THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

Os Efeitos Secundários Do Micro-ondas

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Somos como as empresas. Estamos sempre em constante análise. A nossa mente analisa os custos que temos, o tempo que inutilmente perdemos, as amizades que fazemos e as chatices e problemas em que nos envolvemos. Como resposta estabelecemos horários, metas, desdobramo-nos e desdobramo-nos, na esperança de que as horas do dia aumentem, para fazermos cada vez mais. Á primeira vista parecemos atletas de alta competição, mas na realidade a energia que emanamos é traduzida pelo cansaço e stress. É difícil encontrar uma pessoa que não esteja cansada, ou stressada, ou cansada e stressada. Arrisco-me a dizer que o cansaço e o stress, são os vírus mais contagiantes e poderosos que alguma vez existiram.

Durante o percurso do Homem surgiram sempre inventos que tornaram a nossa vida mais simples. Como o tempo é escasso, economizar uns minutos aqui, outros ali, dão dias ao final de um ano de vida. O micro-ondas foi um desses inventos. Surgiu, por acaso, de um radar e hoje encontra-se presente em praticamente todas as casas. Simples e prático, a sua utilização permitiu que a nossa mente fizesse um brilharete, a apontá-lo como principal economizador de horas de vida. Porque é que fugimos da cozinha a sete pés? Será que o facto de cozinharmos cada vez menos, traz efeitos nocivos na nossa saúde? Será o micro-ondas um invento tão benéfico para as nossas vidas? Deixamos aqui um pequeno texto de Michio Kushi do livro “The Macrobiotic Path to total health”:

“A vibração intensa provocada pelos micro-ondas, afecta a integridade celular dos alimentos e das pessoas… Estudos médicos demonstram que a comida exposta ao micro-ondas provoca alterações no sangue e no sistema imunitário… do ponto de vista energético, esses alimentos possuem efeitos expansivos, que contribuem para a destruição, deterioração e decomposição das células. Cozinhar com fogão eléctrico, não é tão mau como cozinhar com micro-ondas, mas promove disfunções ao nível do sistema digestivo, circulatório e nervoso, produzindo um efeito de enfraquecimento geral, incluindo dificuldades ao nível cognitivo.”

Vale a pena “perder” tempo na cozinha?

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Novembro 22, 2010 at 11:41 pm

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Água, A Fonte Da Vida Eterna

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Os fluidos do corpo, incluindo o sangue e a linfa, carregam as mesmas toxinas que a água, ar, e cadeia alimentar, mas em concentrações maiores. Nesta perspectiva, a razão da falta de vitalidade das pessoas é obvia: Rins e fígado – os filtros de toxinas e desperdícios – estão saturados com químicos e toxinas venenosas provenientes dos nutrientes dos alimentos processados. A energia do nosso organismo é fornecida pelas glândulas adrenais, ficando a gestão dessa energia entregue ao fígado. Se estes órgãos forem obrigados a trabalhar em continuo para limpar o corpo de toxinas, sobra pouca energia para a actividade do dia a dia.

Se insistirmos no estilo de vida actual, teremos uma epidemia de doenças relacionadas com excesso de toxinas, que resultam numa quebra total do nosso sistema imunitário, doenças mentais e degenerações físicas.

Todos nós temos a responsabilidade de reunir esforços que ajudem a purificar e a tratar o planeta, começando na auto-desintoxicação. Desintoxicar significa escolher melhor os produtos que compramos, livres de químicos. Uma mudança na alimentação para produtos biológicos, não é mais cara, ao contrário do que se pensa, é muito mais barata. (ed : caso queira receber um plano de ajuda, solicite-o através do nosso email). Desta forma forçamos os produtores a mudarem os seus métodos químicos para métodos mais naturais.

Vivemos na era da água poluída, é necessário a sua purificação sem recurso a químicos, que são nocivos para o nosso organismo, provocando uma lenta destruição do nosso sistema imunitário. A excepção são os poços e nascentes que tenham ultrapassado testes de pureza, livres de químicos e minerais perigosos. A contaminação da água com toxinas artificiais é só uma parte do problema. A água dos poços, de uma área de agricultura biológica tem, na maior parte dos casos, vestígios de alumínio.

