THE RICE EXPERIENCE

let food be the medicine

As Solanáceas Dispensáveis(Batata;Beringela;Tomate;Pimento)

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Henry Miller reconhecera intuitivamente o despreparo dos líderes actuais. Com a pena cortante e a tinta corrosiva que lhe eram características, escreveu: “No nosso mundo, os cegos guiam os cegos”. Exemplo perfeito deste despreparo, são os planos da  Organização das Nações Unidas (ONU) para 2008.

Na última quinzena de Outubro, a ONU elegeu 2008 como o Ano Internacional da Batata. Já podemos prever incentivos para plantar, divulgar e consumir o versátil vegetal. Podemos inclusive, contar com um site “recheado de dados sobre a batata”. Duvido muito, porém, que em tal endereço electrónico se encontrem informações, breves que sejam, como as que passamos a fornecer.

A batata inglesa, o tomate, a beringela e o pimentão são vegetais pertencentes à família das solanáceas, categoria que inclui plantas tóxicas como o tabaco e a beladona. Sabe-se que a solanina enfraquece o sangue, dilata  o aparelho digestivo e provoca distúrbios no estômago e intestinos, levando inclusive ao surgimento de hemorróidas. Além disso, a batata contém ainda altos índices de potássio, o que compromete o seu uso como alimento regular.

Por serem muito expansivas (yin), as solanáceas, quando consumidas por aqueles que ainda fazem uso de carnes (yang), podem trazer uma sensação momentânea de bem-estar. Com o tempo, porém, seus efeitos prejudiciais manifestar-se-ão inevitavelmente.

Com essa iniciativa, a ONU concorre para aumentar sensivelmente o infortúnio de um sem-número de pessoas, o que nos permite fazer um rápido comentário: “lideranças autênticas são aquelas que libertam os homens de sua ignorância, proporcionando-lhes maior independência e bem-estar; já as falsas lideranças nos condenam à triste condição de perdedores, seja com relação às doenças, seja com relação à ignorância, seja com relação à dependência”. A que espécie de liderança pertenceriam os dirigentes da ONU?

http://www.restaurantemetamorfose.com.br

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Março 21, 2011 at 11:08 am

Publicado em Alimentos A Evitar

Depressão, Doença Do Foro Neurológico, Psicológico Ou Mental?

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­A depressão reflecte um sentimento de tristeza permanente, desespero e normalmente resulta numa diminuição das capacidades funcionais. Alguns sinais incluem fadiga crónica, insónia ou dormir em demasia, perda de apetite ou apetite descontrolado, perda de capacidade sexual, dores de cabeça, perda de interesse pela vida, isolamento social, irritabilidade, disfunções gástricas, inadequação e sentimento de inutilidade, dificuldade de concentração e incapacidade de tomar decisões. Pode acontecer existirem sentimentos de culpa por causas menores seguidas de choros inexplicáveis. A taxa de sucesso na recuperação é alta, de qualquer forma é difícil para quem sofre de depressão conseguir observar pequenas melhorias. Caso não seja eliminada a causa da depressão, é normal haver recaídas.

De acordo com a Macrobiótica a depressão acontece devido a uma alimentação de extremo Yin. As depressões aumentam em alturas de inverno em que as noites são longas e os dias mais negros e curtos, tudo condições Yin. Psicologicamente, as causas de uma condição de extremo Yin são: a perda de alguém próximo; divorcio; despedimento; stress excessivo; preocupações várias. Fisicamente, a causa está directamente ligada a um estado de acidificação sanguínea ao nível do sistema nervoso, que leva a uma mau funcionamento das enzimas e falta de glucose e oxigénio no cérebro. Esta condição acontece devido a um consumo excessivo de açúcar refinado e gordura, que provoca deficiências nutritivas, problemas de estômago, dores de cabeça, problemas de tiróide, endometriose, alergias, levando à depressão.

Uma forma de resolução do problema é uma alimentação simples, tendo por base alimentos mais neutros: cereais integrais, vegetais, leguminosas, rejeitando todo o tipo de alimentos industrializados, não tomar drogas, álcool, carne, açúcar ou medicamentos.

