THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

Archive for the ‘Super Alimentos’ Category

Spirulina Da Serra De Monchique

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dried_spirulinaA equipa de The Rice Experience adora Monchique. Quando soubemos que se produzia Spirulina em Monchique ficámos surpresos, ansiosos, radiantes por descobrir quem era responsável e qual a sua localização. Pensámos que poderia ser um mito, um boato, mas felizmente e para bem de todos os portugueses, é verdade. É em Monchique, que se produz algo tão único, tão nutritivo, feito com a água mineral com o PH mais elevado em Portugal. Qual o resultado? Provavelmente a melhor Spirulina do mundo. O primeiro contacto com a Cristina e com o Georges foi de amor á primeira vista. Este casal mostrou-nos que a Spirulina afinal não é aquele pó nojento, escuro e mal cheiroso que sabe mal. É algo mágico, forte, inspirador, saudável e saboroso.

Os benefícios do consumo de Spirulina são tantos que vamos enumerar os mais importantes:

– Ajuda a equilibrar a dieta, luta contra o stress oxidativo, largamente responsável pelas doenças auto imunes, doenças degenerativas e alergias. Muito rico em antioxidantes (zinco, vitamina D, vitamina A, vitamina E, vitamina B12) protege contra os radicais livres, inimigos das nossas células da pele. Contém também grandes quantidades de beta-carotenes: precursor da vitamina A, essenciais para uma pele saudável, e a sua acção contra a pele seca é cientificamente reconhecida.

– Fortalece o sistema imunológico ao ponto de testes mostrarem que 72 horas após o seu consumo, as células do sistema imunitário se multiplicam 13 vezes.

– Super eficiente na luta contra o cansaço porque preenche os pequenos espaços onde existe falta de vitaminas, minerais e elementos traço. É especialmente aconselhado em casos de anemia devido ao seu alto conteúdo de ferro, facilmente assimilado pelo corpo.

– A Spirulina é energia pura concentrada ideal para praticantes de desporto. A clorofila presente oxigena os músculos, dificultando o aparecimento de acido láctico, promovendo uma recuperação rápida depois dos treinos.

– Enriquece a flora intestinal, prevenindo a prisão de ventre e diarreia e o aparecimento do colesterol mau devido ao seu alto conteúdo de ómega 6 que ajuda na dissolução dos depósitos de colesterol nas artérias, causador de ataques de coração. Muita rica em vitamina PP que influencia na diminuição do colesterol LDL (o mau) e aumento do colesterol HDL (o bom).

– Constituída por 70 % de proteína, capaz de destruir células cancerígenas, e de transmitir ao cérebro a sensação de saciedade, ajudando no controlo de peso. Ajuda também a regular os níveis de açúcar do sangue, instrumento essencial no controlo de diabetes tipo 2.

Baseado num texto de Georges Porta, responsável pelo projecto “Spirulina da Serra”

VISITE O SITE – SPIRULINA DE MONCHIQUE

Nota dos autores: A Spirulina para ser consumida seca, tem de passar por um processo de desidratação. Este processo é bastante sensível. A temperatura não pode exceder os 40 graus máximo. O mau sabor dos pós de Spirulina á venda no mercado, resultam do excesso de temperatura no momento de secagem. Uma embalagem de 100 gramas em pó pode custar até 7 euros. Para nós, faz mais sentido comprar uma embalagem de 100 gramas em palitos que custa 15 euros, mas que conserva todo o seu valor nutritivo.A Spirulina de Monchique respeita a 100% os métodos de produção de Spirulina.

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Written by thericeexperience

Maio 12, 2015 at 11:36 am

Feijão Natto, Ou Amamos Ou Odiamos

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imagesNota dos autores:
Ser saudável nos dias de hoje, parece ser uma tarefa complicada. Talvez seja, porque existe muita informação contraditória, vinculada por profissionais credenciados em termos académicos, mas pouco credenciados em termos do verdadeiro conhecimento nutricional. Demorou até se perceber que o leite de vaca é mau para a saúde, aparecendo agora a vez do salmão quimico do chile. No futuro, vai ser normal, surgirem noticias deste género, aliadas á indignação dos consumidores, e ao silencio criminoso da industria alimentar, que irá se manter irredutível na sua missão de espalhar a semente da doença e da destruição pelas nossas famílias.

