THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

Archive for the ‘Doenças’ Category

Safira E A Luta Contra O(s) Cancro(s)

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Num mundo em constante evolução, somos confrontados com realidades obscuras e inesperadas. Esta reportagem, feita pela Sic, relata a história de uma criança chamada Safira, à qual foi diagnosticado um cancro. Conta o processo injusto e cruel pelo qual a família de Safira passou, capturada pelo nosso sistema de saúde, através das suas normas, procedimentos e protocolos. A obrigação e a rápida exigência de resposta que a lei impõe às famílias que inesperadamente se vêem confrontadas com a realidade de doenças fatais, é inaceitável.

Os sistemas e a forma como estão montados impõem “a forma de tratamento”, como a única actuação possível. Neste caso, os pais, depois de obterem respostas, entraram em desacordo.

A classe médica goza do estatuto de força sobrenatural, algo próximo de Deus, do divino. As suas decisões têm um poder vinculativo e inquestionável, de uma vivência demasiado fria e distante de seus pacientes. Os seus pareceres e diagnósticos são normalmente vagos, imperceptíveis e pouco credíveis. O sistema legal acaba por servir de escudo protector, para garantir esta posição demasiado vincada e enraizada na nossa sociedade.

Todos nós já sentimos na pele a frieza no relacionamento médico. O direito de questionar não é bem aceite. Inconscientemente somos afastados das medicinas que se apresentam como alternativas. A corrente oriental dos fundamentalistas do vegetal, põem em causa a sua hegemonia, a sua falta de respostas, a sua falta de resultados.

Este documentário esclarece sobre a forma como a medicina ocidental e a sua relação com as leis, comissões de menores e outros organismos legais, dificultam o direito que o ser humano tem em tomar as suas decisões. É sobre a liberdade que falamos, a liberdade de podermos optar sem estarmos vinculados e obrigados por um sistema que carece de actualização urgente.

A medicina ocidental não trata doenças mas sim sintomas de doença. Chega sempre atrasada num processo que começa sempre pela prevenção, que continua a ser ignorado por não ter uma força estatística tão forte, como o número de extracções de tumores efectuado pela clínica X. A ideia de que é fácil extrair órgãos e resolver problemas, encontra-se presente nas nossas conversas do quotidiano. Corremos a retirar quando não existe outra hipótese.

O tema alimentação ocupa lugar de destaque na vida de Safira, como meio de garantir o seu tratamento, onde o pai não abdica de ser o dono da cozinha, de forma a garantir a clorofila necessária a todo o processo.

The Rice Experience continua a partilhar documentários, que na nossa óptica merecem o máximo de divulgação. Sentimos cada vez mais necessidade de espalhar a semente da visão holística da vida, tendo por base uma alimentação consciente e um estilo de vida saudável e sustentável, divulga.

VER DOCUMENTÁRIO

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Dezembro 5, 2011 at 11:06 pm

Publicado em Documentários, Doenças

Osteoporose – Falta De Cálcio/Ossos Frágeis

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A Osteoporose é uma doença que atinge os ossos. É provocada pela perca gradual de massa e resistência dos ossos, aumentando o risco de fracturas, especialmente da bacia e braço, provocando dores na bacia e costas, e coluna curva. O risco de desenvolver osteoporose aumenta com a idade e afecta na maioria mulheres na menopausa. Pensa-se que a perda de cálcio seja a causa principal da osteoporose através de uma deficiência de estrogênio. Outras causas normalmente citadas são: uma prolongada falta de dieta focada na proteína e cálcio; incapacidade de absorção do cálcio em quantidades satisfatórias através do intestino; um desequilíbrio ao nível da relação de fósforo e cálcio; o uso de cortisona; a falta de exercício; ou doença prolongada como o alcoolismo ou cancro. Uma das recomendações mais prescritas, baseia-se numa dieta rica em proteína, cálcio e vitamina D.

