O Infinito É Como Uma Estação De Televisão

O Infinito é como uma estação de televisão. Envia todos os tipos de julgamentos, pensamentos, conhecimentos, emoções, sentimentos, etc. A alma individual é como uma televisão que se sintoniza a alguns desses julgamentos, pensamentos, conhecimentos, emoções e sentimentos de acordo com a constituição e a condição individual. Desta forma, as almas individuais constroem o seu carácter e o seu comportamento. Logo, a origem da alma individual é o infinito. A que julgamento, emoção ou sentimento nos vamos ligar depende da nossa sintonia. E o que determina a qualidade dessa sintonia são os nossos pensamentos, as acções e a dieta dos nossos antepassados e de nós mesmos. Claro que a nossa dieta é o factor mais eficaz que determina a qualidade do sinal da nossa frequencia.
Quando sintonizamos o julgamento físico, nós (como feto) temos um instinto básico. Assim que o sangue mude para as células, estas primeiras células sintonizam-se recebendo julgamento físico do infinito. Em seguida, o cérebro, o sistema nervoso, os órgãos digestivos e coração são formados e começam a funcionar.
Quando nos sintonizamos com o julgamento sensorial, somos capazes de distinguir cores diferentes, vozes, barulhos e sabores.
Quando nos ligamos ao julgamento sentimental, conseguimos distinguir diferentes emoções como alegria, tristeza, ódio, ressentimento, raiva, felicidade e tristeza.
Quando nos sintonizamos com o julgamento intelectual, podemos estudar vários conceitos do conhecimento – como a ciência. Quando nos sintonizamos com o nosso julgamento social ou económico, tornamo-nos um socialista, capitalista, comunista, político, etc.
Quando nos sintonizamos com o nosso julgamento filosófico, religioso ou dualístico dividimos as coisas em mente e matéria, bom ou mau, certo ou errado, amigo ou inimigo.
Quando nos sintonizamos ao sétimo nível de julgamento, à voz do infinito e da justiça, a nossa alma torna-se universal e o nosso corpo torna-se no infinito. Nesta altura, corpo e alma unem-se. Podemos abraçar tudo.
Baseado num texto de Herman Aihara
Os Efeitos Da Dieta No Sexo
O interesse que o Homem tem pelo sexo pode ser reduzido, nalguns casos eliminado com uma dieta vegetariana, um facto bastante útil para os grupos espirituais celibatários. Normalmente acontece em dietas vegetarianas que são demasiado focadas em comidas expansivas, como as frutas cruas, saladas, doces e possivelmente iogurte e queijos. Um médico chamado Rubenberg observou que os vegetarianos têm uma elevada taxa de infertilidade e problemas da libido. Uma dieta vegetariana macro, por outro lado, que incluem bastantes comidas contractivas, como cereais integrais, leguminosas, produtos fermentados de soja, pode prolongar o ato aumentando a sensibilidade.
E porque a proteína animal promove um aumento das secreções sexuais, o consumo diário de carne leva a um aumento da necessidade de atingir o orgasmo. A atração é muito mais explosiva, menos sensitiva, mais animal, menos duradoura. A dieta vegetariana ou semi-vegetariana, por outro lado prolonga a duração do ato, assim como a intensidade e sensitividade do toque. Tudo é feito de uma forma doce e meiga.
Baseado num texto de Annemarie Colbin “Food And Healing”
Oshawa, E A Ordem Do Universo

A vida deve ser divertida e bem passada e devemos ser nós a torná-la uma óptima viagem cheia de felicidade. Mas essa felicidade bem afortunada deve ser vivida apenas por aqueles que sabem para onde vão, para a terra que nos fez nascer. Tu podes ser feliz, como um grupo de jovens quando saem. Eles podem correr, dançar e cantar. Mas as pessoas doentes, por outro lado, não conseguem gozar a viagem da vida, e a culpa é deles mesmos por não conseguirem. A verdadeira causa da doença é o desejo, que vem da ganância, que resulta na ignorância completa de como funciona a Ordem do Universo.
Eu que tratei mais de 50000 pessoas, digo bem alto: o desejo, a ganância, a falta de visão do coração, a arrogância e o orgulho – são tudo características dos doentes. E a doença vem da ignorância e da estupidez causada pela nuvem que os separa da verdadeira sabedoria.
Pela natureza, nós recebemos sabedoria pura sem distorções, dada quando nascemos do mundo absoluto, que é o Universo. Nós somos todos crianças do Universo e cidadãos do infinito, mundo absoluto. Esquecemo-nos que a verdade é a nuvem que nos torna doentes.
