THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

Archive for the ‘Doenças’ Category

A Teoria Dos Germes, Vacinação E Antibióticos

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O higienista bávaro Max von Pettenkofer desenvolveu uma teoria sobre o papel crucial das condições climáticas e, sobretudo, telúricas (energia da terra) na activação ou inactividade dos germes da cólera. Segundo a Boden Theorie, teoria do solo, para que ocorresse uma epidemia, eram necessários quatro factores: além do germe específico, determinadas condições relativas ao lugar, ao tempo e aos indivíduos. Por si só, o germe não causava a doença, o que excluía o contágio directo, de pessoa a pessoa. A susceptibilidade individual era importante, mas ela e o germe, sozinhos, tampouco engendravam a doença. As condições de tempo e lugar eram indispensáveis para explicar tanto os contágios como as imunidades. As variáveis sazonais e locais agiam sobre o germe, que amadurecia e se transformava em matéria infectante por seu efeito. O veículo da transformação era o solo. Depositado aí com os dejectos dos doentes, o germe sofria uma maturação e adquiria a capacidade de provocar a doença ao reingressar no corpo humano.

Na Alemanha, em finais do séc.XVIII, Pettenkofer, feroz opositor da “Teoria dos Germes”, publicitava a higiene como uma filosofia de vida, defendendo a ideia de que além de água limpa e ar em abundância, contribuíam também para o bem estar das populações, a existência de árvores e flores. Persuadiu os governantes de Munique, a trazerem para a cidade água proveniente das montanhas circundantes, de forma a diluir os esgotos do rio Isar. Com esta medida, começou a grande limpeza da cidade, fazendo com que a taxa de mortalidade da Febre Tifóide cai-se de 72 milhões em 1880, para 14 milhões em 1898. Munique tornou-se uma das cidades europeias mais saudáveis, graças aos esforços de Pettenkofer. Sempre que foram tomadas medidas de cariz sanitário, as taxas de mortalidade das doenças contagiosas caíam brutalmente, contrariando a ideia da “Teoria dos Germes”, de que só depois de vacinação e recurso a antibióticos é que estas doenças foram controladas.

Baseado no livro de René Dúbios, “Mirage of Health”

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Written by thericeexperience

Fevereiro 5, 2012 at 10:25 am

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As Alergias Dos Alérgicos Ao Mundo

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Devíamos encarar as reacções alérgicas aos alimentos como uma simples mensagem do nosso corpo a classificá-los como inapropriados. As reacções a alimentos refinados, processados ou químicos são benéficas, porque ao danificar a nossa saúde, permitem-nos optar pelo não consumo.

Por esta altura, todos sabemos que a principal fonte de alergias vem do leite e dos seus derivados. Para evitar estas manifestações alérgicas, devemos deixar de os consumir. Caso o apego seja demasiado grande, sugerimos o consumo esporádico de leite de arroz ou aveia como substituto, até não ser necessário o consumo de qualquer leite. Ao contrário do divulgado, o leite de vaca não é juventude, não é necessário para se ter ossos fortes, não resolve o problema da osteoporose. É sim responsável pela maioria das doenças existentes neste planeta.

De qualquer forma, as alergias também decorrem de alimentos como o trigo, o milho, a soja e outros alimentos processados, deixando uma pergunta por responder. Porque será que estes produtos não são tolerados? Descobrimos que as pessoas que têm reacções alérgicas a certos alimentos, não são sempre alérgicos, mas sim reagem a pobres combinações alimentares. Em relação ao trigo, raramente combinamos o seu consumo com vegetais de folha verde, ou raízes. Esta é, sem dúvida, a melhor forma de os combinar. A maior parte das vezes é consumido sob a forma de pão, numa sanduíche, com queijo, carne ou manteiga de amendoim. Ao pequeno-almoço, é comido sob a forma de torrada com ovos e bacon. Os vegetarianos utilizam as manteigas provenientes de frutos secos e patês vegetais.

A maior parte dos cereais, sob a forma de semente, têm ácido fítico na casca. Este elemento tem a capacidade de aprisionar minerais importantes, tornando-os inassimiláveis pelo nosso organismo. Para evitar que aconteça podemos socar, demolhar, ou germinar os cereais. Desta forma, tornamos estes super alimentos em alimentos por excelência e diminuímos a probabilidade de provocar alergias.   

Todos os subprodutos provenientes dos cereais integrais, como por exemplo as farinhas, o arroz branco desnutrido, etc., devem ser consumidos na sua forma integral e nunca sob a forma de alimento processado. Processar o cereal desnutre e destrói a essência da sua existência. Corrompe por completo a natureza, incapacitando-a de nos proporcionar alimentos nutritivos.