O recente documentário da Sic “desta água beberei?” alerta para este problema, mas esquece de referir que colocar químicos na água não o resolve. Tornar a água potável, respeitando parâmetros técnicos definidos como conformes está errado. A água considerada potável é de péssima qualidade e má para a saúde, , agora imaginem aquela que identificam no documentário da Sic como imprópria!!!. Cozinhar com a água em causa é a mesma coisa que bebe-la.Os químicos não resolvem os nossos problemas, acentuam-nos.

Para completar, gostaríamos de aconselhar o documentário “The Fluoride deception”, para tentar perceber melhor os porquês de tudo o que rodeia este assunto chamado água, que é de extrema importância para todos nós.

DOCUMENTÁRIO SIC “desta água beberei?”

DOCUMENTÁRIO “The fluoride deception”

Texto baseado no livro “Healing with whole foods” de Paul Pitchfork

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Novembro 17, 2010 at 1:39 pm

Publicado em Consciencia, Curiosidades

Doenças Degenerativas Vs Alimentação Saudável

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A prova de ligação entre a dieta e a maior parte das doenças degenerativas que afectam o homem moderno crescem de dia para dia, e em áreas como a medicina cardiovascular, não existem dúvidas. Para aqueles que desejam estar informados sobre o conhecimento cientifico, que demonstra que uma mudança de dieta pode alterar o prognostico das doenças degenerativas como o cancro, osteoporose, arteriosclerose, problemas cardíacos, pressão arterial elevada, diabetes, artrites, eu aconselho-os a ler o livro Mc Dougall´s Medicine. De qualquer forma, os que lideram o conhecimento da nutrição moderna podem ajudar as pessoas a ultrapassar muitas doenças. A Macrobiótica é a única dieta responsável por um elevado número de recuperações anedóticas, consideradas incuráveis pela medicina moderna.
Durante um longo período, os médicos voltaram as costas ao papel da nutrição na recuperação. Apesar das recuperações anedóticas através da Macrobiótica, não existe até à data nenhuma documentação científica que as prove. Nesta altura, eu encontro-me a preparar um artigo para um jornal médico a documentar sete casos de uma completa regressão de estados avançados de cancro, considerados incuráveis pela medicina. Mesmo assim não podemos considerar sete casos um numero muito elevado, mas é espantoso porque são casos raros de recuperação total.
Se alguém quer ser saudável, então faz sentido seguir a dieta mais saudável possível. A Macrobiótica oferece às pessoas mais do que uma dieta, oferece as ferramentas para descobrir o poder dos diferentes alimentos, desenvolvendo a destreza de saber o que comer para atingir determinado objectivo. Qualquer pessoa em sintonia com a cultura ocidental que ler este texto pela primeira vez, vai chegar à mesma conclusão que eu cheguei no início, “Isto é tudo uma treta.” De qualquer forma, convido-o a experimentar a Macrobiótica durante dois a três meses, através da sua dieta standard e em seguida experimentar comer um gelado. Desta forma consegue perceber o efeito do gelado no seu corpo e mente. A dieta correcta depende do indivíduo e é uma fascinante aventura descobrir os alimentos ideais para determinada pessoa.
Esta experiencia fascinante e valiosa é bastante gratificante, de qualquer forma não recomendável a doentes terminais. Nestas situações é importante consultar um orientador Macrobiótico com experiencia e seguir as suas sugestões a 100%. Todas os doentes terminais que conheci que recuperaram de doenças graves, seguiram uma dieta estrita, sem devaneios de qualquer espécie, até a doença estar bastante bem superada. Pela minha experiencia e pesquisa, as pessoas que furam a dieta, ou que pensam que sabem mais do que a Macrobiótica tomando vitaminas, não se deram bem. Depois da pessoa não ter sinais da doença durante um ano, pode furar ocasionalmente, mas a Macrobiótica tem de ser mantida como dieta regular, se a saúde for o principal objectivo.