De qualquer forma, independentemente da quantidade de cálcio consumida, a principal causa da osteoporose, está directamente relacionada com o consumo de alimentos de origem animal.De acordo com John Mcdougall in The Mcdougall Plan, quanto maior o consumo de proteínas, leite de vaca e açúcares (branco, mascavado, frutose), maior libertação de cálcio pela urina. Essa deficiência de cálcio tem de ser restabelecida através das reservas de cálcio dos ossos e dentes. Este processo resulta na osteoporose. Na minha opinião, um consumo elevado de proteínas como a carne, que contem nitrogénio, fósforo e enxofre (todos eles elementos ácidos), leite de vaca (muito rico em proteínas) e açucares (branco, mascavado, frutose), acidifica os fluidos corporais. O corpo utiliza o cálcio (elemento alcalino) dos ossos para ajudar a alcalinizar os fluidos corporais, nomeadamente as células dos nervos e corpo. Um prolongamento de uma condição ácida dos fluidos corporais leva ao surgimento da osteoporose. Desta forma, a alimentação natural, respeitando o princípio da formação de elementos ácidos e alcalinos dos alimentos, é a melhor forma de prevenir a osteoporose.

Texto de Herman e Cornelia Aihara “Healing from head to toe”

Written by thericeexperience

Outubro 10, 2011 at 10:12 am

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Doenças Incuráveis. Virus, Viroses E Bactérias.

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A recuperação de um doente não é conseguida através de intervenções cirúrgicas ou paralisando a evolução da doença. Ao proceder desta forma, a doença é destruída, mas o paciente não fica curado. A violência dos tratamentos da medicina sintomática deixa marcas no doente. Mesmo que os vírus e as bactérias sejam exterminados, a propensão para o aparecimento e proliferação destes micro-organismos mantém-se, a não ser que o doente mude os seus hábitos, nomeadamente, os hábitos alimentares.

Porque é que não conseguimos lidar com as bactérias? O médico responde, “porque o doente não tem os anticorpos necessários”, enquanto que para a Alimentação Natural, “O doente é um excelente alimento para essas bactérias.” Porque é que as bactérias se desenvolvem abundantemente na carne, fruta, derivados do leite, batatas, tomates, etc.? Ao médico esta questão passa despercebida, enquanto que para a Alimentação Natural, “Estes alimentos criam ambientes propicios para a proliferação de bactérias, devido á sua toxicidade”.

Na nossa opinião, só o doente, e não a doença, pode ser curado. Para haver cura, o doente tem de tomar conta da sua saúde, ser responsável. Não quer dizer que não fique doente. Adoecemos porque não garantimos o equilíbrio necessário ao nosso organismo e na sua relação com o meio ambiente. Estes desequilíbrios são frequentes, necessitando de uma resposta dinâmica de restabelecimento diário. Parece mais difícil do que efectivamente é. Utilizamos o mesmo tipo de balanço no dia a dia quando, por exemplo, andamos de bicicleta.

Para ser saudável através da Alimentação Natural não é necessário aplicar rigidamente um conjunto de regras alimentares. É necessário, por outro lado, a realização através do conhecimento da arte e prática dos princípios universais ao dia a dia. É desta forma que os animais o fazem na vida selvagem, permanecendo saudáveis, ou curando-se sempre que ficam doentes.

Desta forma é praticamente impossível considerar uma doença ou doente incurável. Mesmo que o seja, é sempre necessário acreditar. Acreditar não na ajuda divina do Deus médico, mas sim em nós próprios. Na nossa capacidade de mudar a matéria-prima no qual alimentamos a nossa máquina, o nosso organismo.

Baseado no livro Doctors look at Macrobiotics Dr. Marc Van Cauwenberghe

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Agosto 16, 2011 at 10:38 am

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Doenças Genéticas Ou Doenças Hereditárias

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Quando reflectimos sobre a nossa estrutura genética, somos levados a acreditar que o acesso á nossa fundação biológica deveria estar disponível no dia-a-dia e não apenas através das técnicas da biologia molecular praticada em laboratórios.

Grande parte dos doentes habituaram-se a ouvir pareceres que fomentam algum conformismo em relação ao estado de saúde e ao fundamento e constituição do nosso organismo. Muitas vezes as patologias são diagnosticadas através de perguntas pessoais sobre doenças de familiares, de modo a comprovar que a doença provem de gerações passadas, ou seja: está gravada nos nossos genes e assim pouco existirá que possa ser feito. Este conformismo não convence.

Tudo começou com o prémio Nobel da Medicina Barbara McClintock, que alterou, abriu e tornou flexível a interpretação da genética, e o modo como esta se manifesta no corpo. Dado que qualquer organismo possui a capacidade de gerar um outro organismo, podemos aplicar este princípio aos genes.

Alguns geneticistas defendem que o DNA é influenciado pelo ambiente, pela dieta e pelo que fazemos no quotidiano – até pelos nossos pensamentos. Sendo verdade, abrimos uma serie de avenidas novas em direcção á cura de doenças.