As causas das alergias não são só alimentares. Nas últimas décadas temos verificado casos de hipersensibilidade a todo o tipo de substancias, como pelos de animais, pó, água, sol, etc. A um nível psicológico, estas reacções físicas podem estar também relacionadas com sentimentos de isolamento, separação, arrogância – incapacidade de aceitar o mundo. Fisiologicamente, representa fraca imunidade e mau funcionamento do fígado. O melhor remédio para as alergias será diminuir os sentimentos de separação, frustração, revolta, raiva, através de uma dieta alimentar ajustada, tendo por base os cereais, vegetais e algas. Desta forma o fígado tem a capacidade de se auto regenerar, reequilibrar, reajustar e recuperar as suas funções base, aniquiladas pelos os excessos passados.

Baseado no  livro “Doctors look at Macrobiotics” de Edward Esko

Written by thericeexperience

Janeiro 19, 2012 at 7:53 pm

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Fast Food Provoca Problemas de Obesidade

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Somos levados a pensar que assim que nos sentirmos cheios, a nossa vontade de comer e beber cessa, mas parece que a saciedade simplesmente não acontece dessa forma. Cientistas descobriram que as pessoas e animais, quando expostos a regimes de abundância, têm tendência para comer 30% a mais do que o necessário.

O apetite humano, é surpreendentemente elástico, que do ponto de vista evolucionário faz todo o sentido.

Era frequente o homem do paleolítico jejuar sempre que fosse necessário, desta forma criavam reservas de gorduras para fazer face a momentos de escassez de alimentos. Especialistas em obesidade definem este fenómeno como “The Thrifty Gene”. Enquanto o gene representa uma adaptação muito útil num ambiente de falta de alimentos, é um desastre num ambiente de abundância de Fast Food, onde não se equaciona sequer a possibilidade remota de jejuar. Os nossos corpos estão a armazenar gordura para tempos de fome que simplesmente não acontecem.

Mas se a evolução deixou o omnívoro moderno vulnerável a acumulação de gordura da Fast Food, os nutrientes que ele encontra nestas refeições – cheias de gordura e açúcar – tornam este problema ainda mais grave.

A selecção natural levou-nos a estabelecer a gordura e açúcar como as nossas principais fontes de energia, de qualquer forma na natureza – nos alimentos integrais – é quase impossível encontrar estes nutrientes em concentrações tão elevadas como verificamos nos alimentos processados. Nunca iremos encontrar uma quantidade tão elevada de frutose numa fruta, como numa soda, ou um pedaço de pele de animal com tanta gordura como os nuggets de galinha.

Desta forma percebemos porque é que os alimentos processados são uma boa estratégia para levar os consumidores a comerem cada vez mais. O poder da ciência e da tecnologia alimentar tem a capacidade de quebrar os alimentos naturais, juntando-os de diferentes formas com elementos químicos, enganando a capacidade do omnívoro em optar por um sistema alimentar próximos dos seus antepassados. Basta para isso juntar mais gordura e açúcar que o sabor melhora.

Os modernos sistemas alimentares mentem ao fornecerem-nos grandes quantidades de energia – através das gorduras e açucares – enganando a nossa capacidade sensorial, ao ponto de desejarmos cada vez menos alimentos integrais

Baseado no livro de Michael Pollan “Omnivore´s Dilemma”

Written by thericeexperience

Dezembro 14, 2011 at 9:40 pm

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Safira E A Luta Contra O(s) Cancro(s)

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Num mundo em constante evolução, somos confrontados com realidades obscuras e inesperadas. Esta reportagem, feita pela Sic, relata a história de uma criança chamada Safira, à qual foi diagnosticado um cancro. Conta o processo injusto e cruel pelo qual a família de Safira passou, capturada pelo nosso sistema de saúde, através das suas normas, procedimentos e protocolos. A obrigação e a rápida exigência de resposta que a lei impõe às famílias que inesperadamente se vêem confrontadas com a realidade de doenças fatais, é inaceitável.

Os sistemas e a forma como estão montados impõem “a forma de tratamento”, como a única actuação possível. Neste caso, os pais, depois de obterem respostas, entraram em desacordo.

A classe médica goza do estatuto de força sobrenatural, algo próximo de Deus, do divino. As suas decisões têm um poder vinculativo e inquestionável, de uma vivência demasiado fria e distante de seus pacientes. Os seus pareceres e diagnósticos são normalmente vagos, imperceptíveis e pouco credíveis. O sistema legal acaba por servir de escudo protector, para garantir esta posição demasiado vincada e enraizada na nossa sociedade.

Todos nós já sentimos na pele a frieza no relacionamento médico. O direito de questionar não é bem aceite. Inconscientemente somos afastados das medicinas que se apresentam como alternativas. A corrente oriental dos fundamentalistas do vegetal, põem em causa a sua hegemonia, a sua falta de respostas, a sua falta de resultados.