Texto ‘The Rice Experience’ baseado no livro “Doctors Look at Macrobiotics”, da Drª Vivien Newbold.

Written by thericeexperience

Novembro 7, 2010 at 11:49 pm

É Urgente Recomeçar A Viver

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Suprimir a dor é retardar a cura, porque a dor significa alívio no sofrimento do organismo. Consumir medicamentos para suprimir a dor é forçar o corpo, limitá-lo, impedir as suas manifestações.

Tal como nós, os humanos, que por natureza detestamos todas as limitações, sejam no trabalho, nas relações amorosas ou familiares, o corpo também não as aprecia. Gosta de trabalhar e de funcionar de modo a proporcionar-nos liberdade para viver com as nossas fúteis preocupações mundanas. 

Hoje em dia tudo é XPTO. É o emprego XPTO, o carro XPTO, o telemóvel XPTO, o restaurante XPTO. São os detergentes que matam os micróbios XPTO, a virose que surgiu e que também é XPTO, os produtos de higiene XPTO, as vacinas para as gripes XPTO, são as análises e os tratamentos XPTO, os vegetais do supermercado com os preços mais XPTO, o médico XPTO, as férias mais XPTO, etc. Vivemos no mundo em que tudo é XPTO, excepto a nossa saúde, essa é frágil, muito frágil.

Somos aconselhados a lavar as mãos a toda a hora, tomar 50 banhos por dia, mudar de roupa, expulsar todos os micróbios e possíveis invasores das nossas casas (como se isso fosse uma possibilidade real), lavar constantemente o cabelo, o carro, as roupas, os pés, a cara, os pratos, as paredes, e tudo a uma velocidade frenética, desesperante, obsessiva, compulsiva e descontrolada. Basta ir a uma grande superfície ou a uma praia para observar aquilo em que nos tornámos: bichos que lutam pelo melhor lugar no parque de estacionamento, pelo melhor carrinho de compras, pelo melhor local na praia, pela melhor mesa do restaurante, pelo status. Nem reparamos nas coisas boas ao nosso serviço: um organismo que é mal tratado, violentado, destruído e entupido, tudo durante o percurso da nossa vida. O nosso organismo nunca pára para pensar em vingança, está sempre pronto para se reequilibrar, para ajudar quem o destrói, incansavelmente e até ao limite das suas capacidades.

Já pensou se tivéssemos de estar com atenção para respirar, ou para fazer a digestão? Sempre que emite um alarme para o exterior, o responsável por esses processos não é respeitado porque num curto espaço de tempo o Sr. da Bata Branca o silencia. Neste caso o Sr. da Bata Branca não é mais do que o líder de um regime totalitarista, ordenando aos seus soldados (os medicamentos) que silenciem a manifestação inoportuna, o grito de revolta.

Será tudo como eles contam? Duvido.

Enquanto andamos entretidos com o futebol, Sócrates, Free-Port, submarinos, PT, EDP, caso TVI, festivais e outros que tais, não temos tempo nem cabeça para mais nada.

É necessária a vontade de recomeçar.

É urgente o recomeço.

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Novembro 3, 2010 at 11:04 pm

A Função Dos Rins

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Os rins não são muito grandes, são do tamanho das nossas orelhas, mas o seu interior está cheio de centenas de pequenos poros que limpam o sangue de toxinas e desperdícios. A sua função consiste em filtrar o sangue convertendo os desperdícios em urina. Todos os líquidos úteis, hormonas, etc., voltam à corrente sanguínea. Todos os dias passam pelos rins 100 litros de líquidos, sendo eliminados 1.5 litros, o restante volta à corrente sanguínea.

Se consumirmos grande quantidade de produtos que promovam desperdício – como a carne – os rins não conseguem filtrar eficazmente as toxinas, resultando numa impossibilidade de serem eliminadas, voltando à corrente sanguínea. Uma alimentação baseada no consumo diário de carne provoca a contracção dos rins, sobrecarregando-os com matéria gorda inútil. Esta condição força o coração a bater mais forte, elevando a pressão sanguínea com o objectivo de socorrer os rins através da condução de líquidos do corpo.