Esta nuvem é criada pela educação que nos faz acreditar que só existe este mundo finito, material, incompleto e efémero. E na verdade, todo o conhecimento humano é criminoso em relação á natureza, senão tiver em consideração a existência do infinito, do eterno, da Ordem do Universo. Considerando que o mundo do espírito é infinito, que flui, é integral, e livre de todas as preocupações, podemos então chamar mundo de Deus, do universo, do caminho da natureza. Este mundo infinito e espiritual trouxe-nos o mundo material. A vida não existe sem o espírito.
Baseado num texto de George Oshawa
Agrião O Purificador Do Sangue
Nos dias de hoje, assistimos a cada vez mais pessoas com esquisitices, no que à alimentação diz respeito. Há uns que não comem glúten, outros que só gostam de brócolos, outros que só comem tomates e outros, ainda, que só comem batatas. Sem falar nos vegetarianos que de vez em quando comem peixe. Enfim, que confusão! Mas é perfeitamente normal, todos nós de uma forma ou de outra passamos por essa fase de procura e preocupação com a saúde. Era bem mais fácil poder confiar na OMS, na FDA, etc, mas esses senhores estão demasiado envolvidos com as grandes corporações. Afinal de contas quem é que não gostava de ganhar o euro milhões todos os anos? Mas à custa do sofrimento alheio?
Na procura de uma boa saúde acabamos por descobrir a Iswari e a Bio Samara com as super comidas. Dentro dos seus pacotes escondem-se pós milagrosos que nos prometem a saúde, a energia e o bem-estar. Agora, consumir vegetais de folha verde é que ninguém quer. Por isso, é que decidimos fazer um post sobre uma super comida viva de formato natural, ao invés dos pós mortos que se escondem dentro dos pacotes maravilhosos.
O Agrião é nativo da Ásia, Europa e América do Norte e faz parte da família da mostarda. Tem uma cor verde viva, ligeiramente amarga e apimentada e de textura sólida. É usado em saladas, sopas e outros pratos. É rico em cálcio, vitamina A e C e outros nutrientes. Na realidade, contem mais de 15 nutrientes vitais e minerais. Por ser tão denso e rico em nutrientes contem mais vitamina C que as laranjas, mais vitamina E do que os brócolos, mais cálcio do que o leite e mais ferro que o espinafre. A sua fibra ajuda na digestão. No oriente é usado para fortalecer os pulmões, intestino grosso e fígado. É um verdadeiro purificador do sangue.
Não te esqueças de procurar por eles na próxima vez que fores ao mercado. A malta dos Açores (Flores) tem-no de borla espalhado por todo o lado junto às ribeiras.
Baseado no livro “Let the food be thy medicine” e na Newsletter do site “MyfoodMyhealth”
Scanneriza O Teu Corpo Para Relaxar

Scannar o corpo é uma óptima forma de relaxar. Desperta a nossa consciência e ganhamos controlo sobre a nossa força vital. Quanto mais fundo formos, mais lentos ficamos e quanto mais lentos mais relaxados. O relaxamento permite que a nossa energia vital flua de uma forma livre sobre o corpo, fazendo com que os órgãos se sintam revigorados e a mente mais relaxada. O processo de relaxamento torna-nos mais saudáveis, fisicamente, mentalmente e emocionalmente.
Exercício: Scanna a o teu corpo
Deita-te confortavelmente de peito para cima, com as pernas e braços ligeiramente afastados. Coloca uma almofada debaixo dos joelhos. Á medida que respiras, com a tua barriga, relaxas. Ao relaxar vais começar a sentir sensações no teu corpo que poderás canalizar numa linha.
Topo da cabeça – cara – pescoço – peito – abdómen – coxas – joelhos – pernas – tornozelos – dedos
No princípio, quando praticas técnicas de relaxamento vais sentir que a tua mente levanta voo a cada micro segundo. Os chineses chamam-lhe “mente de macaco” – uma mente com falta de foco. Sê paciente contigo próprio, com o tempo, vais conseguir focar a tua mente por períodos mais longos. Cada dia que passa vais sentir um aumento na capacidade de concentração e na paz interior.
Baseado num texto do livro “88 Chinese Medicine Secrets” de Ângela Hicks
Conselhos nutricionais TRE:
Existem alimentos que, devido há sua complexidade, prejudicam em muito o relaxamento e a meditação. Deixamos aqui alguns para teres em consideração: café; açúcar, carne, peixe e lacticínios; alimentos processados.