Do lado mais “saudável” existem os pós oxidados mas milagrosos, que até se vendem nas farmácias, que prometem saúde e longevidade. Estou a falar das famosas super foods. Quem é que ainda não ouviu dizer que se dá muito bem com sementes de chia, mas o que eu gosto mesmo é da proteína de cânhamo que dá muita força.Ok, respeitamos, mas na nossa opinião não existe nada melhor do que os alimentos na sua versão integral.

Gostaríamos de partilhar com os nossos leitores o que para nós é uma verdadeira super food. Estamos a falar do feijão Natto que conhecemos no Brasil e que consideramos ser uma verdadeira bomba nutricional.

Texto:
Natto são feijões de soja fermentados. Há muito tempo que é considerado no Japão como um alimento único, tradicional e brutalmente saudável. Rico em proteína, é normalmente comido com arroz integral. Durante séculos, o Natto tem sido produzido usando um processo de fermentação especial, através da adição de bactérias benéficas, encontradas na palha do arroz de nome Bacillus Natto, aos feijões de soja. A fermentação aumenta o valor nutricional dos feijões e desenvolve um sabor e textura, únicos. A sua textura física é pegajosa mas é resultado do processo de fermentação natural.

Adiciona próbioticos á nossa dieta, ajudando na digestão, fortalecendo o sistema imunitário. Rico em vitamina K e vitamina PQQ, que ajuda as células no processo de metabolização. Podem encontrar este feijão peculiar na Miosótis produzido pelo Eugénio.

Baseado nos artigos “You´ll either love or hate those stinky, sticky beans” de Makiko Itoh, e “About Natto” do site meguminatto.com

Written by thericeexperience

Abril 8, 2015 at 4:33 pm

Alga Hiziki

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indexA alga hiziki é da família das algas castanhas, mas é preta, parecida com o esparguete, mas mais fina e curta. Cresce nos mares da Ásia Este, é colhida e seca na primavera. Tem um sabor forte a mar e uma textura firme e densa. É dos alimentos que tem mais cálcio e ferro e é uma excelente fonte de minerais e elementos traço (são aqueles que são necessários em pequenas quantidades), assim como vitamina A, C e B-12. Ajuda a reduzir o mau colesterol e ajuda a prevenir problemas de coração e cancro.

Fortalece a imunidade – cientistas da Universidade de Hiroshima concluíram que o consumo de Hiziki promove a produção de células B no pâncreas, aumenta a capacidade do corpo para destruir células cancerígenas, estimulam a proliferação de linfócitos.
Fonte: J.N. Liu et al., “B cell Stimullating Activity of Seaweed Extracts”, International journal of Immunopharmacology 19(3):135-42, 1997.

Produz um efeito anti-tumor – Cientistas japoneses concluíram que a Hiziki provoca a libertação de TNF (factor de necrose tumoral), através dos Macrófagos – que eliminam elementos estranhos ao corpo, provocando a destruição gradual dos tumores.
Fonte: Y Okai e tal., “Enhancing Effect of Polysaccharides form an Edible Brown Alga,” Nutrition and cancer 27(1):74-79,1997.

Baseado no livro “let the food be thy medicine” de Alex Jack

Nota dos autores do blogue: infelizmente Fukushima continua a verter radioactividade no Pacifico. Esta situação está fora do controle, além de outras que são encobertas pelos media. Chegámos ao ponto onde a qualidade de alguns alimentos está seriamente comprometida. Evita consumir algas produzidas no Pacifico. A Algamar é uma excelente alternativa. Boas refeições.

Written by thericeexperience

Dezembro 1, 2014 at 3:12 pm

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Agrião O Purificador Do Sangue

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indexNos dias de hoje, assistimos a cada vez mais pessoas com esquisitices, no que à alimentação diz respeito. Há uns que não comem glúten, outros que só gostam de brócolos, outros que só comem tomates e outros, ainda, que só comem batatas. Sem falar nos vegetarianos que de vez em quando comem peixe. Enfim, que confusão! Mas é perfeitamente normal, todos nós de uma forma ou de outra passamos por essa fase de procura e preocupação com a saúde. Era bem mais fácil poder confiar na OMS, na FDA, etc, mas esses senhores estão demasiado envolvidos com as grandes corporações. Afinal de contas quem é que não gostava de ganhar o euro milhões todos os anos? Mas à custa do sofrimento alheio?