Texto ‘The Rice Experience’

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Março 11, 2011 at 11:07 am

Publicado em Doenças

Antibióticos, O Vicio Dos Médicos

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Inicialmente a penicilina e outros Antibióticos provaram ser extremamente eficazes, salvando a vida a milhões de pessoas, que de outra forma tinham morrido. De qualquer forma, a euforia que se gerou à volta destas drogas milagrosas rapidamente se desvaneceu. A Estreptomicina foi dos primeiros Antibióticos utilizados. Serviu de combate à Tuberculose, mas perdeu rapidamente a sua capacidade de actuação, após dois meses de utilização, especialmente na tuberculose pulmonar. Deixou muitos pacientes surdos e atordoados. Apesar disso os benefícios foram bem maiores do que os efeitos secundários. Devido aos excelentes resultados, os médicos continuaram a prescrever este tipo de antibióticos fortes para situações graves.

Passadas algumas décadas, começaram a ser utilizados para precaver e para prevenir futuras infecções e para combater doenças pouco importantes. A produção intensiva de gado, com recurso a alimentos como: a farinha de carne, milho e soja, originou graves problemas de acidez estomacal nos animais, que por sua vez era combatida com recurso a antibióticos.

60% dos Antibióticos são consumidos pelos humanos, enquanto 40% pelo gado. Por volta de 1980, 75% do gado já consumia Antibióticos para prevenção de futuras infecções e para proporcionar um crescimento rápido, aumentando os lucros da industria farmacêutica.

240 milhões de doses de Antibióticos ano, são consumidas nos EUA. Um em cada três doentes, tomam Antibióticos quando visitam o hospital. Os médicos receitam Antibióticos para uma simples gripe, ou para uma pneumonia.

Recentemente, através de várias pesquisas feitas (J. W. Harrison “the beginning of the end of the Antibiotics era”; R. Gonzales “Antibiotic prescribing…”; Marc Lappé “when Antibiotics fail”, etc), mostram que o uso de Antibióticos interfere na produção de células, na metabolização da B-12 e matam bactérias benignas do intestino que sintetizam a vitamina K, biotina, riboflavina, acido pantotênico, piridoxina. Estes nutrientes estão relacionados com a função de imunidade que nos protege contra a doença.

Os efeitos secundários do uso de Antibióticos incluem: Diarreia; Febre; Reacções Alérgicas; anemia, sangramento; descalcificação; enfraquecimento dos rins, fígado e sistema nervoso; cândidas. O corpo manifesta um problema através da doença, nós utilizamos os remédios para o calar, mas o problema tende a acumular. Cada vez que se manifesta será mais forte. Esta é a razão pela qual não existem pessoas saudáveis. Os meios de alarme do nosso corpo estão entupidos, impossibilitados de se manifestar. Como se costuma dizer, ‘seja o que Deus (médico) quiser’.

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Fevereiro 24, 2011 at 10:05 am

Publicado em Consciencia, Doenças

Documentário Run From The Cure

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Cancro. Uma em cada três pessoas vai ter cancro.  Isto quer dizer que a probabilidade de contrair cancro vai afectar um amigo ou conhecido, um familiar ou a nós mesmos.

Não vamos dizer ‘apanhar cancro’ porque o cancro não se apanha, ou melhor, nenhuma doença se apanha, nem tão pouco depende da sorte ou azar, ela é cultivada por cada um de nós. A doença não vem da brisa, da corrente de ar, nem dos ‘bichinhos’ a que a medicina ocidental declarou guerra, vem sim, da alimentação, estilo de vida e da incapacidade do sistema imunitário lidar com as brisas, correntes de ar e ‘bichinhos’. Se observarmos, esta guerra é bastante parecida com a guerra do Iraque, o bem (USA / Medicina) contra o mal (Talibans / Micróbios). Esta dualidade entre bem e mal tem acompanhado o homem durante todo a sua história, causando enorme sofrimento e destruição. É de salientar que os ‘bichinhos’ ou Micróbios existem na terra desde sempre e sempre vão existir, exactamente como os Talibans, têm o seu lugar, o seu espaço, participam activamente no ‘equilíbrio’ do planeta.