Conhece Os Teus Limites
Podemos planear ou sonhar qualquer coisa mas o nosso corpo tem limitações, fronteiras. Quem não quiser entender isto vai ficar doente e infeliz. O espírito é ilimitado. Podes pensar em tudo o que quiseres: coisas malucas, coisas divertidas, coisas alegres, coisas tristes, tudo o que te vier à cabeça. Mas o corpo tem limitações.
Uma vez em Anaheim, perto da Disneyland, numa convenção de produtos naturais, onde eu ia participar numa palestra, uns produtores de comida japonesa, convidaram-me para uma festa que se iria realizar depois do dia de trabalho. Depois do jantar serviram uma sobremesa de cheesecake convencional, com açúcar. No dia seguinte fui convidado de novo, onde comi o segundo cheesecake convencional. No terceiro dia aconteceu a mesma coisa. Depois do trabalho participei numa festa e comi o terceiro cheesecake convencional. No dia a seguir desloquei-me para San Diego para uma palestra, e o que aconteceu? Perdi a voz. Senti-me envergonhado. As pessoas perguntaram-me, “O que aconteceu Herman?”. Eu confessei. Observei uma limitação minha. Posso comer dois cheesecakes, mas três são demais! Nós temos que saber os nossos limites.
A Macrobiótica é muito boa porque mostra as nossas limitações no imediato. Senão conheceres os teus limites, podes continuar com algo que se poderá transformar num cancro mais tarde. As pessoas fortes normalmente não conhecem os seus limites por isso, é que existe tanta doença. As pessoas mais fracas conhecem os seus limites bem mais cedo. As pessoas mais fracas não podem comer cheesecake porque ficam doentes de imediato. Eu posso comer dois. Se quiseres que teste de novo o meu limite, estarei sempre disponível.
Baseado num texto de Herman Aihara
Porque Abandonei A Dieta Macrobiótica Em Prol Do Princípio Unificador

Quando Carl Ferré, presidente da George Ohsawa, Macrobiotic Foundation e editor da Macrobiotics Today, vem a público dizer que abandonou a dieta macrobiótica, o mínimo que devemos fazer é dar-lhe ouvidos.
No meu caso, a dieta macrobiótica não funcionou. Fiz uma dieta standard estrita, deixando de consumir os alimentos tidos como impróprios. Depois de anos seguindo o regime padrão vi-me, contudo, sem energia, sem forças para correr e com vários problemas de saúde. Perplexo, interroguei-me: era a minha condição o resultado de uma prática desastrosa ou a consequência de uma dieta que de fato não funcionava?
A minha conclusão, após anos de prática, é que a dieta macrobiótica standard tanto nos pode ser útil como prejudicial. Ela é útil porque qualquer um pode compreendê-la e segui-la. Estão excluídos da dieta os alimentos tratados quimicamente ou excessivamente processados, como o açúcar refinado. Evitar tais alimentos conduz grande parte das pessoas a uma condição saudável. Daí apressadamente se concluir que o que se deve fazer para afastar a doença é ingerir os alimentos permitidos e abster-se dos proibidos.
A dieta macrobiótica standard é altamente prejudicial quando resistimos a mudanças ou recusamos ajuda qualificada porque acreditamos cegamente que a ingestão dos alimentos permitidos nos levará eventualmente à cura. Foi isso que aconteceu comigo. Eu estava convencido da minha melhora. O universo dirigia-me sinais de que era preciso mudar mas, teimosamente, eu mantinha-me firme na dieta padrão. Outro factor prejudicial é o medo infundado de certos alimentos.
A dieta macrobiótica standard está para a verdadeira macrobiótica, como as rodinhas laterais estão para a prática de andar de bicicleta. Logo que nos conseguimos equilibrar, descartamos as rodinhas. Se as instalamos de novo, elas em vez de ajudar, atrapalham. Dá-se o mesmo com a dieta macrobiótica standard. A partir do momento em que aprendemos a usar os princípios macrobióticos, passamos a fazer as nossas próprias escolhas, em vez de seguir cegamente a dieta prescrita.
Quando uma criança aprende a andar de bicicleta sem as rodinhas, recebe uma ajuda preciosa dos pais ou de um amigo, que a encorajam durante certo tempo até que se sinta, segura o bastante, para que os adultos a deixem ir livremente. Na macrobiótica, este encorajamento constitui o trabalho dos educadores, orientadores e amigos macrobióticos.
Em lugar de se continuar a enfatizar a macrobiótica standard, ou mesmo a dependência da opinião de outrem, precisamos estimular as pessoas a abandonar as rodinhas laterais e a confiarem no seu próprio julgamento. Os princípios macrobióticos não são difíceis de aprender e cada um de nós guarda em si uma poderosa intuição. Devemos com ela aprender, confiar e usufruir.