Todas as pessoas têm áreas de desequilíbrio que se manifestam em sintomas de doença, e que provocam o desespero. Devido à linha de raciocínio de que os nossos desequilíbrios são fruto de condição genética pré-determinada, a nossa falta de esperança e credulidade têm vindo a crescer, mas através da visão flexível de Barbara, fica demonstrado que o processo de transformação genética é possível.

Até quando continuaremos á espera que todas as curas de doenças sejam descobertas pela indústria da biotecnologia e dos seus engenheiros genéticos?

Se de facto é possível contornar toda a indústria laboratorial, que mais não faz do que transformar milhões de euros de pesquisa em “falta de respostas aos reais problemas”, e optar por uma resposta orgânica e natural que apenas visa a reformulação de detalhes genéticos de cada um, o que nos impede de o fazer?

Actualmente para qualquer indivíduo que pertença a uma família com um historial de problemas cardíacos ao longo de várias gerações, a conclusão mais comum é a de que esta condição, está impressa nos seus genes, e nada poderá ser feito para o evitar.

A realidade é que os genes familiares podem ter sido alterados de forma a provocar problemas de coração através de dietas ricas em gordura, vícios intoxicantes, estilos de vida, etc. Em qualquer momento, qualquer pessoa desta família portadora de genes identificados com problemas do foro cardíaco, pode iniciar um processo de reversão possibilitando a capacidade de remover, se não toda a nefasta herança genética, pelo menos parte.

Os genes não estão encerrados num compartimento estanque onde existem guardas que os defendem de possíveis agressores. Tudo no nosso corpo flui e movimenta-se, e os genes não são excepção. Dentro de cada organismo existem uma quantidade enorme de fenómenos que são para nós imperceptíveis, e até a doença pode ser alimentada e promovida. Para a evitar, é necessário ter conhecimento acerca dos alimentos que o fazem. Uma vez identificados, deixar de consumir esses alimentos será necessário.

Existe sempre esperança, sempre.

Baseado no  livro “Healing with Whole Food” de Paul Pitchfork

Written by thericeexperience

Junho 15, 2011 at 10:36 pm

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A Causa Das Enxaquecas

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A enxaqueca é uma dor forte que torna a pessoa incapaz de viver o dia-a-dia. Normalmente acontece de tempos a tempos e é acompanhada por outros sintomas. De qualquer forma existem sintomas que são comuns, como por exemplo, a incapacidade de visão momentânea, flashes, distorções, visão de alguns pontos brancos, náusea e vómito. Às vezes a pessoa fica pálida, mal disposta e com os ouvidos a zumbir ou mesmo olhos carregados. Pode durar de 6 a 12 horas. Tem a particularidade de atingir o lado esquerdo do cérebro.

O lado esquerdo do cérebro controla o lado direito do corpo, porque os nervos se cruzam no pescoço. As pessoas que utilizam mais a mão direita, têm tendência a utilizar mais o lado direito do corpo, o que os leva a uma diminuição de oxigénio do lado esquerdo do cérebro. Como existem mais pessoas a utilizar o lado direito do corpo, as enxaquecas atingem maioritariamente o lado esquerdo do cérebro. Desta forma, nos canhotos, as enxaquecas atingem o lado direito do cérebro.

As enxaquecas acontecem quando as artérias e veias que vão até ao escalpe e cérebro se contraem, dilatam e inflamam. Mas o que será que provoca este comportamento das artérias e veias? De acordo com a medicina ocidental, os ataques surgem da tensão ou desequilíbrios emocionais e ocorrem, geralmente, após momentos de stress, desequilíbrios menstruais, fadiga, excessivo consumo de álcool, alergias a certos alimentos, etc. As enxaquecas são mais frequentes nas mulheres. Revolta, raiva, constipação, causas hereditárias, fumar, consumo de drogas e a falta de exercício físico aumentam o risco de aparecimento de dores de cabeça.

Os factores acima descritos são considerados os principais responsáveis pela ocorrência das enxaquecas, de qualquer maneira, a falta de oxigénio no cérebro é a principal razão.

Existem causas yin e yang que provocam a falta de oxigénio no cérebro.