Este é um documentário de Rick Simpson, um senhor bastante simpático, que devido a antecedentes familiares de cancro e de uma contusão na cabeça, lembrou-se de recorrer ao remédio mais antigo que conhecia, o óleo da planta de cannabis. Tratou centenas de doentes com todo o tipo de doenças, com excelentes resultados, sem ser necessário despender dinheiro. Neste documentário, além do testemunho de doentes curados, Rick ensina a fazer o óleo em casa. Como era de esperar, travou batalhas judiciais que o obrigaram a abandonar o Canada. Foi acusado de trafico, foi preso, mas nunca parou de ajudar e a salvar vidas, contra a ganância das grandes corporações que tudo têm feito para tornar o negócio da doença cada vez mais rentável e monopolizado.

The Rice Experience não promove o uso do óleo, até porque a nossa base é a Macrobiótica, mas convém referir que mais importante de tudo é o efeito que este óleo pode ter no organismo humano. Pensamos que negar outras perspectivas diferentes das nossas, é criar barreiras. É fácil dizer não a tudo, duvidar de tudo, ridicularizar tudo o que não conhecemos. Estar receptivo a perspectivas diferentes enriquece, cultiva e desperta, a nossa personalidade, promove a troca de ideias, a discussão. Para haver mudanças reais nas nossas vidas é necessário ter atitude para experimentar. Ninguém está livre de ter cancro ou outra doença, é preciso ter cuidado a quem entregamos a nossa vida. Existe muita coisa a experimentar, documentário a não perder.

VER DOCUMENTÁRIO

Texto ‘The Rice Experience’

Written by thericeexperience

Fevereiro 16, 2011 at 12:08 pm

Publicado em Documentários

Problemas De Pele, Dores Menstruais E Os Lacticínios

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A Macrobiótica ajudou-me a compreender a relação existente entre a alimentação e os problemas de pele. Normalmente digo aos meus pacientes que problemas de pele são o reflexo do ambiente gastrointestinal e dos alimentos que entram pela nossa boca. Não tenho dúvidas da ligação existente entre o consumo de açúcar e as borbulhas. É interessante verificar que os pacientes que alteram as suas dietas, pioram ao nível de problemas de pele durante os primeiros meses, reflexo da fase de descarga do processo de cura.

 A maior parte das mulheres nota que surgem pequenas borbulhas junto da boca antes do aparecimento do período. O diagnóstico oriental identifica a área perto da boca como a área dos órgãos de reprodução.

Eu vejo adolescentes com os mesmos problemas que as mulheres de 30 e 40 anos. É triste saber que existem muitas raparigas que sofrem de dores menstruais fortes, vomitam, sentem-se tontas e com dores de cabeça. Além disso, é possível que tenham problemas de pele, sofram de fadiga, e de mudanças de humor. O efeito de uma alimentação desequilibrada manifesta-se na puberdade, alturas em que naturalmente, as raparigas sofrem de grandes mudanças internas e stress.

Lembro-me quando era criança de ter tosse, gripes, infecções de ouvidos, combatidas ferozmente com antibióticos. Como não tirei as amígdalas e os adenóides, estava sempre a espirrar e muito congestionada durante a noite. O meu médico disse-me que era alérgica às penas. Passei a dormir com a almofada dentro de um saco de plástico. Não ajudou. A minha pele continuava em muito mau estado, acompanhada de enxaquecas fortes. As minhas menstruações eram muito dolorosas. Usava constantemente spray nasal durante muitos anos e tossia sempre de manhã. Descargas vaginais crónicas e cândidas eram comuns.

Claro que tudo isto foi provocado pelo leite e os lacticínios. Eu não quis acreditar na diferença da minha sinusite assim que parei de consumir leite num curto espaço de tempo. Foi um milagre. Gradualmente os meus problemas de pele foram desaparecendo, assim como as enxaquecas. Sintomas que voltam sempre que furo a dieta.