Este documentário esclarece sobre a forma como a medicina ocidental e a sua relação com as leis, comissões de menores e outros organismos legais, dificultam o direito que o ser humano tem em tomar as suas decisões. É sobre a liberdade que falamos, a liberdade de podermos optar sem estarmos vinculados e obrigados por um sistema que carece de actualização urgente.

A medicina ocidental não trata doenças mas sim sintomas de doença. Chega sempre atrasada num processo que começa sempre pela prevenção, que continua a ser ignorado por não ter uma força estatística tão forte, como o número de extracções de tumores efectuado pela clínica X. A ideia de que é fácil extrair órgãos e resolver problemas, encontra-se presente nas nossas conversas do quotidiano. Corremos a retirar quando não existe outra hipótese.

O tema alimentação ocupa lugar de destaque na vida de Safira, como meio de garantir o seu tratamento, onde o pai não abdica de ser o dono da cozinha, de forma a garantir a clorofila necessária a todo o processo.

The Rice Experience continua a partilhar documentários, que na nossa óptica merecem o máximo de divulgação. Sentimos cada vez mais necessidade de espalhar a semente da visão holística da vida, tendo por base uma alimentação consciente e um estilo de vida saudável e sustentável, divulga.

VER DOCUMENTÁRIO

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Dezembro 5, 2011 at 11:06 pm

Publicado em Documentários, Doenças

Osteoporose – Falta De Cálcio/Ossos Frágeis

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A Osteoporose é uma doença que atinge os ossos. É provocada pela perca gradual de massa e resistência dos ossos, aumentando o risco de fracturas, especialmente da bacia e braço, provocando dores na bacia e costas, e coluna curva. O risco de desenvolver osteoporose aumenta com a idade e afecta na maioria mulheres na menopausa. Pensa-se que a perda de cálcio seja a causa principal da osteoporose através de uma deficiência de estrogênio. Outras causas normalmente citadas são: uma prolongada falta de dieta focada na proteína e cálcio; incapacidade de absorção do cálcio em quantidades satisfatórias através do intestino; um desequilíbrio ao nível da relação de fósforo e cálcio; o uso de cortisona; a falta de exercício; ou doença prolongada como o alcoolismo ou cancro. Uma das recomendações mais prescritas, baseia-se numa dieta rica em proteína, cálcio e vitamina D.

De qualquer forma, independentemente da quantidade de cálcio consumida, a principal causa da osteoporose, está directamente relacionada com o consumo de alimentos de origem animal.De acordo com John Mcdougall in The Mcdougall Plan, quanto maior o consumo de proteínas, leite de vaca e açúcares (branco, mascavado, frutose), maior libertação de cálcio pela urina. Essa deficiência de cálcio tem de ser restabelecida através das reservas de cálcio dos ossos e dentes. Este processo resulta na osteoporose. Na minha opinião, um consumo elevado de proteínas como a carne, que contem nitrogénio, fósforo e enxofre (todos eles elementos ácidos), leite de vaca (muito rico em proteínas) e açucares (branco, mascavado, frutose), acidifica os fluidos corporais. O corpo utiliza o cálcio (elemento alcalino) dos ossos para ajudar a alcalinizar os fluidos corporais, nomeadamente as células dos nervos e corpo. Um prolongamento de uma condição ácida dos fluidos corporais leva ao surgimento da osteoporose. Desta forma, a alimentação natural, respeitando o princípio da formação de elementos ácidos e alcalinos dos alimentos, é a melhor forma de prevenir a osteoporose.

Texto de Herman e Cornelia Aihara “Healing from head to toe”

Written by thericeexperience

Outubro 10, 2011 at 10:12 am

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Doenças Incuráveis. Virus, Viroses E Bactérias.

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A recuperação de um doente não é conseguida através de intervenções cirúrgicas ou paralisando a evolução da doença. Ao proceder desta forma, a doença é destruída, mas o paciente não fica curado. A violência dos tratamentos da medicina sintomática deixa marcas no doente. Mesmo que os vírus e as bactérias sejam exterminados, a propensão para o aparecimento e proliferação destes micro-organismos mantém-se, a não ser que o doente mude os seus hábitos, nomeadamente, os hábitos alimentares.

Porque é que não conseguimos lidar com as bactérias? O médico responde, “porque o doente não tem os anticorpos necessários”, enquanto que para a Alimentação Natural, “O doente é um excelente alimento para essas bactérias.” Porque é que as bactérias se desenvolvem abundantemente na carne, fruta, derivados do leite, batatas, tomates, etc.? Ao médico esta questão passa despercebida, enquanto que para a Alimentação Natural, “Estes alimentos criam ambientes propicios para a proliferação de bactérias, devido á sua toxicidade”.