Logo que abandonei as rodinhas laterais (a dieta macrobiótica standard), aprendi a usar os princípios macrobióticos e a confiar em mim mesmo, o medo foi desaparecendo. E com ele as doenças! Continuei a seguir os princípios tanto na selecção dos alimentos diários quanto na de outras práticas saudáveis, e já não temo qualquer alimento da lista proibida. Hoje desfruto a vida sem as rodinhas laterais.
Muitos de nós, baseados em condições pessoais e ambientais, e atentos aos princípios macrobióticos, abandonámos há tempos o arroz integral cozido à pressão. Começámos, também, a ingerir mais saladas frescas, frutas da estação e sucos. Alguém que está a seguir os princípios macrobióticos e a confiar no seu próprio julgamento já fez os ajustes necessários. Alguns precisam de alimentos mais leves; outros, de alimentos mais concentrados. E não esqueçamos que isso pode mudar de dia para dia, de semana para semana, de mês para mês, de estação para estação, de ano para ano.
Em primeiro lugar, aprenda os princípios macrobióticos. Em segundo lugar, aprenda a confiar na sua intuição. Em terceiro lugar, aprenda a reduzir o medo.
Texto retirado do Site Restaurante Metamorfose, no Rio de Janeiro
Mastiga 150 Vezes Cada Garfada
Durante a segunda Guerra Mundial, o meu pai António, trabalhava na Marinha Italiana. Em 1943, quando a Itália se rendeu, ele estava num navio que tinha sido interceptado pelos alemães. Toda a tripulação de 32 pessoas foi presa, sendo encaminhados para um campo de concentração na Alemanha. O meu pai e a sua tripulação foram forçados a trabalhar numa fábrica com uma dieta muito pobre. Muitas pessoas morreram de subnutrição. O meu pai estava sempre com fome e frio, até que descobriu que ganhava energia sempre que mastigava água.
Tu não tens de acreditar em mim, podes tentar. Se mastigares a água cinquenta vezes, a água começa a ficar gradualmente mais doce e cheia de energia, dos dentes e da saliva. O meu pai mastigava a comida ainda mais e com resultados óptimos. Ele aconselhou os seus colegas a mastigar a água e a comida de forma a reduzirem a fome e a ficarem mais quentes. A maior parte deles dizia: “vá lá Tony, comida é comida e sopa é sopa”. Apenas dois seguiam os seus conselhos e dia após dia tornavam a mastigação cada vez mais feroz e focada. Todos os dias eles comiam uma sopa ao almoço e outra sopa ao jantar mais uma fatia de pão. Dividiam o pão em três partes e comiam 1/3 ao pequeno-almoço, 1/3 ao almoço e 1/3 ao jantar. Mastigavam a comida desmesuradamente e como resultado tinham o dobro da energia, melhor aspecto físico e discernimento mental.
Em 1945, a guerra acabou e os americanos libertaram o meu pai do campo de concentração. Dos 32, 29 morreram em resultado da explosão de bombas, má nutrição, doença ou hipotermia. O meu pai sempre ficou eternamente grato ao facto de ter sobrevivido sentindo que a mastigação lhe trouxe boa sorte. Quando voltou a casa estava muito diferente.
Em 1946, a minha família fez um grande pic-nic, onde o meu pai contou esta história. Olhou para mim e disse: “se alguma vez ficares doente sem energia, mastiga a comida mais do que 150 vezes”. Na altura não havia qualquer razão para mastigar muito porque a mesa estava cheia de comida. Mas dois anos mais tarde, em 1949, tentei escapar da Jugoslávia. Prenderam-me durante dois anos em trabalhos forçados num campo de concentração.
Enquanto estive lá, lembrei-me do que o meu pai me ensinou. A dieta era muito parecida, uma taça de cevada. Tínhamos permissão para receber comida de casa, embora desaparecesse a maior parte das vezes. Então pedi à minha mãe para me enviar coisas que eu sabia que os guardas não gostavam – torradas, cebolas e sal. Mastigava a cevada e a água e fiquei forte. Não fazia a mínima ideia do poder do sal. Tornou-me estupidamente agressivo. Fui colocado na solitária por dez dias devido a desacatos. Os presos normalmente morriam de hipotermia especialmente no Outono, quando estava muito frio, mas eu sobrevivi. Sobrevivi por causa da mastigação e das auto-massagens.