Na procura de uma boa saúde acabamos por descobrir a Iswari e a Bio Samara com as super comidas. Dentro dos seus pacotes escondem-se pós milagrosos que nos prometem a saúde, a energia e o bem-estar. Agora, consumir vegetais de folha verde é que ninguém quer. Por isso, é que decidimos fazer um post sobre uma super comida viva de formato natural, ao invés dos pós mortos que se escondem dentro dos pacotes maravilhosos.

O Agrião é nativo da Ásia, Europa e América do Norte e faz parte da família da mostarda. Tem uma cor verde viva, ligeiramente amarga e apimentada e de textura sólida. É usado em saladas, sopas e outros pratos. É rico em cálcio, vitamina A e C e outros nutrientes. Na realidade, contem mais de 15 nutrientes vitais e minerais. Por ser tão denso e rico em nutrientes contem mais vitamina C que as laranjas, mais vitamina E do que os brócolos, mais cálcio do que o leite e mais ferro que o espinafre. A sua fibra ajuda na digestão. No oriente é usado para fortalecer os pulmões, intestino grosso e fígado. É um verdadeiro purificador do sangue.

Não te esqueças de procurar por eles na próxima vez que fores ao mercado. A malta dos Açores (Flores) tem-no de borla espalhado por todo o lado junto às ribeiras.

Baseado no livro “Let the food be thy medicine” e na Newsletter do site “MyfoodMyhealth”

Written by thericeexperience

Julho 22, 2014 at 5:54 pm

Alimentos Integrais Promovem A Saude E Bem Estar

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Ao longo dos anos, tenho vindo a ensinar a ideia de que para a nossa saúde e bem-estar devemos consumir alimentos integrais. As razões parecem óbvias. Alimentos integrais são aqueles que a natureza oferece, com todas as suas partes comestíveis.

Alimentos integrais de origem vegetal incluem frutas e legumes frescos, cereais integrais (milho, arroz integral, aveia, centeio, trigo, trigo sarraceno, quinoa, farinha de milho), feijão e leguminosas (lentilhas, grão de bico, feijão, etc.), nozes e sementes. Alimentos integrais de origem animal incluem ovos, pequenos peixes inteiros, frutos do mar (camarão, lagosta, caranguejo de casca mole) e pequenas aves. Sob este modelo, ao consumir grandes animais (carne de porco, carne bovina, carne de veado), a ideia é usar o maior número de peças possível (músculo, rim, coração, etc.), incluindo os ossos para fazer caldos, para maximizar a ingestão de nutrientes. Comer alimentos integrais garante o consumo da quantidade máxima de nutrientes naturais originais, nas proporções certas.

Por outro lado, alimentos processados são todos os alimentos onde faltam peças originais: hidratos de carbono complexos, refinados, como farinha branca e arroz branco (onde faltam as fibras e os nutrientes encontrados no farelo e no gérmen), adoçantes (açúcares cristalizados, xaropes – onde falta água), óleos, gorduras refinadas e desodorizadas (onde faltam os elementos essenciais). Os sumos de fruta e o Tofu são alimentos processados, que têm sido geralmente considerados saudáveis (onde falta a fibra), tal como o farelo de trigo, o gérmen de trigo (onde falta amido) e os suplementos vitamínicos (faltando macro e micro nutrientes).

Um regime saudável deve incluir pelo menos 70-80% de alimentos integrais. Como podemos duvidar da sabedoria deste conceito? Se os seres humanos são parte da terra, habitantes do ecossistema, onde são programados para sobreviver com o que a terra oferece. Será que o nosso organismo não detecta, quando consumimos alimentos onde faltam alguns dos seus ingredientes originais? Será que ele não irá responder, de alguma forma inesperada, a essa deficiência? Durante muito tempo, a sociedade ignorou esta questão, mesmo que estudos tenham demonstrado conclusivamente que os alimentos processados contribuem para a doença.

