THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

Archive for the ‘Doenças’ Category

Hiperactividade Origina Graves Dificuldades De Aprendizagem

leave a comment »

HAPPY-CHILDREN2Se te sentires inseguro a subir a uma escada, agarras-te ao corrimão para te apoiares. O mesmo acontece com uma criança hiperactiva em relação à escolha dos melhores alimentos que promovem o equilíbrio da sua química cerebral. A Hiperactividade provoca problemas de concentração, torna as crianças impulsivas, descontroladas. As que mudam para uma dieta equilibrada, descobrem uma nova forma de viver.

Em alguns casos, identificar as intolerâncias alimentares removendo-as da dieta, eliminam a Hiperactividade. Pelo menos, proporcionar uma dieta saudável é a melhor forma de tratarmos dos que amamos e de nós próprios. De seguida mostraremos os alimentos que devemos evitar, assim como os que ajudam a tratar este problema.

Uma coisa é querermos dar a melhor dieta aos nossos filhos, a outra é termos sucesso ao fazê-lo. A melhor forma de melhorar a dieta do seu filho é participar e mudar a sua dieta também. Isto requer uma selecção mais cuidada dos produtos a comprar. Não faz sentido a criança comer uma coisa e os pais continuarem com a sua alimentação antiga. O que faz mal à criança faz mal aos pais, até porque é injusto para a criança se sentir excluída. Esta mudança pode ser feita de forma a possibilitar à criança participar na concepção dos pratos: poderá ajudar a dar vida e a aguçar o apetite.

Alimentos recomendádos:
Gorduras saudáveis: as gorduras são de extrema importância para o bem-estar físico e mental porque saciam. Boas fontes de omega3 (óleo de fígado de bacalhau orgânico, ovos biológicos, salmão de alto mar, sardinhas, carapaus, procurar sempre peixes de alto mar), manteiga ou óleo de coco bio, queijo de cabra bio, manteiga de vaca sem sal bio, azeite de 1ª pressão a frio bio. Não use óleo de canola, soja, girassol ou de milho.

Proteína: Peixe de alto mar (4x por semana), ovos bio (1x por semana), carne bio em moderação (2x semana), grãos, feijão azuki, feijão manteiga/branco/preto/frade. Atenção que os feijões carecem de cozedura feita em casa, visto que a alternativa já cozinhada e embalada está cheia de químicos e conservantes e não é aconselhável.

Vegetais: De forma a tornar a alimentação divertida, use vários vegetais cozinhados de diversas maneiras. Dê ênfase ao agrião, nabiça, grelo, cenoura, nabo, batata-doce, feijão verde, cebola, brócolos, couve-flor, abóbora, cebolinha, beldroegas, couve coração, couve portuguesa, aipo, salsa, coentros, endro, cogumelo shitake.

Minerais: Não subestime o poder nutritivo dos vegetais aquáticos. As algas são super ricas em vitaminas, minerais e proteínas. E existem na costa portuguesa, não servindo de desculpa para quem o classifica como alimento oriental.

Cereais Integrais: Existem dois tipos de hidratos: os simples e os complexos. É pena ainda existirem nutricionistas que não percebam a diferença entre eles. Os simples são desnutridos de vida, super processados. Estamos a falar do açúcar, seja ele de que cor for. Desmineralizam, destroem a flora intestinal, sobrecarregam rins e fígado, assim como esgotam o oxigénio do corpo. Enfim, se é mau demais a sua existência, muito pior é o seu consumo. Dão uma energia rápida, provocando dependência física e psicológica. Quando falamos dos complexos estamos a falar dos cereais na sua versão mais genuína, como por exemplo e por ordem de importância: arroz integral, millet, trigo sarraceno, cevada, centeio, amaranto, boulgur. Promovem o bem-estar físico, são digeridos de uma forma calma, proporcionando relaxamento, maior capacidade de concentração, assim como maior capacidade de lidar com as adversidades da vida. Dão uma energia menos explosiva do que os hidratos simples, mas muito mais duradoura e fluida.

Alimento a excluir:
1 –Açúcar – quer seja do açucareiro, quer seja de produtos processados. Para percebemos do que estamos a falar, até o presunto do Continente tem açúcar. Talvez seja a hora de começar a vasculhar os nomes dos ingredientes.

2 – Açúcares artificiais – presentes nos produtos light e diet, são eles o aspartame, os edulcorantes.

3 – Alimentos com aditivos, conservantes e colorantes – Quase todos os nomes estranhos que aparecem na lista dos ingredientes são provenientes desta categoria.

4 – Estimulantes/Refrigerantes – Todos os que não dizem 100% sumo de fruta.

5 – Químicos – são todos os nomes esquisitos que não entram na categoria 3.