Por cima dos rins estão localizadas as glândulas adrenais, as quais, segundo a medicina oriental, controlam as funções sexuais. Os rins governam os órgãos sexuais, estando neles a origem física de todos os problemas sexuais. A potencia sexual é determinada pelo estado de saúde dos rins.

Também afectam a condição dos ossos. Uma dieta rica em gorduras animais escurece os ossos, devido à desmineralização. Os problemas de pele também estão relacionados com os rins.  A eliminação de toxinas do corpo, é feita grande parte pelos rins através da urina, e da pele através da transpiração. O suor e a urina são muito similares na sua composição. Um problema de pele resulta da incapacidade dos rins em filtrar toxinas eficazmente, levando a que estas sejam eliminadas através da transpiração.

Grande parte da população sofre de problemas de rins devido ao excessivo consumo de carne. Este consumo provoca a yanguização ou contracção dos rins e consequente aumento da pressão arterial, resultando em problemas de coração, colesterol, problemas de pele, problemas de ouvidos, etc. O sintoma mais comum de problemas de rins aparecem nos pés, através de erupções cutâneas ou dores na planta, papos nos olhos, dores nas pernas por baixo do rabo, tom da pele amarelado, suores nas mãos, problemas de pele no corpo, etc.

O problema dos rins está directamente relacionado com desequilíbrios alimentares. Por um lado consumimos proteínas animais diariamente de uma forma desregrada, provocando stress e contracção dos rins. De seguida sentimos uma vontade anormal de beber líquidos, que não é mais do que uma tentativa de correcção do primeiro problema. Esta sobrecarga de líquidos origina, um novo esforço dos rins, um novo problema. Se os rins, numa condição de dieta equilibrada, filtram 100 litros de líquidos por dia, imaginem o que filtra com uma dieta desequilibrada.>

Texto ‘The Rice Experience’, baseado no livro ‘Healing ourselves’, de Naboru Muramoto

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Outubro 27, 2010 at 9:17 pm

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Christoph Wilhelm Hufeland Receitava Alimentos Naturais

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Filosofo, professor de medicina e médico que viveu no séc XVIII. Tratou de personalidades como Johann Wolfgang von Goethe. Recomendava uma dieta à base de cereais e vegetais, com boa mastigação. Conhecedor em pleno dos riscos para a saúde da carne e açúcar, defensor da amamentação de crianças com leite materno, exercício físico e cura das doenças pelo próprio doente.

Escreveu no seu livro Macrobiotics, or the Art of Prolonging Life, “Quanto mais o Homem respeitar as obedientes leis da natureza, mais tempo vive; quanto mais se afastar do cumprimento das leis da natureza, mais curta a sua existência.”

“O poder curativo da natureza, deve, acima de tudo, ser respeitado e promovido, porque é o único principio em que nos podemos apoiar para tratar eficazmente as doenças que nos afligem. Pode ser conseguido através da não acomodação do nosso corpo, face a tratamentos externos. Nesses casos, a natureza vai ser utilizada mas dependendo de ajuda externa, que com o tempo, acaba por perder o seu poder de assistência eficaz.”

No que respeita a dietas ele concluiu que “a comida dos ricos e com mais nutrientes, através de uma alimentação excessiva de carne, não prolonga a vida. As pessoas que atingiram idades avançadas, sempre foram regradas na sua alimentação, baseada em vegetais e pouca ou nenhuma carne.”

No que respeita ao estilo de vida “o grau civilizacional, em relação ao luxo, requinte e desvios da natureza, que tanto gostamos de enaltecer, ao vivê-lo de uma forma tão intensa, tende a encurtar na mesma proporção a nossa existência.”