Baseado numa palestra de Lino Stanchich no French Meadows Camp
Ideias Que Promovem A Digestão

Toda as pessoas gostariam de gozar de uma excelente saúde e vitalidade – ter a máxima energia, clareza de mente e um corpo forte capaz de superar obstáculos. O maior desafio que enfrentamos na obtenção de uma boa saúde e vitalidade é transformar o ambiente externo no nosso ambiente interno. Isto envolve a digestão e assimilação de comida e líquidos em sangue, células, tecidos e órgãos. A força e eficiência da nossa digestão determinam o grau de vitalidade das nossas experiências. Com uma digestão efectiva, a comida e os líquidos conseguem ser transformados em bom sangue, e sucessivamente, este nutre e revitaliza as nossas células, pele, ossos e órgãos internos que por sua vez fortalecem e revitalizam a nossa mente e espírito.
Como é que podemos melhorar a nossa digestão, atingindo o grau desejado de saúde e vitalidade? A digestão necessita que se tenha em conta diferentes aspectos: os órgãos precisam de ser eficientes, a comida e a bebida devem ser preparados e consumidos de acordo com a sua bio-disponibilidade, as técnicas e condições do simples acto de comer e beber necessitam de ter algum critério porque têm impacto na digestão.
O maior desafio da digestão é transformar as substâncias colectadas no ambiente externo ao nosso corpo em matéria essencial e energia. O processo físico da digestão pode ser organizado em três fases: preparação, assimilação e eliminação. Estas três fases estão ligadas por esta sequência. Isto é, esta sequência necessita de estar em movimento e ligada como os vagões de uma carruagem. Se existe uma paragem, um abrandamento ao longo da sequência, a vitalidade do corpo, da mente e do espírito diminui…
Na minha opinião, a digestão, a assimilação e a eliminação são as primeiras funções que se devem ter em conta quando alguém se tenta curar ou fortalecer a sua saúde. Estas funções transformam o ambiente exterior em sangue que nutre as nossas células e por fim as nossas funções fisiológicas. Se a digestão estiver saudável, temos a maior possibilidade de ser saudáveis e ter vitalidade no nosso organismo, na mente e no espírito. Bom apetite!
Baseado num texto de Bob Ligon
Passo A Passo
Cada vez mais olhamos à nossa volta e apercebemo-nos que cada um de nós procura algo de diferente, que não tem de ser, necessariamente, novo ou material. Algo que nos complemente, que nos ligue, que nos foque. A nossa tarefa é complicada porque os padrões de vida que criamos no nosso dia-a-dia, afastam-nos cada vez mais do que é realmente real, verdadeiro, belo e natural. Acordamos e repetimos vezes sem conta as mesmas acções, os mesmos hábitos, pensamos nas mesmas coisas da mesma forma, criando os padrões que nos mantêm presos.
Para nós, não existe dúvida de que toda esta máquina política, institucional, estatal, informacional, financeira, não existe para melhorar nem resolver os nossos problemas. Não é necessário ser muito inteligente para olhar à nossa volta e analisar o que de bom aconteceu nos últimos 10 anos. Muito pouco ou quase nada. E das coisas boas que aconteceram, nenhuma delas foi criada por políticos, instituições, Estado, televisão ou bancos mas sim criada por nós, os que procuram, os que sentem, os que vivem. A única verdade que conhecemos é que cada vez mais estamos presos a esta malta que nos adora porque nos controla e nos suga a única coisa de jeito que temos, que é a nossa vida. Deixámos de viver uns para os outros, deixámos de ser simpáticos, meigos, afáveis, compreensivos, respeitadores e passámos a ser uns bichos cheios de medo, egocêntricos, agressivos, desconfiados, sabichões e doentes.
Esta vida que temos e que vivemos necessita de um corpo físico, que é a melhor dádiva dada pela natureza a cada um de nós. Este corpo merece ser respeitado, através de boa nutrição, de descanso, de bons pensamentos e de boas acções. Chegando a este estado de discernimento ganhamos mais autonomia e independência para ver as coisas com outros olhos porque deixa de haver apego àquilo que pensamos que somos, partindo para novas abordagens em relação a tudo o que nos rodeia. O que era deixa de ser, o que é assim passa a ser de outra forma, etc. porque tudo é relativo. Faz parte do processo de individuação (não individualização), respeitar as regras, as burocracias que “eles” inventam, mas viver bem fora desse caos, desenvolvendo um ambiente próprio, em sintonia com a pessoa. E porque a tecnologia tem coisas boas, sugerimos o visionamento de um pequeno vídeo que mostra o planeta terra de uma perspectiva diferente.