6 – Gorduras hidrogenadas (margarinas e manteigas), Trans-Saturadas (fastfood, congelados), óleos refinados (bolachas e snacks doces que as crianças adoram).

7 – Leite e Lacticínios provenientes da vaca.

Baseado num artigo de Rebecca Wood

Não tenhas medo da mudança. Sabes melhor que ninguém de que as transformações mais profundas e complicadas são as que trazem maiores frutos. A perseverança e a rotina facilitam a criação de hábitos. O que hoje é complicado, amanhã torna-se simples. Nada como sermos nós a tratar de nós.

Anúncios

Written by thericeexperience

Janeiro 21, 2014 at 2:39 pm

Publicado em Doenças

Naboru Muramoto, Ulcera Gástrica – Caso De Estudo

leave a comment »

kuzu-drawingNo Japão, uma senhora de 39 anos com uma Ulcera Gástrica, veio ter comigo após ter visitado o hospital. Disseram-lhe que precisava de ser operada três dias depois. Relutante sobre o violento tratamento a senhora procurou a minha ajuda. Naquelas circunstâncias eu precisava de fazer alguma coisa rápida e eficaz, sorte a senhora estar disponível cheia de vontade de cooperar. Restringi a sua dieta e dei-lhe um chá de umeboshi-shoyu-gengibre-banchá. A umeboshi estimula a produção de saliva e a saliva é bastante alcalina. Ajuda a neutralizar o excesso de acidez estomacal que é a causa do aparecimento da Ulcera. Receitei também chá de 3 anos três vezes ao dia e arroz integral temperado com umeboshi uma hora depois do chá. Este prato é de fácil digestão e alcaliniza.
O tratamento foi imediatamente eficaz. No dia seguinte a senhora já se sentia melhor. Cancelou a operação e rapidamente curou a Ulcera.

Written by thericeexperience

Setembro 19, 2013 at 5:52 pm

Publicado em Doenças, Personalidades

Leite, Compromisso Degenerativo

with 3 comments

milk-into-glassDa minha experiência com mais de 1000 doentes nos últimos anos, cheguei à  conclusão que os lacticínios são o alimento mais nocivo da dieta Norte  Americana. Não me canso de dizer aos meus pacientes que o leite materno é para os bebés e o leite de vaca para os bezerros. Nós não parecemos,  não pensamos, não crescemos, não nos portamos como vacas, então para quê beber o seu leite?

A introdução do leite de vaca na alimentação de uma criança provoca uma série de problemas como cólicas e diarreias.

Porque é que falhamos na observação deste “pormenor”? Na fase de crescimento  de uma criança que consome produtos lácteos poderão surgir: problemas  respiratórios, amigdalites, gripes, congestão nasal crónica, ranho no  nariz, otites e asma. Assim como, dores de cabeça, insónia ou  hiperactividade. Os pais assumem a existência de alergias ignorando o  facto de que pode estar relacionado com a alimentação.

Com o crescimento da criança, o uso continuado de lacticínios poderá  provocar o aparecimento de problemas de pele como eczemas e, no caso das raparigas, ciclos de menstruação irregulares acompanhado de dores  fortes. A criança pode-se sentir cansada, sonolenta, com peso a mais e  apresentar manchas escuras debaixo dos olhos. Os sintomas vão-se  alterando com o tempo mas o efeito do consumo continuado de lacticínios provocará vários problemas ao longo da vida.

Os problemas comuns relacionados com o consumo de lacticínios são  sinusite, enxaquecas, otites, sonolência, tosse, tudo sintomas que  surgem mais à noite ou ao acordar. No sexo feminino, assistimos ainda a  sintomas como extra sensibilidade no peito, descargas vaginais, quistos nos ovários, fadiga, cancro da mama, etc.

As dores de estômago foram rotuladas pelos médicos como Sindroma do Cólon  Irritado. Os doentes pensam que é uma doença, enquanto os médicos  arranjaram um nome para justificar um sintoma do qual não sabem a  origem, tratando-o com medicamentos. A eliminação dos produtos lácteos  ajudam a curar estes sintomas.

