendência a procurar sabores cada vez mais intensos, cada vez mais fortes. É como se o nosso “Buffer” estivesse sempre a aumentar, incansável de ser saciado por algo “diferente”.

Combinar alimentos naturais em casa e produzir sabores similares aos restaurantes Gourmet, não é possível. A quantidade de molhos que estes cozinheiros utilizam para cozinhar é assustadora. Viajar pelo mundo em busca dos molhos mais químicos e das combinações mais esquisitas de alimentos, fará de mim um cozinheiro Gourmet? Parecemos rendidos à sua arte, mas realmente onde se esconde a arte num cozinheiro que utiliza molhos cheios de estabilizantes, reguladores, açúcar, essências químicas, edulcorantes, xaropes, vinagres etc.?

O Sushi, aparentemente saudável, tornou-se uma moda que virou epidemia. Além de destruir os ecossistemas marinhos, através da pesca compulsiva do Atum, utiliza arroz branco desnutrido cozinhado com açúcar, vinagre e acido acéptico, com molho de soja químico com açúcar- ingredientes que desmineralizam e intoxicam o nosso organismo.

Os químicos alimentares, impulsionadores de sabores, criam desequilíbrios graves, colocando em risco a homeostasia do nosso organismo. Um alimento com químicos, a partir do momento em que é consumido, é assimilado de forma deficiente. Os nossos órgãos não têm capacidade de o desmantelar, assimilar e libertar. Esses químicos acumulam-se no nosso corpo, ao longo da nossa existência, provocando problemas de saúde.

Toda esta realidade gastronómica química invade as nossas casas. Criamos o imaginário de Chef da nossa cozinha, do nosso mundo. Encarnamos a personagem de Oliver ou Anthony Bourdain. Deixamo-nos levar pela fantasia gastronómica proporcionada por estes cozinheiros mágicos e, de invenção em invenção, acabamos a colocar açúcar para cozinhar o jantar.   

O desafio da cozinha que procuramos, não é com muito cozinhar alimentos pouco nutritivos, quimicamente saborosos, mas antes, com pouco, cozinhar alimentos nutritivos e naturalmente saborosos, devidamente assimiláveis pelo nosso organismo. O segredo da cozinha que promovemos está na simplicidade e não na complexidade.

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Setembro 13, 2011 at 11:31 am

Estamos Dependentes Da Industria Farmacêutica

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O ser humano é falível. O ser humano é imperfeito.

Por norma definimo-nos mais por aquilo contra o que somos, do que por aquilo a favor do qual somos. Temos também o vício de nos deixar moldar por desejos. Esses desejos são, normalmente o que consideramos ser o aspecto positivo das situações (saúde, felicidade, sorte, beleza). Os grandes homens, e as grandes mulheres foram moldados na adversidade, não na facilidade. O conhecimento nasce da dificuldade, e não existe nenhuma fórmula universal para responder a situação alguma.

Uma característica que se tem vindo a acentuar no homem moderno é o querer TUDO e o querer AGORA. Não há tempo a perder, nem tempo para aprender. No que respeita à saúde em particular, todos a querem da forma mais rápida e indolor possível. À medida que nos fomos alienando da nossa essência humana, caímos em várias armadilhas, e essa é apenas uma delas. Todos os dias observo episódios que o ilustram. Assim que alguém se sente “doente” ou minimamente desconfortável toma imediatamente um comprimido, actualmente até já existem comprimidos para se tomar antes de haver sintomas de doença. Da mesma forma que todos fingimos que a morte não existe, também todos fingimos que não há um preço a pagar para tudo aquilo que fazemos. Podemos reconhecê-lo e assumi-lo ou não, mas tanto os excessos e desvios alimentares mais tarde se manifestam física e psicologicamente, como o “milagre” da medicina moderna a médio/longo prazo acarreta consequências gravosas e muitas vezes difíceis, senão impossíveis de reverter. Não há almoços grátis.

Outra característica inerente ao homem moderno é a da contestação: contestam-se as medidas governamentais e as medidas fiscais mas não a base que as suporta. A atitude é semelhante relativamente à medicina: contestam-se os preços dos medicamentos, os preços dos seguros, os preços das taxas moderadoras mas não o núcleo de toda uma indústria, que, tal como todas as outras assenta na maximização do lucro seja de que forma for. Os gestores das empresas farmacêuticas e os gestores das empresas hospitalares estão tão preocupados com a nossa saúde como os gestores da REN ou da Águas de Portugal, limitam-se a criar um sentimento de necessidade pelo seu produto. Existem também uma campanha de marketing de branqueamento tal como o McDonalds tem, de modo a não alienar os consumidores mais preocupados.