Texto ‘The Rice Experience’, baseado no livro ‘Macrobiotics or the Art of Prolonging Life’, de C.W. Hufeland, M.D.,

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Outubro 18, 2010 at 10:05 pm

As Causas E Sintomas Das Doenças

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Estar grato por tudo é um dos pontos chave na macrobiótica. Por vezes damos por nós a perder tempo a queixar-nos, desejando ser outra pessoa, na frustração que sentimos em viver e lidar com a nossa existência. Se ao invés, expressarmos repetidamente gratidão pelas coisas de que nos queixamos, aprendendo a fazer as mudanças necessárias, a nossa perspectiva muda radicalmente. De repente os problemas são vistos como desafios, que quando transpostos, produzem infinita felicidade. Quero partilhar com vocês um problema que aconteceu comigo.

Passados dois meses de comer muitos alimentos fora da dieta base, biscoitos macrobióticos, nozes, amêndoas, algum queijo, etc, um pequeno caroço apareceu no meu peito esquerdo. Inicialmente estava chocada, aterrorizada e revoltada. Será que este caroço se iria transformar num cancro, no intuito de corrigir os meus hábitos? Depois de fazer uma mamografia que indicou que a possibilidade de cancro era remota, obtive aconselhamento macrobiótico que me orientou para uma dieta restrita. O nódulo desapareceu, mas sempre que abria a dieta para alimentos mais ricos o nódulo reaparecia e com dores fortes. Nos primeiros meses eu estava furiosa, ressentida e revoltada. Eu não podia comer fora da dieta sem que o nódulo não soasse um alarme de desconforto pela minha atitude.

Com o tempo, acabei por reconhecer como o nódulo era precioso, funcionava como um alarme pessoal que surgia sempre que eu fugia da dieta. Comecei por dizer a mim própria “Obrigada, pequeno nódulo, por tudo o que me tens ensinado. Estou disposta a aprender e preparada para mudar.”

Alguns meses mais tarde, li o livro de Louise Hay´s, You Can Heal Your Life. Adaptando um dos parágrafos, ganhei o hábito de repetir todos os dias a frase, “eu adoro-me, alimentarei o meu corpo apenas com os alimentos que necessita, e o meu corpo responderá com saúde, beleza, flexibilidade e energia”. De qualquer forma eu continuava a comer fora da dieta mas cada vez com menos frequência e menos intensidade. Considero este meu problema inexistente, comparado com pessoas que estão a morrer com doença terminais, mas descobri que os mesmos factores básicos podiam ser aplicados. Estes doentes, tal como eu, detestavam os seus corpos por estarem doentes e a maneira como se autoavaliavam era destrutiva, ressentida e revoltada.

Outro princípio básico da Macrobiótica é assumir a responsabilidade total por tudo o que criamos, positivo e negativo, incluindo doenças, acidentes, dificuldades de relacionamento, ganhos no jogo, etc. A principal diferença entre a medicina moderna e a medicina oriental, não são as ciências que cada uma delas utiliza, mas o contexto em que são praticadas. O médico normal vê o doente como um inocente, vitima das circunstâncias, sem qualquer tipo de responsabilidade pelo seu estado, dedicando pouca atenção à raiz do problema. A responsabilidade de cura da doença, depende única e exclusivamente do médico, o ser pensante. A única atitude possível para o doente, é comportar-se como uma vítima, desamparada, pronta a receber instruções.

Esta atitude tem surgido no ocidente, sendo cada vez mais aplicada em todos os aspectos da vida. Sempre que alguma coisa corre mal, as pessoas olham à sua voltam e tentam arranjar alguém ou alguma coisa que possam culpabilizar. Por exemplo, no meu trabalho como médico de urgência, quando pergunto a um adolescente, “Como fizeste este corte?” muitas vezes responde, “a porta bateu-me” em vez de, “Fui contra à porta e cortei-me.”. Da mesma forma, as pessoas olham para terceiros, quer seja doutor, padre, marido, ou orientador Macrobiótico, de forma a responsabiliza-los pela sua condição. È costume ouvimos dizer “pus-me nas mãos dos melhores médicos deste país.” Essencialmente, a pessoa abandonou a responsabilidade por si mesma, entregando-a a alguém. A maior parte dos doentes pensa que através da Macrobiótica, basta comer um certo tipo de comidas para que a cura aconteça. Tentam depositar a sua recuperação num orientador Macrobiótico, da mesma forma que fazem com os médicos convencionais, mastigando muito bem a comida sem perder tempo a pensar. O que precisam de fazer é assumir a responsabilidade de ter criado a doença e traçar medidas de forma a ultrapassa-la.