Texto da Dr.ª Helen V. Farrel, retirado do livro “Doctors look at Macrobiotics”

Written by thericeexperience

Julho 11, 2013 at 11:57 am

Dados Cientificos Sobre Os Problemas De Dentes

leave a comment »

Dr. Weston Price, um dentista que investigou intensivamente a saúde dentária dos povos ancestrais, primitivos e modernos e a sua relação com a dieta, observou que das 1276 caveiras dos índios peruvianos nenhuma tinha deformações na arcada dentária. Em comparação, 75% dos Americanos estudados exibiam cáries, má formação do maxilar e arcada dentária. Dos dados recolhidos, 100% dos índios primitivos não apresentavam sinais de cáries ou de deformações dentárias.

pullingteeth

O estudo, exaustivamente documentado por Dr. Price, inclusive com fotografias do “antes e depois” do aparecimento da civilização, demonstra o que os viajantes antigos e modernos testemunharam que, as pessoas que viveram de uma forma regrada, respeitando os ciclos da natureza e as tradições, encontravam-se em muito melhor estado de saúde do que as populações dos dias de hoje . Tradicionalmente, as dietas locais estavam livres de “alimentos processados” como o açúcar, vegetais de lata, produtos com farinha branca, permitindo às populações uma melhor qualidade de vida, com poucas doenças. A partir do momento em que as comidas processadas passaram a fazer parte das dietas das tribos, os problemas de saúde surgiram de imediato. Problemas dentários, tuberculose, crianças deficientes ou infertilidade são os primeiros sintomas. Estes problemas de saúde surgem mesmo que se mantenham o resto dos hábitos tradicionais dos povos. Não são hereditários, porque atingem pais e filhos.

Dr Price concluiu também que as dietas desequilibradas que provoquem problemas de saúde podem ser revertidas de uma geração para a outra. Sempre que os povos primitivos optaram pelo consumo de comida processada, enfraqueceram. Voltando há sua alimentação original, conseguiram restabelecer o seu estado de saúde, ficando mais saudáveis e mais fortes.

Estudos feitos às populações e às suas dietas tradicionais, que lhes permitiram gozar de boa longevidade e qualidade de vida, revelam alguns elementos nutricionais comuns. Testes laboratoriais demonstram que, apesar de bastante diversificadas, todas as dietas são baixas em calorias, proteínas, gorduras e ricas em hidratos de carbono complexos (ex: cereais integrais na sua versão integral), em tudo diferente das dietas praticadas pelo Homem nos dias de hoje. Estas conclusões dão que pensar….

Written by thericeexperience

Maio 6, 2013 at 4:58 pm

Dores De Cabeça

leave a comment »

migraines-smokingAs dores de cabeça são uma das doenças mais frequentes no homem. Os sintomas variam desde as dores mais fortes às mais fracas. Podem ser dores gerais ou localizadas dependendo da zona da cabeça. Podem ser intermitentes, constantes, a parecer que nos estão a bater com um martelo ou a pressionar a cabeça. Existem as ocasionais e as crónicas.

De acordo com o livro “Symptomes, The complete Home Medical Encyclopedia”, existem cerca de 150 químicos que podem provocar dores de cabeça. Alguns exemplos são: fumos de todos os tipos, álcool, amoníaco, barbitúricos, benzina, gasolina, querosene, morfina, ópio, elevadas doses de vitamina A e D, excessiva dose de esteroides, etc. Existem outros tipos de factores, como tensão, trabalho exaustivo, ansiedade, depressão, insónia, mudanças hormonais, reacções alérgicas, etc.

Não há dúvida de que os factores acima descritos, são os responsáveis pela ocorrência deste problema. De acordo com a Macrobiótica, estes agentes provocam uma diminuição dos níveis de oxigénio nas células nervosas do corpo e do cérebro. Uma dieta rica em gorduras e produtos animais leva à contracção das arterias e veias, e uma dieta rica em açúcares pode provocar uma expansão das mesmas. A contracção e expansão das artérias e veias são provocadas por uma dieta sustentada por alimentos ácidos, os quais reduzem os níveis de oxigénio nas células e provocam dores de cabeça.

Baseado no livro “Natural healing: from head to toe”, de Cornellia Aihara e Herman Aihara

Written by thericeexperience

Dezembro 19, 2012 at 8:34 pm

Publicado em Doenças

Desequilíbrios Emocionais, Depressões e Ansiedades

with one comment

Naturalmente, quando escolhemos os alimentos através de reacções emotivas, escolhemos alimentos isentos de vida, processados, alimentos que não suportam a nossa saúde, que nos desequilibram, que destabilizam a nossa paz de espírito. Uma pessoa que sofra de depressão pode escolher comer uma caixa de gelado, enquanto que uma pessoa ressentida e furiosa pode escolher comida processada, rica em gorduras Transaturadas: pizza, hamburgers, galinha frita e outros produtos das cadeias de junk food.

Consegues-te recordar de alturas em que te sentiste emocionalmente instável e ao mesmo tempo com fome, em que preparas-te uma refeição saudável, equilibrada? Eu acho que isso nunca deve ter acontecido. Simplesmente não acontece dessa forma, mesmo que seja a melhor coisa a fazer. Infelizmente não é dessa forma que nós alimentamos as nossas emoções.