Nas causas yang, a temperatura do corpo tem tendência a subir, as bochechas ficam vermelhas e as pupilas mais pequenas. Acontece quando se consome uma quantidade excessiva de gordura, consequência do consumo de alimentos de origem animal. A gordura tem tendência a formar obstáculos nas veias do cérebro, impedindo a livre circulação de sangue. A falta de oxigénio de qualidade em circulação, origina as enxaquecas. Os alimentos de origem animal contêm demasiado sódio, são yang, e estimulam o sistema nervoso parassimpático, causando a contracção das pupilas, pele avermelhada no lado do cérebro afectado e elevadas temperaturas do corpo.

Nas causas yin, a temperatura do corpo baixa, a face fica pálida e as pupilas dilatam.
A falta de oxigénio yin, é provocada por alimentos ricos em açúcar, frutas, outros hidratos de carbono simples, bebidas alcoólicas e manteiga. Estes alimentos oxidam facilmente, consumindo uma grande quantidade de oxigénio, causando a sua falta nas células do cérebro. A manteiga não é um hidrato de carbono simples, mas oxida muito facilmente ao calor. Neste processo, a manteiga consome o dobro do oxigénio do que os hidratos de carbono simples. O consumo de manteiga, é uma das principais causas das enxaquecas. Os glóbulos vermelhos que resultam do consumo excessivo de alimentos yin são mais fracos e incapazes de transportar tanto oxigénio como os glóbulos vermelhos de uma pessoa saudável. Esta falta de oxigénio causa dores fortes dores na cabeça e resulta numa dor de cabeça yin. Mais tarde, estes alimentos estimulam o sistema nervoso simpático, causando uma dilatação das pupilas, cor de pele pálida no lado afectado pelo cérebro, e dilatação das células do cérebro.
Demasiada água no corpo pode provocar enxaquecas de origem yin. O metabolismo dos hidratos de carbono simples produz água, que é adicionada aos fluidos ingeridos, aumentando assim a sua circulação no cérebro. Como resultado, as células cerebrais expandem-se e pressionam os nervos contra o cérebro, surgindo as dores.

Para um melhor controlo deste sintoma, The Rice Experience recomenda uma dieta focada nos cereais integrais, vegetais, algas e leguminosas. Simplificar a alimentação, simplifica a vida.

Exemplos de alimentos yin: açúcar, fruta, droga, medicamentos, mel, leite e derivados, etc.
Exemplos de alimentos Yang: ovos, carne, peixe, etc.

Written by thericeexperience

Maio 30, 2011 at 2:34 pm

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Cancro Da Mama

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O cancro da mama atingiu proporções epidémicas na sociedade moderna, com uma média de uma em cada oito mulheres. Surge quando existe um crescimento de tecido celular maligno, que é caracterizado por um inchaço no peito, uma protuberância, situação de desconforto sem haver uma dor real, e nódulos debaixo dos braços. Estão devidamente identificados e classificados, sendo todos considerados letais senão forem tratados, visto o risco de propagação para os outros órgãos ser inevitável.

A partir do momento em que se descobre um possível aparecimento de células cancerígenas, alguns tipos de operações de remoção são recomendados pela comunidade médica.

Quanto mais cedo for detectado, menos doloroso é o tratamento e mais probabilidades tem o paciente de sobreviver. Os grupos de risco, na maior parte dos casos, são mulheres que têm casos de cancro na família, que tenham tido tumores benignos no peito, que nunca tenham tido filhos, ou que tenham sido mães depois dos 35 anos de idade, ou que tenham mais de 50 anos de idade. De qualquer forma, as idades onde tem sido diagnosticado cancro da mama têm diminuído de ano para ano.

Devido ao elevado número de casos encontrado em mulheres na menopausa, níveis elevados de estrogénio têm sido sugeridos como factores que contribuem para o cancro da mama.

É encorajador ver a ciência a reconhecer o papel das dietas ricas em gordura como potenciadoras de diversas doenças, entre elas o cancro da mama. Durante muitos anos, os seguidores da dieta macrobiótica recomendaram uma dieta com poucas gorduras. Uma mudança na dieta e estilo de vida é o passo mais importante para reduzir o risco de cancro da mama.

Existem dois tipos de cancro da mama. O primeiro tipo, tendo por base uma alimentação Yang (carne, peixe, ovos, e consumo insuficiente de vegetais), o outro tipo tendo por base uma alimentação Yin (álcool, fruta, açúcar, lacticínios e vinagre, além do consumo insuficiente de sal em qualidade e quantidade, para balancear os açúcares).

