THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

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Algumas Razões Que Explicam A Desinformação Alimentar

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pullingteeth

Os Media adoram confundir-nos mostrando o milagre de um determinado produto, publicando a seguir razões que fundamentam o seu não consumo. Estas notícias continuam a ser publicadas e a ser vistas por milhões de pessoas em todo mundo. Um bom exemplo foi a moda que relacionava o aumento do QI com o consumo de suplementos, onde os pais provenientes da classe média, esvaziaram as prateleiras dos supermercados. Claro que os media não se preocuparam com os resultados das anteriores e mal fundamentadas publicações. Tudo ficou em aberto e confuso para a posteridade.

Para os investigadores, a área que relaciona a alimentação com as doenças não existe, é ignorada. Não atrai fundos, nem apoios por parte dos que sustentam o estabelecido. Estas áreas podem danificar seriamente a carreira dos investigadores, esta é a razão do pouco interesse.

A Educação e o Sistema de Saúde não se preocupam com a nutrição. Para quê se preocuparem se não é esse o seu trabalho. Os orçamentos apertados parecem ser a razão da despreocupação, colocando á disposição de estudantes e doentes menus vergonhosos constituídos quase exclusivamente por produtos processados.

Os grandes senhores da indústria alimentar e da indústria farmacêutica têm vindo a lucrar milhões de euros com a nossa passividade. Mais poderosos do que o governo, compram historias jornalísticas que os favorecem, deixando para trás todos aqueles que não se deixam corromper.

Texto adaptado do livro “they are what you feed them” do doctor Alex Richardson

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Written by thericeexperience

Agosto 20, 2013 at 12:40 pm

O Maior Segredo Da Industria Alimentar

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Quando surgem escândalos que põem em causa o normal funcionamento da sociedade, pode observar-se a preparação dos grandes grupos de interesse para o que eles classificam de  batalhas, mas que sabemos serem meras batalhas de retorica. O discurso dos intervenientes nesses escândalos promove sempre a culpabilização de terceiros, nunca havendo viva alma que se responsabilize pelas suas acções. Vivemos numa sociedade de anjos e inocentes que lutam por um mundo mais justo, mais verde, com mais lucros e prémios. Caso o escândalo ganhe expressão, a opinião pública é controlada pela televisão, rádio, jornais e Internet. Se passar despercebido, o caso é abafado e silenciado. Devido à quantidade de informação publicada diariamente, é impossível para o comum individuo acompanhar todos os acontecimentos, por isso o silêncio parece ser das melhores formas de ultrapassar escândalos. Quem ainda não ouviu falar na expressão “é só esperar que a poeira assente”?

Factos revelados por Michael Moore, Wikileaks, Zeitgeist, ou até o assustador filme de Oliver Stone, “W”, mesmo que não sejam inteiramente verdade, fazem-nos questionar sobre a forma como todo este sistema funciona. O intenso ritmo da sociedade moderna, limita a nossa capacidade de julgar e estabelecer raciocínios sobre os mais variados acontecimentos, relacioná-los e discuti-los.

Na opinião dos autores do Blogue este pequeno vídeo do Youtube, revela um conjunto de factos relacionados com a alimentação que devia servir de base para a nossa educação. Há que aprender a dizer não à comida processada e industrializada. Esta indústria destrói as famílias, os países, o planeta há demasiado tempo. Já basta.

VER VÍDEO

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Agosto 28, 2010 at 4:06 pm

A Magia Espiritual dos Japoneses

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Este povo desperta-nos curiosidade. Nunca visitei o Japão, mas sonho com o dia em que irá acontecer. O cinema por eles criado com títulos como “Survive Style 5+”, “Electric Dragon 80000V”, “Wild Zero”; a musica “Flower travelling band” ou “Apryl fool”, a comida “Nitsuke de cenoura” “Sobagaki”; personalidades como “George Oshawa” ou “Akira Kurosawa”, demonstram a excentricidade deste povo capaz da imaginação mais criativa Yin com a disciplina e hábitos culturais mais Yang.  Admiramo-los pelo facto de quanto mais os conhecemos mais nos surpreendemos, mais o esperado se torna inesperado. É sem dúvida, dos povos mais excêntricos.

Lemos um texto no livro “Yokojun: Japanese secret of good health” que dá que pensar. Temos cada vez menos tempo para pensar, descansar, relaxar, ler, cozinhar e respirar, é um facto, mas convém contrariar os hábitos. Este livro acaba por abordar uma serie de temas que se relacionam com os nossos hábitos, a responsabilidade que temos nos azares da vida e na nossa saúde, dá uma serie de sugestões bastante japonesas de como transformar o nosso dia a dia.

A Eficácia na arte de preservar a saúde

Se formos persistentes com alguma coisa, eventualmente atingimos resultados. É como semear na primavera, aplicar adubo no verão, e colher o mais belo dos alimentos no Outono. Se uma pessoa estudar seriamente a arte de como preservar a saúde e aplica-la durante um longo período de tempo, naturalmente ficará mais forte, sem doenças, vivendo até aos limites da resistenia do corpo, com entusiasmo. Não devemos duvidar desta verdade.  