Todas as pessoas que tenho conhecido que ultrapassarem doenças graves, tomaram a responsabilidade total pela sua doença, aumentaram o seu conhecimento e entendimento e se hoje estão vivos, podem dar graças a elas próprias.

Texto de Dra. Vivien Newbold do livro “Doctor´s Look at Macrobiotics”

Written by thericeexperience

Outubro 3, 2010 at 4:16 pm

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A Importancia Da Renovação E Qualidade Do Sangue

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De acordo com os biólogos, a mudança completa dos glóbulos vermelhos demora 120 dias. Passados 12 dias o sangue muda em cerca de 12%, fazendo com que o sintoma da doença desapareça ou diminua. Por outras palavras, demora 120 dias a purificar o sangue e cerca de 12 dias de uma dieta equilibrada, sem comida processada, açucares, proteínas animais, sem excesso de líquidos, sem comer em demasia, para que os sintomas cessem ou para que fiquemos livres de perigo.

Demora cerca de 3 anos a reconstruir as fibras dos músculos e órgãos, mas demora cerca de 7 anos a mudar a constituição do corpo. A velocidade destas mudanças depende da pessoa e da velocidade do seu metabolismo. Uma criança tem a capacidade de cura muito maior, porque a circulação e metabolismo estão no seu potencial máximo. Os idosos, por sofrerem normalmente de estagnação sanguínea, têm dificuldade em renovar a células. Esta é a razão pela qual os idosos necessitam de dormir bem tapados, devido á sensibilidade ao frio, em contraste com a capacidade que as crianças têm em usar pouca roupa no inverno.

Todos os dias o nosso sangue é renovado enquanto o sangue velho é destruído. As toxinas são libertadas através dos rins e pele. Os componentes úteis das toxinas e do sangue velho são retidos na vesícula e utilizados posteriormente.

Ainda se mantém desconhecido a quantidade de sangue produzido. O intestino delgado, o órgão final no processo digestivo, começa a produção de sangue, mas o processo de criação do glóbulo fica incompleto, visto ser impossível ser produzido só por um órgão. Do intestino o sangue incompleto viaja em direcção ao fígado, coração, pulmões e pâncreas. O fígado, responsável pela bílis e o pâncreas responsável pela finalização do processo podem ser responsáveis pela destruição do sangue velho.

Será que o mau sangue é sempre descarregado? Se seguir uma dieta equilibrada tendo por base cereais, vegetais e leguminosas, de certeza que é eliminado, ficando apenas o sangue novo saudável.

Todas as pessoas têm a capacidade para renovar o sangue, dependendo apenas da vontade em mudar hábitos alimentares errados e perpetuados durante décadas. Para a criação de sangue de qualidade precisamos de abdicar: do açúcar; dos refrigerantes; da proteína animal; da comida embalada processada; etc. Devemos integrar na dieta vegetais de folha verde, como o agrião ou nabiça, que activam o sangue, afectando o metabolismo do corpo, invertendo o processo de estagnação.