ESTUDOS CIENTIFICOS

A dieta macrobiótica reduz o risco de cancro da mama.

Os investigadores do New England Medical Center em Boston concluíram que as mulheres macrobióticas e vegetarianas têm menos probabilidade de contrair o cancro da mama. Os cientistas concluíram que estas mulheres processam o estrogénio de maneira diferente das mulheres que têm dietas desequilibradas, eliminando-o mais rapidamente do corpo. O estudo envolveu 45 mulheres pré e pós menopausa, onde metade eram macrobióticas ou vegetarianas, enquanto que o resto não.

Os dois grupos consumiram a mesma quantidade de calorias. As mulheres vegetarianas consumiram 1/3 da gordura animal consumida pelo grupo não vegetariano, e libertaram duas vezes mais estrogénio. Os elevados níveis de estrogénio são um indicador que serve para despiste da doença, visto que possibilitam o desenvolvimento do cancro da mama.

Fonte:B.R. Goldin e tal., “Effect of diet on Excretion of Estrogens in Pré- and Postmenopausal Incidence of Breast Câncer in Vegetarian Women,” Câncer Research 41:3771-73,1981 

Tofu e miso protegem contra o cancro da mama.

Num estudo feito sobre o efeito dos produtos à base de soja nas hormonas femininas, cientistas japoneses concluíram, após o estudo de 50 mulheres saudáveis em pré-menopausa, que o consumo de miso e tofu reduzem a produção de estradiol, uma super hormona estrogénica. Os cientistas concluíram que os produtos à base de soja baixam os níveis de probabilidade de incidência de cancro da mama.

Fonte: C. Nagata, “Decreased Serum Estradiol Concentration Associated with High Dietary Intake of Soy Products in Premenopausal Japanese women”. Nutrition and Cancer 29(3):228-33.1997.

Dieta diminui o risco de mulheres hispânicas terem cancro da mama.

As mulheres hispânicas que vivem nos EUA têm a mortalidade mais baixa de cancro da mama, comparando com os outros grupos étnicos. Os investigadores da Universidade de Texas publicaram um estudo feito com 22 mulheres da área de Houston, que consumiam diariamente na sua dieta, cereais, pão, feijão e vegetais em maiores quantidades do que as verificadas noutros grupos étnicos. Esta diferença na dieta justifica o porquê das mulheres hispânicas terem pouco cancro da mama.

Fonte: “Dietary Fiber, Hispanics, and Breast Cancer Risk?” Annals of theNew YorkAcademyof Science 837:524-36,1997.

Written by thericeexperience

Maio 10, 2011 at 10:20 am

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Depressão, Doença Do Foro Neurológico, Psicológico Ou Mental?

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­A depressão reflecte um sentimento de tristeza permanente, desespero e normalmente resulta numa diminuição das capacidades funcionais. Alguns sinais incluem fadiga crónica, insónia ou dormir em demasia, perda de apetite ou apetite descontrolado, perda de capacidade sexual, dores de cabeça, perda de interesse pela vida, isolamento social, irritabilidade, disfunções gástricas, inadequação e sentimento de inutilidade, dificuldade de concentração e incapacidade de tomar decisões. Pode acontecer existirem sentimentos de culpa por causas menores seguidas de choros inexplicáveis. A taxa de sucesso na recuperação é alta, de qualquer forma é difícil para quem sofre de depressão conseguir observar pequenas melhorias. Caso não seja eliminada a causa da depressão, é normal haver recaídas.

De acordo com a Macrobiótica a depressão acontece devido a uma alimentação de extremo Yin. As depressões aumentam em alturas de inverno em que as noites são longas e os dias mais negros e curtos, tudo condições Yin. Psicologicamente, as causas de uma condição de extremo Yin são: a perda de alguém próximo; divorcio; despedimento; stress excessivo; preocupações várias. Fisicamente, a causa está directamente ligada a um estado de acidificação sanguínea ao nível do sistema nervoso, que leva a uma mau funcionamento das enzimas e falta de glucose e oxigénio no cérebro. Esta condição acontece devido a um consumo excessivo de açúcar refinado e gordura, que provoca deficiências nutritivas, problemas de estômago, dores de cabeça, problemas de tiróide, endometriose, alergias, levando à depressão.

Uma forma de resolução do problema é uma alimentação simples, tendo por base alimentos mais neutros: cereais integrais, vegetais, leguminosas, rejeitando todo o tipo de alimentos industrializados, não tomar drogas, álcool, carne, açúcar ou medicamentos.