Se cada um de nós investir um décimo do tempo que tem livre, no estudo da causa/efeito e tiver a ousadia de agir em conformidade, não só a máquina que capitaliza a saúde sofrerá um rude golpe, como todas as outras que assentam na exploração humana o sofrerão.

Será fácil? Provavelmente não.

Será rápido? Certamente não.

Será possível? Nas palavras de Martin Luther King “I have a dream”

Toda a gente quer dançar com o diabo, mas ninguém quer pagar à banda

 Texto de Hugo Lopes, editor do blogue www.ofimdanoite.wordpress.com

Written by thericeexperience

Maio 4, 2011 at 11:10 am

A Crise Económica, Estilos De Vida E O Futuro

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É altura de reflectir. Reflectir friamente sobre os hábitos que nos condicionam e nos limitam criando barreiras à evolução. Reflectir ajuda a quebrar hábitos, mas perder as regalias conquistadas deprime-nos. Quem não gosta de ter um bom carro, vestir boas roupas e ir a bons restaurantes? Se reflectirmos, observamos que por detrás da vaidade e do status do carro vem o crédito e o preço dos combustíveis/portagens, por detrás da beleza das roupas, vem a futilidade das modas e normas sociais, por detrás dos melhores restaurantes, temos comida de pouco valor nutritivo. Por isso é que uma mudança de hábitos pode ser benéfica para a evolução do ser humano, trazendo ideias novas e diferentes. Mas infelizmente vivemos presos ao ciclo vicioso da economia, do ditado “chapa ganha, chapa gasta”, do estilo de vida que idealizamos, presos à frustração do dinheiro

Todos gostamos de ver as fotos da casa nova do Ronaldo e falar do euromilhões, mas sinceramente que sentido é que faz perder tempo com a vida que gostávamos de ter, em vez de aproveitarmos a que temos.  

Se calhar vemos demasiada televisão. Se ignorássemos o excelente serviço prestado pelas televisões deste país, que serve apenas para nos desmotivar e explorar, tínhamos mais tempo, para a família, amigos, convivio, ler, criar, praticar desporto, etc.

Mudar de alimentação é importante. Evitar as modas do vegetarianismo feito ás três pancadas, às rodas de alimentos adulteradas, ás modas da comida saudável com muita cor. Choca-nos ouvir os constantes disparates que médicos e nutricionistas publicam nos meios de comunicação. As mudanças não passam por substituir o leite de vaca pelo leite de arroz, ou trocar os iogurtes convencionais pelos de soja, nem tão pouco trocar a carne pelo tofu. A palavra de ordem é simplificar, simplificar a comida simplifica a saúde, complicar a comida complica a saúde.

Á medida que se simplifica e se criam novos hábitos, é possível chegar aos 15 euros semanais gastos em alimentação por pessoa. Se enveredarmos por este caminho louco, deixamos de consumir tudo o que nos faz mal e é caro: Lacticínios; carne; peixe; farinhas brancas; açúcar refinado; refrigerantes e sumos; café; fruta; alguns vegetais (tomate, beringela, batata). Todos estes alimentos são nocivos para a nossa saúde, toda a comida transformada, processada e embalada encarece a nossa alimentação. Estes alimentos prejudicam o funcionamento dos nossos órgãos e são responsáveis pelo mau estar em que vivemos. “Pagamos para ficar doentes, através dos alimentos que compramos e pagamos para nos curarem”.

The Rice Experience defende uma dieta rica em hidratos de carbono (arroz integral, millet, quinoa, aveia, trigo, trigo sarraceno); leguminosas (feijão, grão, lentilhas); vegetais (cenoura; nabo; alho francês; brócolos; couve flor; agrião; nabiça; couve) e algas. Estes são os alimentos que promovem bem-estar e nos reeducam.

Esta crise de que todos falamos não é novidade, é como um cancro que tem sido alimentado pelos idiotas que se vestem de pompa e circunstancia e que mutilam o país onde vivemos. É um facto que a incompetência de uns prejudica a vida de todos, mas não podemos deixar passar esta fase difícil, carregada de angústia e revolta. Tem de haver estratégia. Temos de aproveitar todas a crises, acreditando que é sempre possível construir ou reconstruir algo das cinzas. A mudança não começa no orçamento de estado, mas sim nas nossas casas, através daquilo que entra na nossa boca. De dentro para fora, nunca de fora para dentro.

Written by thericeexperience

Dezembro 25, 2010 at 12:24 pm