Mas, recentemente, tem havido alguns estudos que mostram mais claramente que o corpo pode distinguir entre alimentos integrais e processados, entre nutrientes dos alimentos e nutrientes tomados na forma de suplementos – e que os alimentos integrais têm mais benefícios para a saúde do que os nutrientes isolados.

Por exemplo, os alimentos integrais são mais susceptíveis de proteger contra a doença do que os seus nutrientes isolados. De acordo com Nan Kathryn Fuchs, Ph.D., os grãos integrais dão maior protecção contra doenças crónicas do que qualquer um dos seus nutrientes usado como suplementos. Um dos grandes benefícios de comer grãos integrais é que eles retardam o processo digestivo permitindo, assim, uma melhor absorção dos nutrientes.

Texto baseado num artigo de Annemarie Colbin

Written by thericeexperience

Setembro 3, 2013 at 10:21 am

Publicado em Super Alimentos

O Aumento Na Procura Da Quinoa

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A Quinoa floresce nas condições mais hostis, sobrevivendo ao gelo nocturno assim como a temperaturas de 40 graus durante o dia. É uma planta de grandes altitudes, que cresce a 3600 metros acima do nível do mar, com menos oxigénio e em solos pouco férteis, crescendo onde nada cresce.

As suas elevadas propriedades nutricionais preenchem os sonhos dos nutricionistas, que o receitam, aumentando ferozmente a sua procura nos países desenvolvidos. De cultivo sagrado para as culturas dos Andes, tornou-se num super alimento para as classes médias da Europa, Estados Unidos, China e Japão.

A procura crescente por este cereal significa menos consumo na Bolívia e Peru, países de origem, onde o preço triplicou desde 2006. Existe a preocupação de que este aumento de consumo poderá provocar problemas de má nutrição, visto que os produtores poderão preferir vender as suas colheitas do que usá-las para consumo local.

A quinoa real, que cresce somente no sul da Bolívia, tem mais proteínas, vitaminas e minerais do que o caviar. É o único vegetal que contem todos os 10 aminoácidos essenciais. O seu valor calórico é maior do que os ovos e leite, sendo comparado apenas com a carne. A importância que ganhou no mercado, fez com que muitos agricultores voltassem às terras, fugindo das cidades, à procura de uma melhor qualidade de vida. Esta situação potencializou um aumento na disputa das terras para cultivo.

A preocupação crescente na diminuição do seu consumo interno, surge também, devido ao aumento da oferta de produtos processados, como arroz branco, massas, doces, refrigerantes, etc. Esta substituição dos alimentos que constituíram a base da nutrição das civilizações durante centenas de anos, acarreta custos incalculáveis para a saúde dos povos.

Os especialistas apontam o aumento da produção, para fazer face às necessidades internas, baixando os preços, de forma a nutrir as populações.

A lógica do sistema capitalista assenta na procura e oferta não sendo considerado sequer a importância da localização geográfica dos produtos. O petróleo proporcionou uma facilidade no transporte dos bens de consumo. Tudo o que é procurado é satisfeito. Esta realidade assustadora parece ausentar de responsabilidade todos nós, que somos os únicos responsáveis. A satisfação das nossas necessidades tem um preço bem maior do que o preço de mercado.

Baseado numa noticia do site do Jornal “The Guardian”

Written by thericeexperience

Janeiro 15, 2013 at 5:13 pm

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Sal Químico E A Sombra Da Hipertensão.

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A maior parte das pessoas usam sal em demasia, talvez numa tentativa inconsciente de compensar o uso de sal de pobre qualidade nutritiva que se encontra disponível. O consumo excessivo traz graves problemas de saúde, se bem que o alarmismo sobre o seu consumo, publicitado pelos especialistas em saúde, não ajuda a resolver o problema. O que fazer? Vamos procurar responder ao problema do sal de uma forma simples.