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Março 11, 2011 at 11:07 am

Publicado em Doenças

Antibióticos, O Vicio Dos Médicos

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Inicialmente a penicilina e outros Antibióticos provaram ser extremamente eficazes, salvando a vida a milhões de pessoas, que de outra forma tinham morrido. De qualquer forma, a euforia que se gerou à volta destas drogas milagrosas rapidamente se desvaneceu. A Estreptomicina foi dos primeiros Antibióticos utilizados. Serviu de combate à Tuberculose, mas perdeu rapidamente a sua capacidade de actuação, após dois meses de utilização, especialmente na tuberculose pulmonar. Deixou muitos pacientes surdos e atordoados. Apesar disso os benefícios foram bem maiores do que os efeitos secundários. Devido aos excelentes resultados, os médicos continuaram a prescrever este tipo de antibióticos fortes para situações graves.

Passadas algumas décadas, começaram a ser utilizados para precaver e para prevenir futuras infecções e para combater doenças pouco importantes. A produção intensiva de gado, com recurso a alimentos como: a farinha de carne, milho e soja, originou graves problemas de acidez estomacal nos animais, que por sua vez era combatida com recurso a antibióticos.

60% dos Antibióticos são consumidos pelos humanos, enquanto 40% pelo gado. Por volta de 1980, 75% do gado já consumia Antibióticos para prevenção de futuras infecções e para proporcionar um crescimento rápido, aumentando os lucros da industria farmacêutica.

240 milhões de doses de Antibióticos ano, são consumidas nos EUA. Um em cada três doentes, tomam Antibióticos quando visitam o hospital. Os médicos receitam Antibióticos para uma simples gripe, ou para uma pneumonia.

Recentemente, através de várias pesquisas feitas (J. W. Harrison “the beginning of the end of the Antibiotics era”; R. Gonzales “Antibiotic prescribing…”; Marc Lappé “when Antibiotics fail”, etc), mostram que o uso de Antibióticos interfere na produção de células, na metabolização da B-12 e matam bactérias benignas do intestino que sintetizam a vitamina K, biotina, riboflavina, acido pantotênico, piridoxina. Estes nutrientes estão relacionados com a função de imunidade que nos protege contra a doença.

Os efeitos secundários do uso de Antibióticos incluem: Diarreia; Febre; Reacções Alérgicas; anemia, sangramento; descalcificação; enfraquecimento dos rins, fígado e sistema nervoso; cândidas. O corpo manifesta um problema através da doença, nós utilizamos os remédios para o calar, mas o problema tende a acumular. Cada vez que se manifesta será mais forte. Esta é a razão pela qual não existem pessoas saudáveis. Os meios de alarme do nosso corpo estão entupidos, impossibilitados de se manifestar. Como se costuma dizer, ‘seja o que Deus (médico) quiser’.

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Fevereiro 24, 2011 at 10:05 am

Publicado em Consciencia, Doenças

Problemas De Pele, Dores Menstruais E Os Lacticínios

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A Macrobiótica ajudou-me a compreender a relação existente entre a alimentação e os problemas de pele. Normalmente digo aos meus pacientes que problemas de pele são o reflexo do ambiente gastrointestinal e dos alimentos que entram pela nossa boca. Não tenho dúvidas da ligação existente entre o consumo de açúcar e as borbulhas. É interessante verificar que os pacientes que alteram as suas dietas, pioram ao nível de problemas de pele durante os primeiros meses, reflexo da fase de descarga do processo de cura.

 A maior parte das mulheres nota que surgem pequenas borbulhas junto da boca antes do aparecimento do período. O diagnóstico oriental identifica a área perto da boca como a área dos órgãos de reprodução.

Eu vejo adolescentes com os mesmos problemas que as mulheres de 30 e 40 anos. É triste saber que existem muitas raparigas que sofrem de dores menstruais fortes, vomitam, sentem-se tontas e com dores de cabeça. Além disso, é possível que tenham problemas de pele, sofram de fadiga, e de mudanças de humor. O efeito de uma alimentação desequilibrada manifesta-se na puberdade, alturas em que naturalmente, as raparigas sofrem de grandes mudanças internas e stress.