O meu pai sempre sofreu de congestionamento nasal, nariz tapado, e tosse com expectoração. Combateu os sintomas com o recurso a injecções e medicamentos que poucos resultados tiveram. Convenci-o a parar de consumir lacticínios. Ele não queria acreditar na mudança, passou inclusive a cheirar.

Texto da Dr.ª Helen V. Farrel, retirado do livro “Doctors look at Macrobiotics”

Written by thericeexperience

Fevereiro 3, 2011 at 11:14 pm

Publicado em Doenças

Daniel Recusou A Comida Divina Dos Ricos

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Durante o cativeiro da Babilónia, o Rei Nebuchadnezzar ordenou que os jovens israelitas sobredotados fossem trazidos a tribunal de forma a serem integrados nos serviços do governo. O braço direito do Rei  Malasar tinha ordens para alimentar estes jovens com a melhor carne e vinho existentes no reino. Daniel e mais três companheiros recusaram serem alimentados com a comida divina dos ricos,  e em vez disso pediram pratos simples de cereais e vegetais, aos quais estavam mais habituados. Malasar respondeu que tal era impossível porque lhe cortavam a cabeça. Fazia parte das regras de admissão seguir uma alimentação dita divina, de carne e vinho.

Daniel respondeu, “Então façamos um teste, durante 10 dias alimentem-nos com cereais, vegetais e água e no fim desse período comparem o nosso aspecto com o dos outros jovens que seguiram uma alimentação real. Depois de verificarem as diferenças, analisem e tirem as vossas conclusões.”

Passados os 10 dias, Daniel e seus três companheiros encontravam-se mais saudáveis e com melhor aspecto do que os seus colegas, e desta forma o Rei levantou a imposição alimentar, permitindo os cereais e vegetais.   

 

O livro de Daniel retrata a extraordinária visão profética de uma sucessão de impérios, desde Nebuchadnezzar, o Rei da Babilónia, por volta de 600 a.c. até ao Império Romano que chegou ao poder no ano de 241 a.c.. O capitulo 11 do Livro de Daniel relata vários acontecimentos que percorrem vários séculos, desde Cyrus o grande, passando pelo reinado do anti-cristo. Daniel previu vários acontecimentos  importantes de  natureza histórica, tendo muitas das suas previsões já acontecido.

Texto ‘The Rice Experience’, baseado em ‘Book of Daniel 1:8-17’0

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Janeiro 21, 2011 at 11:41 am

Publicado em Curiosidades

O Café Provoca Problemas Renais

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A Turquia foi o primeiro país a adoptar o café como uma bebida, muitas vezes misturada com especiarias como o dente de alho, a canela, o cardamomo e o anis. Hoje em dia é produzido e apreciado em todo o mundo e é das poucas culturas que os pequenos agricultores dos países do terceiro mundo conseguem produzir, lucrar e exportar.

 O que a maior parte dos consumidores não sabe é que após o consumo da pequena chávena inocente, os níveis de açúcar sofrem alterações violentas, em tudo idênticas a uma viagem de montanha russa. Através destes altos e baixos, entramos num ciclo que se repete diariamente vezes sem conta, com efeitos muito variáveis, entre picos de energia, excitação compulsiva e exaustão. Os órgãos mais afectados são sem dúvida as glândulas adrenais. Estão situadas por cima dos rins e são responsáveis pela produção de hormonas como o estrogénio, esteróides, cortisol, cortisona, e substâncias químicas como a adrenalina e a dopamina. A exaustão adrenal crónica é considerada epidémica, sofrendo deste problema a maior parte da população.

 Ao estimular constantemente a glândula adrenal a produzir mais substâncias químicas como a adrenalina, provocamos desequilíbrios no nosso organismo, nos níveis de glicose no sangue. É sempre bom lembrar que a cafeína não nos dá energia, só estimulação química.