Sal é vida, mas como tudo o que faz bem, em excesso faz mal, o sal não foge á regra. Tal como os oceanos que necessitam do sal para despoluir, recebendo todo o lixo da civilização, nós os humanos temos a mesma necessidade. Na quantidade correcta, ajuda a tornar o sangue alcalino e a garantir um sistema imunitário forte. O consumo excessivo de sal tem como principal responsável, o consumo diário de proteínas animais, sendo praticamente impensável cozinhar peixe ou carne sem sal. A expressão “carrega no sal”, ou “não tem sal de mesa?”, garantem e perpetuam a inseparável relação que a nossa cozinha tradicional tem com o mais antigo intensificador de sabor.

O sal mais comum e utilizado em todo o mundo, é retirado de minas terrestres onde são se localizam depósitos de sal, embora parte dele seja retirado da água do mar. Ambos sofrem do mal do processamento químico. Durante o processo este é aquecido a altas temperaturas e refinado. O iodeto de potássio e o iodeto de sódio são acrescentados há sua composição, porque ajudam na formação da tiroxina, hormona criada pela tiróide lançada na corrente sanguínea, de extrema importância no funcionamento do metabolismo do nosso corpo. De forma a estabilizar os iodetos, são acrescentados: açúcar (dextrose); bicarbonato de sódio; carbonato de magnésio; silicato de cálcio; carbonato de cálcio. Porque é que se utilizam tantos químicos para a obtenção do sal? A principal razão tem a haver com a própria lei que incentiva a utilização dos iodetos, que por motivos de saúde pública, ajudam na prevenção do Bócio. Entrando no processo, os iodetos, obrigam a utilização de todos os outros químicos.

Mais uma vez e como tem sido habitual, os autores do blogue rejeitam a necessidade compulsiva da utilização de químicos em produtos, ainda para mais que envolvam o consumo humano. É evidente, que o consumo de químicos, obriga o organismo a metabolizá-los. Se um químico tem efeitos secundários, imaginem a combinação explosiva dos químicos da comida, com os químicos dos medicamentos, com os dos produtos de higiene, com os do ar, com os da água, etc…

Voltando ao sal. Existe um sal que não tem químicos, chamado sal integral, que é obtido pelo simples processo de concentrar água do mar, debaixo do sol. Muita atenção á escolha do sal. Para bem do consumidor, aconselhamos a criar o hábito de vasculhar bem as embalagens, ler e tentar perceber se o sal passa por algum processo químico.

A sua utilização:
– Facilita a assimilação de nutrientes pelo organismo.
– Mantêm o bom funcionamento dos músculos.
– Diminui a acidez gástrica.
– Estimula a circulação sanguínea, sistema respiratório, sistema nervoso, rins e bexiga.
– Elimina a acido úrico e acido lácteo.
– Serve de antibiótico.
– Proporciona a criação de ambientes celulares aeróbicos, cheios de oxigénio.

Decidir sobre o sal, assim como, que alimentos cozinhar, que alimentos combinar nas refeições, etc, pode tornar-se uma missão difícil. Existe muita informação dispersa, que em nada ajuda o esclarecimento do consumidor.

Partindo do simples, o TRE aconselha uma serie de princípios básicos.
1 – Reaprender/aprender a cozinhar. É importante apostar na formação pessoal partindo do pressuposto que não sabemos tudo e que temos sempre algo mais a aprender e a corrigir. Enviem-nos um e-mail a pedir informações sobre aulas de cozinha.
2 – Comprar sal de cozinha 100% integral. Não se assuste porque é barato.
3 – Consumir moderadamente (uma a duas vezes por semana), ou mesmo evitar alimentos que aumentem a necessidade do consumo de líquidos, são eles: carne, peixe, lacticínios, frutas tropicais ou fora de estação, açúcar, farinhas brancas, arroz branco.
4 – Substituir o consumo dos produtos do ponto 3, por cereais integrais na sua forma original: arroz integral; millet; trigo sarraceno; cevada; aveia.
5 – Não colocar sal durante a refeição.
6 – Comer mais vegetais, como por exemplo: cenoura, nabo, alho francês, batata-doce, abóbora, nabiça, agrião, couve-galega, brócolos, acelga, couve-flor, aipo.
7 – Beber água quando tivermos sede e fora das refeições.
8 – Após a refeição verificar o estado salgado da nossa boca. Se tivermos necessidade de consumir mais líquidos é porque utilizámos sal em demasia.

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Abril 12, 2012 at 1:02 pm

Publicado em Super Alimentos