Lembro-me quando era criança de ter tosse, gripes, infecções de ouvidos, combatidas ferozmente com antibióticos. Como não tirei as amígdalas e os adenóides, estava sempre a espirrar e muito congestionada durante a noite. O meu médico disse-me que era alérgica às penas. Passei a dormir com a almofada dentro de um saco de plástico. Não ajudou. A minha pele continuava em muito mau estado, acompanhada de enxaquecas fortes. As minhas menstruações eram muito dolorosas. Usava constantemente spray nasal durante muitos anos e tossia sempre de manhã. Descargas vaginais crónicas e cândidas eram comuns.

Claro que tudo isto foi provocado pelo leite e os lacticínios. Eu não quis acreditar na diferença da minha sinusite assim que parei de consumir leite num curto espaço de tempo. Foi um milagre. Gradualmente os meus problemas de pele foram desaparecendo, assim como as enxaquecas. Sintomas que voltam sempre que furo a dieta.

O meu pai sempre sofreu de congestionamento nasal, nariz tapado, e tosse com expectoração. Combateu os sintomas com o recurso a injecções e medicamentos que poucos resultados tiveram. Convenci-o a parar de consumir lacticínios. Ele não queria acreditar na mudança, passou inclusive a cheirar.

Texto da Dr.ª Helen V. Farrel, retirado do livro “Doctors look at Macrobiotics”

Written by thericeexperience

Fevereiro 3, 2011 at 11:14 pm

Publicado em Doenças

Sindroma Pré-Menstrual SPM – Problemas De Menstruação

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O primeiro sistema que muda no corpo da mulher em caso de doença, stress ou desequilíbrio nutricional é o ciclo menstrual. Biologicamente, as mulheres “criam vida”, logo o seu sistema reprodutivo é muito importante e sensível. Desta forma, o corpo da mulher muda diariamente para este propósito. Uma mudança no seu ciclo menstrual, mesmo que pequena, reflecte uma mudança na bioquímica do seu organismo.

Porque razão as mulheres desenvolvem os sintomas do SPM? Todos nós estamos familiarizados com a frase “nós somos o que comemos.” Isto por si só responde á questão, mas vamos um pouco mais longe.

É desencorajador que a maioria dos médicos se recusem a aceitar a importância da nutrição na prevenção e recuperação do organismo. O que acontece ao nível celular, determina como nos alimentamos fisica e mentalmente. O equilíbrio dos nutrientes que consumimos determina o que acontece ao nível celular. Concluo que a SPM é apenas uma manifestação dos nossos maus hábitos de consumo e do stress da vida moderna.

É obvio que um desequilíbrio hormonal é um factor terrível que acentua os sintomas. O estrogeneo e a progesterona, são conhecidos como destabilizadores dos níveis de glicose no sangue, provocando um potencial estado de hipoglicémia. A flutuação acentuada dos níveis de açúcar no sangue, impossibilitam o cérebro de receber uma quantidade de glicose constante (hipoglicémia). Desta forma o “cérebro animal” manifesta-se.

Se a mulher estiver sobre stress (frequente na fase de menstruação) e consumir açúcar, as hormonas cerebrais podem provocar tensão nervosa e fadiga. O açúcar e a cafeína ao serem consumidos, aumentam os níveis de açúcar no sangue, como resposta o pâncreas liberta insulina, que tem a particularidade de baixar esses níveis. Basicamente a insulina funciona como um apaziguador da excitação, o problema é que a metabolização instantânea do açúcar e café, obriga a uma resposta rápida e stressante do pâncreas. Ao baixar os açúcares, entramos no ciclo vicioso da necessidade compulsiva de voltar a consumir açucares. Normalmente dizemos, “preciso mesmo de comer um doce!”.

A maioria das pessoas pensa que o açúcar lhes dá energia que precisam para o dia a dia. Na verdade rouba a energia e desperdiça a possibilidade de reter a energia no corpo. Queimar açúcar para combustível é a mesma coisa que queimar jornais para produzir calor – queima rapidamente com uma chama enorme, mas morre instantaneamente, necessitando de mais papel.

Eliminando a cafeína, açúcar e adoçante e fazendo uma dieta regrada, tendo como base os cereais integrais, vegetais, algas e leguminosas, a glicose pode ser estabilizada e as mudanças de humor não serem tão severas. Aconselhamos como complemento a procura de formas de libertação da tensão do organismo através do yoga, taichi, chi kung, etc.

Baseado no livro “Doctors look at Macrobiotics” Helen V Farrel

Written by thericeexperience

Dezembro 11, 2010 at 8:06 pm

Publicado em Doenças