Quando te sentes deprimido/furioso e escolhes alimentos pouco nutritivos, estás simplesmente a escolher alimentos que recriam e perpetuam esses desequilíbrios emocionais gravando-os no teu organismo. Quando o repetes vezes e vezes sem conta, como um risco num disco de vinil, pode levar ao padrão de comportamento conhecido como vicio/adição.

Esse vicio/adição conduz-te, sistematicamente para alimentos pouco nutritivos. Esta reacção inconsciente, advém do simples facto de que as experiencias emocionais são desgastantes levando-nos há exaustão. A reacção a este estado tem como objectivo, recarregar e restabelecer a nossa insatisfação com um alimento favorito. Mas as escolhas alimentares reactivas, não só suportam o nosso fraco estado emocional, como também preparam a mente para mais reacções que agravam todo este processo.

Da próxima vez que te sentires deprimido/furioso, experimenta comer pouca quantidade de cereais integrais com vegetais, fazer exercícios de respiração, exercício físico e observa o que acontece.

Se verificares que cada vez que tiveres nesse estado, a tua obsessão por comidas processadas for incontrolável, toma consciência que te encontras descontrolado ao nível da alimentação. Se acontecer, dificilmente vais conseguir-te nutrir. Comer uma caixa de gelado quando te sentires deprimido, não te vai nutrir, nem inspirar, nem curar a tua depressão. Por outro lado, vai alimentar e aumentar ainda mais o teu débil estado.

A essência de te tornares proactivo em relação ás tuas escolhas alimentares, será simplesmente, “escolheres mesmo” a tua comida. Não deixas que a comida te escolha, nem que te controle, e não subestimes o poder dos alimentos, porque se o deixares, vai controlar-te e destruir-te.

Baseado no livro de Steve Gagné “Food Energetics”

Entendemos por alimentos processados, todo o tipo de alimentos naturais ou não, que sofreram um processo de transformação industrial. Incluem todo o tipo de bebidas. Independentemente de onde fazemos as nossas compras, Hipermercados, Lojas de Produtos Naturais, etc., os produtos processados encontram-se na sua maioria embalados.

Written by thericeexperience

Novembro 2, 2012 at 11:57 am

Publicado em Doenças

A Febre e os Malefícios das Aspirinas e Antibióticos

with 2 comments

Há centenas de anos, um aumento da temperatura do corpo era considerado benéfico, era como que um sintoma de aceleramento do processo de cura, sinal de que o percurso necessário ao desaparecimento da doença já tinha começado. Mas nos últimos oitenta anos, a medicina convencional tem vindo a insistir que a febre não faz parte do processo de cura, mas sim que a febre é a doença.

Felizmente que a ciência está suficientemente sofisticada, para descobrir e confirmar através do método cientifico a sabedoria desenvolvida pelos ancestrais, através dos sonhos, visões e intuição. Foi descoberto recentemente que as bactérias não conseguem sobreviver a temperaturas febris e que o ferro e o zinco armazenado – necessário ás bactérias para crescer – baixam durante a febre. Durante a febre as bactérias são aniquiladas. Em vez de ser vista como um inimigo, a febre deve ser vista como um aliado no tratamento da doença.

Geralmente a febre começa nos intestinos e está associada ao consumo de proteínas animais, como a carne, galinha, ovos, e leite e seus derivados. Um excesso desta proteína, senão for movida suficientemente rápido nos intestinos, entra em putrefacção convidando as bactérias para a festa. As febres surgem com o objectivo de queimar a matéria putrificada, assim como as bactérias. Interromper o processo com aspirina ou antibióticos é matar os nossos próprios agentes de limpeza, quando a situação está bastante confusa. Como o trabalho não é concluído, todo o lixo é deixado para trás, incluindo os corpos das bactérias mortas, deixando uma herança de futuras doenças e infecções.

Cada infecção interrompida deixa matéria podre no nosso organismo. Futuras doenças que surjam com o objectivo de limpar essa matéria, vão sendo interrompidas criando um ambiente bacteriano em crescendo, acumulativo. Desta forma conseguimos perceber o porquê de ficarmos cada vez mais doentes á medida que vamos envelhecendo.

Cada vez que o corpo tenta limpar a casa, interrompemos o processo com medicação, sobrecarregando cada vez mais o nosso organismo, armazenando novamente a matéria em putrefacção.

O sistema imunitário, na ausência de espaço para arrumar estes desperdícios, procura outras zonas de acumulação. A partir deste ponto qualquer tipo de doença que se manifeste é perfeitamente compreensível.

Baseado no livro de AnneMarie Colbin “Food and Healing”

Written by thericeexperience

Julho 15, 2012 at 10:31 pm

Publicado em Doenças