De acordo com a medicina chinesa, este problema é detectado através da existência de olheiras ou papos nos olhos. Faz sentido visto que as olheiras estão ligadas a noites mal dormidas, sintoma muito próprio das pessoas que têm problemas de rins e glândulas adrenais.

 Ralph T. Golan escreveu no seu livro Herbal Defense, “A cafeína força as glândulas a secretar quando já não existe possibilidade para tal, forçando-as a procurar mais e mais fundo, provocando cada vez maior cansaço físico. Depois de alguns anos, precisamos de cada vez mais café para obter os mesmos resultados. Muitas pessoas chegam a consumir seis ou mais chávenas de café por dia para se manterem acordadas. A este estado chama-se esgotamento severo das glândulas adrenais.”

 A presença da cafeína nas nossas vidas é indiscutível. Cerca de 80% dos adultos nos EUA consomem-na todos os dias, de variadíssimas formas. É essencialmente uma droga, presente em: barras de chocolate, chocolate quente, refrigerantes no geral, gelados, chá, cacau, bolachas, em milhares de medicamentos que podem ser adquiridos sem receita médica, etc.

 Stephen Braun defende que cafeína não é um estimulante directo, “trabalha indirectamente interferindo com um químico cerebral que serve de travão. Como um carro que tem um travão estragado, o cérebro acelera porque não consegue travar, por se encontrar dopado.”

Quando a cafeína é consumida, o sistema nervoso é estimulado artificialmente aumentando a capacidade de foco mental, produtividade e performance física.

A adrenalina é libertada no início do processo. Em resposta, o fígado começa a injectar glicose armazenada, demorando cerca de 5 horas a metabolizar metade de um café. Durante o processo, e em resposta, a insulina é libertada para baixar os níveis de glicose. O café é absorvido rapidamente pelo intestino, a cafeína atravessa as membranas celulares e é rapidamente dissolvido na saliva, sémen, leite materno, liquido amniótico.

 Provoca desequilíbrios alimentares, dificultando a manutenção de uma dieta saudável. Devido ao seu sabor forte, leva a que os consumidores procurem o contra balanço em comidas açucaradas ou industrializadas, iniciando um ciclo que a longo prazo leva á exaustão do nosso organismo.

 O descafeinado, por outro lado, está ligado ao aumento do colesterol, e os solventes utilizados no seu processamento, como o Diclorometano (utilizado também para na produção de decapantes e desengordurantes), Acetato de Etila (utilizado também para a produção de perfumes com aroma de fruta), mesmo aprovados pelo FDA são considerados um risco para os consumidores.

Por detrás de todos os sintomas negativos e positivos que provoca o consumo de café, a maior parte dos estudos científicos são unânimes ao concluir que é fisicamente aditivo devido à estimulação do sistema nervoso provocando alterações bruscas de humor e estado de stress crónico. O café manipula os mesmo canais neuro-químicos que as anfetaminas, cocaína e heroína.

 

Written by thericeexperience

Janeiro 9, 2011 at 8:06 pm

Publicado em Alimentos A Evitar

A Crise Económica, Estilos De Vida E O Futuro

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É altura de reflectir. Reflectir friamente sobre os hábitos que nos condicionam e nos limitam criando barreiras à evolução. Reflectir ajuda a quebrar hábitos, mas perder as regalias conquistadas deprime-nos. Quem não gosta de ter um bom carro, vestir boas roupas e ir a bons restaurantes? Se reflectirmos, observamos que por detrás da vaidade e do status do carro vem o crédito e o preço dos combustíveis/portagens, por detrás da beleza das roupas, vem a futilidade das modas e normas sociais, por detrás dos melhores restaurantes, temos comida de pouco valor nutritivo. Por isso é que uma mudança de hábitos pode ser benéfica para a evolução do ser humano, trazendo ideias novas e diferentes. Mas infelizmente vivemos presos ao ciclo vicioso da economia, do ditado “chapa ganha, chapa gasta”, do estilo de vida que idealizamos, presos à frustração do dinheiro

Todos gostamos de ver as fotos da casa nova do Ronaldo e falar do euromilhões, mas sinceramente que sentido é que faz perder tempo com a vida que gostávamos de ter, em vez de aproveitarmos a que temos.  