Os animais consomem plantas para formar sangue, ossos e pele. Se consumirmos carne formamos sangue rapidamente, mas de inferior qualidade e duração muito limitada. Plantas → sangue → carne é o processo natural. Se escolhermos comida da ultima fase estamos a inverter o processo natural de produção sangue. Estes afastamentos das leis da natureza são a causa das doenças da humanidade, devido á alteração de ciclos naturais. Para evitar uma vida de doença,  vitimização, culpabilização externa, aconselhamos a  mudar o interior, tudo começa na boca.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado em ‘Healing ourselves’, de Naboru Muramoto

Written by thericeexperience

Setembro 30, 2010 at 11:20 pm

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O Maior Segredo Da Industria Alimentar

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Quando surgem escândalos que põem em causa o normal funcionamento da sociedade, pode observar-se a preparação dos grandes grupos de interesse para o que eles classificam de  batalhas, mas que sabemos serem meras batalhas de retorica. O discurso dos intervenientes nesses escândalos promove sempre a culpabilização de terceiros, nunca havendo viva alma que se responsabilize pelas suas acções. Vivemos numa sociedade de anjos e inocentes que lutam por um mundo mais justo, mais verde, com mais lucros e prémios. Caso o escândalo ganhe expressão, a opinião pública é controlada pela televisão, rádio, jornais e Internet. Se passar despercebido, o caso é abafado e silenciado. Devido à quantidade de informação publicada diariamente, é impossível para o comum individuo acompanhar todos os acontecimentos, por isso o silêncio parece ser das melhores formas de ultrapassar escândalos. Quem ainda não ouviu falar na expressão “é só esperar que a poeira assente”?

Factos revelados por Michael Moore, Wikileaks, Zeitgeist, ou até o assustador filme de Oliver Stone, “W”, mesmo que não sejam inteiramente verdade, fazem-nos questionar sobre a forma como todo este sistema funciona. O intenso ritmo da sociedade moderna, limita a nossa capacidade de julgar e estabelecer raciocínios sobre os mais variados acontecimentos, relacioná-los e discuti-los.

Na opinião dos autores do Blogue este pequeno vídeo do Youtube, revela um conjunto de factos relacionados com a alimentação que devia servir de base para a nossa educação. Há que aprender a dizer não à comida processada e industrializada. Esta indústria destrói as famílias, os países, o planeta há demasiado tempo. Já basta.

VER VÍDEO

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Agosto 28, 2010 at 4:06 pm

O sistema Ortossimpático e Parassimpático

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‘A liberdade não existe; as nossas acções têm apenas causas físicas’, dizem os materialistas. Eles defendem esta posição, porque toda a actividade física é dependente de factores químicos e orgânicos que intervêm nos neurónios.

Conseguimos citar vários exemplos que provam que a liberdade é limitada e que a nossa acção individual é executada pelos neurónios sensoriais, que reagem aos factores que nascem no nosso organismo. Podemos dizer que somos fantoches animados pelo nosso sistema nervoso, o nosso comportamento depende da predominância do sistema orto ou parassimpático no sistema nervoso. Desta forma, não somos de forma alguma seres autónomos. Esta é a origem da negação da vida, do fatalismo e do determinismo.

O sistema ortossimpático assegura o desenvolvimento e expansão dos tecidos e órgãos do nosso corpo, é o veículo da força centrifuga, energia Yin. O sistema parassimpático assegura a função de retenção; é um componente que assegura o balanço e faz compensações, é o veículo da força centrípeta, energia Yang. O nosso corpo e estado de espírito estão sobre a influência destas duas forças.

O excesso de alimentos Yin leva a que o sistema ortossimpático predomine levando a um comportamento mais determinado e compreendedor da vida. Um excesso de alimentos Yang faz com que o sistema parassimpático predomine, causando um estilo diferente de comportamento e compreensão. A nossa existência depende deste equilíbrio entre o Yin Yang.

Se, compreendermos como este equilíbrio é atingido com a comida do dia a dia, tornamo-nos os nossos mestres. Conseguimos mudar o nosso comportamento e mentalidade, sempre que desejarmos. Temos as chaves para a nossa infinita liberdade. Este método é simples, barato e justo, qualquer pessoa pode adoptá-lo, em qualquer altura e em qualquer lugar. A única condição necessária é tomarmos a simples decisão de que nos conseguimos curar, para sermos livres e felizes, reconhecendo o Yin Yang nas nossas dietas.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado no livro ‘7 diet’, de Françoise Riviere

Written by thericeexperience

Agosto 16, 2010 at 3:00 pm

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