Na nossa opinião, só o doente, e não a doença, pode ser curado. Para haver cura, o doente tem de tomar conta da sua saúde, ser responsável. Não quer dizer que não fique doente. Adoecemos porque não garantimos o equilíbrio necessário ao nosso organismo e na sua relação com o meio ambiente. Estes desequilíbrios são frequentes, necessitando de uma resposta dinâmica de restabelecimento diário. Parece mais difícil do que efectivamente é. Utilizamos o mesmo tipo de balanço no dia a dia quando, por exemplo, andamos de bicicleta.

Para ser saudável através da Alimentação Natural não é necessário aplicar rigidamente um conjunto de regras alimentares. É necessário, por outro lado, a realização através do conhecimento da arte e prática dos princípios universais ao dia a dia. É desta forma que os animais o fazem na vida selvagem, permanecendo saudáveis, ou curando-se sempre que ficam doentes.

Desta forma é praticamente impossível considerar uma doença ou doente incurável. Mesmo que o seja, é sempre necessário acreditar. Acreditar não na ajuda divina do Deus médico, mas sim em nós próprios. Na nossa capacidade de mudar a matéria-prima no qual alimentamos a nossa máquina, o nosso organismo.

Baseado no livro Doctors look at Macrobiotics Dr. Marc Van Cauwenberghe

Written by thericeexperience

Agosto 16, 2011 at 10:38 am

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Doenças Genéticas Ou Doenças Hereditárias

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Quando reflectimos sobre a nossa estrutura genética, somos levados a acreditar que o acesso á nossa fundação biológica deveria estar disponível no dia-a-dia e não apenas através das técnicas da biologia molecular praticada em laboratórios.

Grande parte dos doentes habituaram-se a ouvir pareceres que fomentam algum conformismo em relação ao estado de saúde e ao fundamento e constituição do nosso organismo. Muitas vezes as patologias são diagnosticadas através de perguntas pessoais sobre doenças de familiares, de modo a comprovar que a doença provem de gerações passadas, ou seja: está gravada nos nossos genes e assim pouco existirá que possa ser feito. Este conformismo não convence.

Tudo começou com o prémio Nobel da Medicina Barbara McClintock, que alterou, abriu e tornou flexível a interpretação da genética, e o modo como esta se manifesta no corpo. Dado que qualquer organismo possui a capacidade de gerar um outro organismo, podemos aplicar este princípio aos genes.

Alguns geneticistas defendem que o DNA é influenciado pelo ambiente, pela dieta e pelo que fazemos no quotidiano – até pelos nossos pensamentos. Sendo verdade, abrimos uma serie de avenidas novas em direcção á cura de doenças.

Todas as pessoas têm áreas de desequilíbrio que se manifestam em sintomas de doença, e que provocam o desespero. Devido à linha de raciocínio de que os nossos desequilíbrios são fruto de condição genética pré-determinada, a nossa falta de esperança e credulidade têm vindo a crescer, mas através da visão flexível de Barbara, fica demonstrado que o processo de transformação genética é possível.

Até quando continuaremos á espera que todas as curas de doenças sejam descobertas pela indústria da biotecnologia e dos seus engenheiros genéticos?

Se de facto é possível contornar toda a indústria laboratorial, que mais não faz do que transformar milhões de euros de pesquisa em “falta de respostas aos reais problemas”, e optar por uma resposta orgânica e natural que apenas visa a reformulação de detalhes genéticos de cada um, o que nos impede de o fazer?

Actualmente para qualquer indivíduo que pertença a uma família com um historial de problemas cardíacos ao longo de várias gerações, a conclusão mais comum é a de que esta condição, está impressa nos seus genes, e nada poderá ser feito para o evitar.

A realidade é que os genes familiares podem ter sido alterados de forma a provocar problemas de coração através de dietas ricas em gordura, vícios intoxicantes, estilos de vida, etc. Em qualquer momento, qualquer pessoa desta família portadora de genes identificados com problemas do foro cardíaco, pode iniciar um processo de reversão possibilitando a capacidade de remover, se não toda a nefasta herança genética, pelo menos parte.

Os genes não estão encerrados num compartimento estanque onde existem guardas que os defendem de possíveis agressores. Tudo no nosso corpo flui e movimenta-se, e os genes não são excepção. Dentro de cada organismo existem uma quantidade enorme de fenómenos que são para nós imperceptíveis, e até a doença pode ser alimentada e promovida. Para a evitar, é necessário ter conhecimento acerca dos alimentos que o fazem. Uma vez identificados, deixar de consumir esses alimentos será necessário.

Existe sempre esperança, sempre.

Baseado no  livro “Healing with Whole Food” de Paul Pitchfork

Written by thericeexperience

Junho 15, 2011 at 10:36 pm

Publicado em Doenças