Se calhar vemos demasiada televisão. Se ignorássemos o excelente serviço prestado pelas televisões deste país, que serve apenas para nos desmotivar e explorar, tínhamos mais tempo, para a família, amigos, convivio, ler, criar, praticar desporto, etc.

Mudar de alimentação é importante. Evitar as modas do vegetarianismo feito ás três pancadas, às rodas de alimentos adulteradas, ás modas da comida saudável com muita cor. Choca-nos ouvir os constantes disparates que médicos e nutricionistas publicam nos meios de comunicação. As mudanças não passam por substituir o leite de vaca pelo leite de arroz, ou trocar os iogurtes convencionais pelos de soja, nem tão pouco trocar a carne pelo tofu. A palavra de ordem é simplificar, simplificar a comida simplifica a saúde, complicar a comida complica a saúde.

Á medida que se simplifica e se criam novos hábitos, é possível chegar aos 15 euros semanais gastos em alimentação por pessoa. Se enveredarmos por este caminho louco, deixamos de consumir tudo o que nos faz mal e é caro: Lacticínios; carne; peixe; farinhas brancas; açúcar refinado; refrigerantes e sumos; café; fruta; alguns vegetais (tomate, beringela, batata). Todos estes alimentos são nocivos para a nossa saúde, toda a comida transformada, processada e embalada encarece a nossa alimentação. Estes alimentos prejudicam o funcionamento dos nossos órgãos e são responsáveis pelo mau estar em que vivemos. “Pagamos para ficar doentes, através dos alimentos que compramos e pagamos para nos curarem”.

The Rice Experience defende uma dieta rica em hidratos de carbono (arroz integral, millet, quinoa, aveia, trigo, trigo sarraceno); leguminosas (feijão, grão, lentilhas); vegetais (cenoura; nabo; alho francês; brócolos; couve flor; agrião; nabiça; couve) e algas. Estes são os alimentos que promovem bem-estar e nos reeducam.

Esta crise de que todos falamos não é novidade, é como um cancro que tem sido alimentado pelos idiotas que se vestem de pompa e circunstancia e que mutilam o país onde vivemos. É um facto que a incompetência de uns prejudica a vida de todos, mas não podemos deixar passar esta fase difícil, carregada de angústia e revolta. Tem de haver estratégia. Temos de aproveitar todas a crises, acreditando que é sempre possível construir ou reconstruir algo das cinzas. A mudança não começa no orçamento de estado, mas sim nas nossas casas, através daquilo que entra na nossa boca. De dentro para fora, nunca de fora para dentro.

Written by thericeexperience

Dezembro 25, 2010 at 12:24 pm

Sindroma Pré-Menstrual SPM – Problemas De Menstruação

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O primeiro sistema que muda no corpo da mulher em caso de doença, stress ou desequilíbrio nutricional é o ciclo menstrual. Biologicamente, as mulheres “criam vida”, logo o seu sistema reprodutivo é muito importante e sensível. Desta forma, o corpo da mulher muda diariamente para este propósito. Uma mudança no seu ciclo menstrual, mesmo que pequena, reflecte uma mudança na bioquímica do seu organismo.

Porque razão as mulheres desenvolvem os sintomas do SPM? Todos nós estamos familiarizados com a frase “nós somos o que comemos.” Isto por si só responde á questão, mas vamos um pouco mais longe.

É desencorajador que a maioria dos médicos se recusem a aceitar a importância da nutrição na prevenção e recuperação do organismo. O que acontece ao nível celular, determina como nos alimentamos fisica e mentalmente. O equilíbrio dos nutrientes que consumimos determina o que acontece ao nível celular. Concluo que a SPM é apenas uma manifestação dos nossos maus hábitos de consumo e do stress da vida moderna.