Algumas pessoas adoram as plantas do seu jardim. Tratam-nas de manhã á noite, regam-nas, juntam-lhes terra e fertilizante e livram-se dos insectos. Ficam maravilhadas com o fortalecimento e beleza do jardim e tristes com o seu enfraquecimento. De qualquer maneira, as plantas têm pouca importância. O nosso corpo é muito mais importante. Como é que se pode tolerar que uma pessoa falhe, ao dar mais carinho a uma planta do que ao seu próprio corpo? Se uma pessoa aprender a controlar a arte da saúde, vai não só preencher o seu dever perante os seus pais mas também perante o seu corpo, e assegura uma vida cheia de conforto. Uma pessoa deve aprender esta arte quanto antes, para atingir um entendimento o mais prematuro possível, não sobrecarregando o envelhecimento. O maior dever que temos é o de preservar a nossa saúde.

Se nos alimentarmos com nutrientes em demasia, a nossa vitalidade física vai ser sobrecarregada pelo excesso de nutrientes, resultando em doença. Se a gravidade da doença aumentar e a nossa vitalidade física ficar exausta, o resultado pode ser a morte. É como a assistir à morte de uma planta sobrecarregada de nutrientes e fertilizante.  

A preservação da saúde requer moderação. Moderação significa não ir aos extremos. Devemo-nos alimentar até estarmos saciados, acabando com a dor da fome. Não devemos cometer o erro de comer para satisfazer os nossos desejos. Aconselhamos a sermos moderados em tudo.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado no livro ‘Yokojun: Japanese secret of good health’, de Françoise Riviere

Written by thericeexperience

Julho 5, 2010 at 10:09 pm

Documentário Doing Time, Doing Vipassana

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Este extraordinário documentário leva-nos a conhecer a maior prisão da Índia, conhecida como a mais populada do mundo e mostra a mudança dramática trazida pela introdução da meditação Vipassana. É a historia de uma mulher chamada Kiran Bedi, responsável prisional em Nova Dehli, que mostrou como é possível reeducar os presos através não só do respeito mutuo, mas também através da meditação com o objectivo de reintegra-los na sociedade. Transformou a prisão de Tihar, infestada de crime e violência, num oásis de paz. A meditação Vipassana ajuda as pessoas a desenvolverem capacidades, que lhes permitam o controle de suas vidas, através de um período de introspecção de 10 dias onde meditam sobre o percurso de vida, definindo o rumo que querem continuar a seguir. A maior parte dos presos, submetem-se a uma profunda mudança, vendo o facto de estarem encarcerados como o recomeço de uma nova vida. Recomendado.

Convém não esquecer que novas experiencias podem trazer mudanças grandes na nossa forma de estar, e que este tipo de meditação pode bem ser exprimentada por cada um de nós. Já imaginaste o que ia ser de ti se embarcasses nesta aventura de dez dias fechado no teu “quintal”, onde só podes estar contigo, sem comunicação com o mundo exterior a ti? Saias diferente? De certeza que sim.

VER DOCUMENTÁRIO

VIPASSANA EM PORTUGAL

 

Texto ‘The Rice Experience’

Imagem ‘Doing time, doing vipassana’

Written by thericeexperience

Junho 3, 2010 at 10:47 am

Documentário Fast Food Junkies Go Native in Hunza

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Povo de Hunza, já ouviste falar? Possivelmente não, eu conheci-o hoje. Parece que é dos povos mais saudáveis do planeta, cuja esperança média de vida ultrapassa os 100 anos. Não têm diabetes, asma, problemas de coração, artrites nem cancro, aliás, praticamente não sofrem de problemas de saúde. A sua alimentação é à base de cereais integrais, frutas, verduras e castanhas, alimentos frescos e orgânicos cozinhados de forma tradicional, numa fogueira.

O Hunza é um pequeno país situado a norte do Paquistão, encravado no sopé dos Himalaias, com vista sobre montanhas cobertas de neve, onde não existem hospitais, médicos, psiquiatras, farmácias, supermercados, restaurantes, carros, televisão, etc. Parece que aqui a civilização ainda não chegou, mas no que respeita a comida, saúde e bem estar, em Hunza vive-se certamente de forma muito mais ‘evoluida’ do que na dita sociedade desenvolvida.

O povo é auto-suficiente,  desenvolvendo uma aptidão clara de espirito de comunidade onde todos percebem de tudo, ao contrário da especialização obsessiva no qual somos obrigados a viver desde pequenos. Cada vez percebemos mais de uma área de conhecimento, em vez de nos globalizarmos como pertencentes a todas as áreas.

Este documentário selecciona 4 candidatos com problemas de saúde, habitantes citadinos com hábitos alimentares terríveis, a viver com este simples povo durante 1 mês, a comer sua comida, a conviver e a trabalhar. O resultado de quem lhes veda o consumo de comidas artificiais está à vista. Ficamos a pensar nas ressacas típicas de drogados, que em nada têm de diferente das ressacas das comidas artificiais. The Rice Experience considera este dcumentário a não perder.

VER DOCUMENTÁRIO  

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Maio 20, 2010 at 9:20 am