É obvio que um desequilíbrio hormonal é um factor terrível que acentua os sintomas. O estrogeneo e a progesterona, são conhecidos como destabilizadores dos níveis de glicose no sangue, provocando um potencial estado de hipoglicémia. A flutuação acentuada dos níveis de açúcar no sangue, impossibilitam o cérebro de receber uma quantidade de glicose constante (hipoglicémia). Desta forma o “cérebro animal” manifesta-se.

Se a mulher estiver sobre stress (frequente na fase de menstruação) e consumir açúcar, as hormonas cerebrais podem provocar tensão nervosa e fadiga. O açúcar e a cafeína ao serem consumidos, aumentam os níveis de açúcar no sangue, como resposta o pâncreas liberta insulina, que tem a particularidade de baixar esses níveis. Basicamente a insulina funciona como um apaziguador da excitação, o problema é que a metabolização instantânea do açúcar e café, obriga a uma resposta rápida e stressante do pâncreas. Ao baixar os açúcares, entramos no ciclo vicioso da necessidade compulsiva de voltar a consumir açucares. Normalmente dizemos, “preciso mesmo de comer um doce!”.

A maioria das pessoas pensa que o açúcar lhes dá energia que precisam para o dia a dia. Na verdade rouba a energia e desperdiça a possibilidade de reter a energia no corpo. Queimar açúcar para combustível é a mesma coisa que queimar jornais para produzir calor – queima rapidamente com uma chama enorme, mas morre instantaneamente, necessitando de mais papel.

Eliminando a cafeína, açúcar e adoçante e fazendo uma dieta regrada, tendo como base os cereais integrais, vegetais, algas e leguminosas, a glicose pode ser estabilizada e as mudanças de humor não serem tão severas. Aconselhamos como complemento a procura de formas de libertação da tensão do organismo através do yoga, taichi, chi kung, etc.

Baseado no livro “Doctors look at Macrobiotics” Helen V Farrel

Written by thericeexperience

Dezembro 11, 2010 at 8:06 pm

Publicado em Doenças

Dor De Ouvidos – Otites

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As infecções dos ouvidos ocorrem no ouvido médio e ouvido externo. É mais comum surgirem no ouvido médio, em crianças, mas pessoas de todas as idades sofrem deste problema. Os sintomas são dores no ouvido, pressão no ouvido, sentimento de cabeça cheia, perca de audição, descarga do ouvido, diarreia, 40 graus de febre.

Julga-se que as infecções do ouvido médio, são causadas por bactérias e vírus presentes no nariz e garganta, bloqueamentos causados por alergias ou adenóides inchados ou furo no tímpano. Os problemas crónicos do ouvido médio resultam de repetidas infecções que causam o inchaço dos adenóides.

As infecções do ouvido externo são caracterizadas por dores de ouvidos que aumentam quando a orelha é puxada, sempre que houver febre ligeira, sair pus pelo ouvido, ou ocorrer falta de audição. Do ponto de vista ocidental, as infecções de ouvido são causadas por nadar em águas poluídas, bactérias e fungos provenientes da poluição, nadar em piscinas com cloro, humidade.

De acordo com a macrobiótica, a causa principal é o excessivo consumo de comida com açúcar, como gelados e frutas, que criam um ambiente propício para o desenvolvimento de micro organismos no corpo. Para a maior parte das pessoas, problemas de ouvidos resultam de consumo excessivo de lacticínios processados quimicamente. Estes produtos, não só tornam o nosso corpo vulnerável às bactérias, fungos e vírus, como danificam os rins. De acordo com a macrobiótica, todos os problemas de ouvidos estão ligados a rins fracos. Por essa mesma razão é comum os fumadores terem rins fracos, resultando em dores ou impressão nos ouvidos. Os rins fracos impossibilitam as descargas de toxinas, originando dores ou descargas nos ouvidos.

Texto baseado no livro “Natural healing from head to toe” de Cornelia e Herman Aihara

Written by thericeexperience

Dezembro 1, 2010 at 2:56 pm

Publicado em Doenças